Pular para o conteúdo principal
Filme A Bruxa

Olá pessoal, entrou em cartaz ontem o filme A Bruxa e olha que parece ser um bom filme de terror.
Para quem adora o gênero como eu, que desde criança sempre assisti filmes de terror e amo de paixão, parece ser uma boa pedida. Eu vi o trailer no cinema e gostei, saiba um pouco sobre a película, para dar mais entusiasmo:

Primeiro longa-metragem dirigido pelo cineasta Robert Eggers, a história de suspense se passa na Nova Inglaterra no século XVII, quando a região era habitada por refugiados britânicos, antes da independência dos Estados Unidos. É a mesma época do episódio histórico das "bruxas de Salem" (já levado ao cinema, à TV, ao teatro e à literatura), em que mulheres eram condenadas à morte por acusação de feitiçaria
O foco é uma família expulsa de um vilarejo por causa do comportamento fanático de um homem cristão, que se muda para uma casa isolada, ao lado de uma floresta, junto com a esposa e quatro crianças. O súbito desaparecimento do filho mais novo, ainda bebê, desencadeia uma série de comportamentos e acontecimentos que gradativamente direcionam a família para o tormento.
O elenco foi muito elogiado pela crítica. O cineasta ganhou o prêmio de Melhor Direção Dramática no Festival de Sundance; o ator principal, Ralph Ineson, trabalhou na série Harry Potter e em superproduções como Guardiães da Galáxia e Kingsman; a adolescente Anya Taylor-Joy também está muito bem e deverá ser a protagonista do próximo filme de M. Night Shyamalan (O sexto sentido). As crianças parecem possuídas de tão assustadoras e a mãe (Kate Dickie, da série Game of thrones) protagoniza os momentos mais agoniantes.
Ufa, acho que já escrevi demais agora é só assistir!
Grande beijo e até mais.

Assista ao trailer:




Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...