Pular para o conteúdo principal
Bom sábado para todos vocês, aproveitem o dia!
Recebi o convite para participar do 13º Sarau Caiçara, que se realiza na Pinacoteca Benedicto Calixto, com entrada gratuita e disponibilizo aqui na página para quem tiver interesse.
Abraços,

Miriam


13° Sarau Caiçara

Artistas de diversas linguagens se encontram hoje, às 17 horas, na Pinacoteca Benedicto Calixto para celebrar e debater a arte caiçara através da música, teatro, dança e literatura, com os escritores Carlos Pessoa Rosa (São Paulo), Lucia Rosa (Dulcineia Catadora - São Paulo), Márcio Barreto, Flávio Viegas Amoreira, Madô Martins, Maria Teresa Teixeira Pinto, Christina Amorim, Sergio Willians, Wilton Bastos, Aline Aguiar, Neres José Geraldo (Santo André) e Mariela Mei (Campinas).

Em sua 13° edição o Sarau Caiçara (Mapa Literário de São Paulo e "Semana da Cultura Caiçara") conta com a participação de artistas e coletivos da região e de São Paulo.

O Sarau contará com feira de livros e CDs de produções independentes e artesanais.

O evento é uma realização do Percutindo Mundos, Imaginário Coletivo de Arte, Instituto Canoa, Projeto Canoa, Cia Instável de Repertório e conta com a organização e apresentação de Márcio Barreto e Flávio Viegas Amoreira. 

Serviço:
13° Sarau Caiçara
Quando: hoje, dia 27/09, às 17h
Local: Pinacoteca Benedicto Calixto - Av. Bartolomeu de Gusmão, 15, Santos, com entrada franca 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...