Pular para o conteúdo principal
Olá! Até que enfim a sexta-feira chegou!
Até o dia 30 a Casa do Poeta de Praia Grande está recebendo contos, crônicas e poesias para o I Concurso Literário Internacional.
Não deixe de participar!
Grande abraço,
Miriam

I Concurso Literário Internacional da Casa do Poeta Brasileiro 

de Praia Grande


A Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande realiza o primeiro concurso internacional de contos, crônicas e poesias na Língua Portuguesa, aberto à participação de associados e de simpatizantes da Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande-SP.

Regras
 –  Cada trabalho apresentado deverá:
a)     Conter o título e a categoria, se crônica, conto ou poesia;
b)    Ser assinado com o nome artístico do autor, acrescentando a idade, a localidade e o país onde reside;
c)     Ser apresentado em, no máximo, a medida de uma página de papel A4, fonte Arial ou Calibri 12 ou 14, espaçamento normal, no idioma português;
d)    Ser enviado para o E-mail  

2ª – O período para o recebimento dos trabalhos é até o dia 30 de junho de 2014.

3ª – Será considerado apenas o primeiro trabalho mensal enviado por cada participante, em cada categoria.

  Uma comissão de escritores e poetas notáveis, todos associados da Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande-SP, avaliarão cada apresentação e decidirão qual trabalho de cada participante, um por categoria, será publicado no Blog/Antologia, e que será levado à votação virtual para escolha do primeiro colocado em cada categoria.

5ª – É permitido a um mesmo participante concorrer em todas as categorias.

6ª – O estilo aceito:
a)     Livre, para contos e crônicas;
b)    Moderno, clássico ou contemporâneo, para poesias.

7ª – O concurso será classificado por 3 faixas etárias, para efeito de seleção e publicação:
a)     Até os 18 anos, as 20 melhores crônicas, os 20 melhores contos e as 20 melhores poesias;
b)    Dos 18 aos 60 anos, as 20 melhores crônicas, os 20 melhores contos e as 20 melhores poesias;
c)     Acima de 60 anos de idade, as 20 melhores crônicas, os 20 melhores contos e as 20 melhores poesias.

  Da premiação:
a)     Os 60 melhores trabalhos de cada área serão publicados sob a forma de livro, sendo lançados 3 livros, simultaneamente, um para cada categoria, com os títulos: Antologia “60 Contos Selecionados”, Antologia “60 Crônicas Selecionadas e Antologia “60 Poesias Selecionadas”.
b)    Cada participante pré-selecionado, que atenda às exigências mínimas de cada categoria, receberá um exemplar grátis correspondente à sua categoria, mesmo que o seu trabalho não seja publicado.
c)     Cada participante selecionado, cujo trabalho seja publicado, receberá dois exemplares grátis correspondentes à sua categoria.

  Todos os participantes, selecionados ou não, poderão adquirir quantos exemplares desejar, via internet, com remessa postal, pela metade do preço de capa da obra.

10ª  Se o participante selecionado em cada categoria for Associado Contribuinte, receberá, como prêmio extra, sem ônus, uma edição exclusiva e impressão de 100 exemplares de sua obra literária, com até 100 páginas, com a mesma qualidade da 2ª Antologia desta Casa do Poeta, com o devido registro na Biblioteca Nacional.

Esclareça as dúvidas e envie sua participação pelo e-mail:

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...