Atividades
culturais para o
feriado Nove de Julho
Olá, bom dia e excelente feriado a todos nós.
Li logo cedo os jornais e achei interessante na
Folha para o feriado Nove de Julho, algumas atividades culturais que podem ser
feitas na capital paulista, acompanhe as opções:
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Obelisco
Mausoléu aos Heróis de 32
No local de onde parte o desfile de 9 de Julho estão
sepultados os corpos dos heróis da revolução, incluindo os quatro jovens,
Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo/MMDC que morreram na noite do dia 23 de
maio. O local fica na Avenida Pedro Álvares Cabral, no Ibirapuera.
Mirante
9 de Julho
Revitalizado em 2015, o mirante é aberto ao
público, recebe eventos culturais e tem cafés. Fica na Avenida 9 de Julho,
batizada em lembrança ao dia em que a luta eclodiu.
Galeria
Jorge Mancini
O acervo tem mais de 200 peças bélicas da época da
revolução, incluindo armas, uniformes, documentos, reportagens e propagandas militares.
A galeria está aberta para visitação nesta terça-feira (9), das 10h às 16h e fica na Rua Venceslau Brás, 206, 1º andar, na
Sé.
Entenda
o 9 de Julho
Foi um movimento
armado, que resultou da revolta generalizada no Estado de São Paulo contra o
governo de Getúlio Vargas, que assumira o poder em 1930 com um golpe de Estado,
derrubando o então presidente Washington Luís e impedindo a posse de seu
sucessor.
Vargas reduziu a
autonomia dos Estados do país e indicava interventores para governá-los segundo
seus interesses.
Com o apoio de
grupos econômicos e políticos locais, o levante - que resultou no maior
conflito militar do país no século XX - teve início no dia 9 de julho de 1932,
e terminou com a rendição do Exército Constitucionalista em 2 de outubro.
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Seu estopim foram as
mortes de quatro jovens paulistas (Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo/MMDC)
por tropas getulistas durante uma manifestação no centro de São Paulo, no dia
23 de maio.
Os confrontos entre
constitucionalistas e tropas enviadas por Getúlio - que conseguiu articular uma
resposta militar com apoio de todos os Estados, exceto o Mato Grosso -, no
interior do Estado e na capital, deixaram 934 mortos, entre eles, 634
constitucionalistas.
Os paulistas perderam a Revolução, mas Getúlio nunca foi efusivamente
homenageado em São Paulo.
Fonte: BBC Brasil e Folha


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