Pular para o conteúdo principal
Muito bom dia e uma excelente sexta-feira. Ufa, até que enfim chegou! Estarei de plantão imprensa neste final de semana, nada é perfeito!
Para os amantes de cinema, até o dia 4 de novembro acontece a 39ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, que acontece em 22 locais diferentes da capital paulista, veja a programação.
Leia mais, abraços,

Míriam


39ª Mostra Internacional 
de Cinema em São Paulo

A 39ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, que começou ontem, acontece até o dia 4 de novembro. A programação conta com 312 filmes de 62 países diferentes. A exibição acontece em 22 locais diferentes da capital paulista, contando salas de cinema, espaços culturais, museus e também apresentações gratuitas ao ar livre.
A abertura do evento contou com a exibição do inédito “Meu Amigo Hindu”, do diretor Hector Babenco. Após a abertura, o filme será exibido durante toda a programação da Mostra.
Entre os destaques, estão as sessões que ocorrerão no vão livre do MASP (Museu de Arte de São Paulo) entre os dias 26 e 30/10, sempre às 19h30. O público que passa pelo local poderá assistir filmes dos diretores brasileiros Rogério Sganzerla e José Mojica Marins e também do cineasta egípcio Atom Egoyan. Em 03/11, a Sala São Paulo terá uma sessão especial de “Tudo que Aprendemos Juntos”, filme de Sérgio Machado que conta com Lázaro Ramos como protagonista. Após a exibição do longa, a Orquestra Sinfônica de Heliópolis fará uma apresentação no local.
Para os fãs de clássicos, a Cinemateca reserva uma apresentação especial de “O Inquilino”, de Alfred Hitchcock, em 27/10. O filme será exibido ao ar livre, no jardim, com acompanhamento do pianista Tony Berchmans, que fará a trilha sonora. Já “Meu Único Amor”, de Sam Taylor, terá espaço na área externa do Auditório Ibirapuera no dia 31/10.

A programação completa do evento pode ser conferida no site:





Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...