terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Tipos de Narrativa

Olá amigos, excelente terça-feira a todos nós.
Recebi este resumo da amiga do SESI Renata e achei tão benfeito que resolvi disponibilizar aqui na página, espero que vocês gostem.
Obrigada, abraços,
Míriam


A narrativa possibilita a criação de outra realidade pela magia da linguagem. Contar histórias era passada de geração para geração. Quem de nós não conhece a história do Chapeuzinho Vermelho e outros clássicos da literatura? Por mais que o advento da tecnologia tenha desencantado essa magia, existem variadas formas de narrativas: orais, escritas, visuais ou encenadas, como é o caso do teatro.
Seja qual for a modalidade, o texto narrativo dispõe-se de certos elementos primordiais, que são: tempo, espaço, personagens, narrador e enredo.
        
E devemos saber que elas se subdividem em:
* ROMANCE: É uma narrativa sobre um acontecimento ficcional no qual são representados aspectos da vida pessoal, familiar ou social de uma ou várias personagens. Gira em torno de vários conflitos, sendo um principal e os demais secundários, formando assim o enredo.

* NOVELA: Assim como o romance, a novela comporta vários personagens, sendo que o desenrolar do enredo acontece numa sequência temporal bem marcada. Atualmente, a novela televisiva tem o objetivo de nos entreter, bem como de nos seduzir com o desenrolar dos acontecimentos, pois a maioria foca assuntos relacionados à vida cotidiana.

* CONTO: É uma narrativa mais curta, densa, com poucos personagens, e apresenta um só conflito, sendo que o espaço e o tempo também são reduzidos.

* CRÔNICA: Também fazendo parte do gênero literário, a crônica é um texto mais informal que trabalha aspectos da vida cotidiana, muitas vezes num tom muito “sutil” o cronista faz uma espécie de denúncia contra os problemas sociais através do poder da linguagem.

* FÁBULA: Geralmente composta por personagens representados na figura de animais, é de caráter pedagógico, pois transmite noções de cunho moral e ético. Quando são representadas por personagens inanimados, recebe o nome de Apólogo, mas a intenção é a mesma da fábula.

Colaboração: Renata Fuentes/SESI

Pesquisa: Vânia Duarte, Graduada em Letras – Equipe Brasil Escola

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