domingo, 12 de novembro de 2017

Hoje tem Cora Coralina 

no SESC Santos


Bom dia pessoal. Espetáculo sobre a grande poetisa Cora Coralina hoje no SESC Santos, com ingressos bem acessíveis.
Bem, fica minha dica cultural de hoje, espero que gostem, abraços, até amanhã,
Míriam


O espetáculo conta um pouco da vida e da obra de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, mais conhecida como Cora Coralina, "poetisa por dom, doceira por profissão". A trajetória de Aninha vai sendo desenhada desde sua infância até sua vida adulta, em cenas que permeiam o lúdico, o real e o fantástico. As atrizes se revezam nas várias Anas, como ela mesmo se denominava, num jogo cênico dinâmico, poético, musical e sempre delineado pelas canções que ambientam os lugares por onde Cora passou. 
As músicas foram compostas originalmente para o espetáculo e são executadas ao vivo pelas próprias atrizes. Assim como o cenário, a simplicidade dos objetos de cena nos remontam à velha casa simples da ponte, morada de Cora até seus últimos dias de vida. O espetáculo é ainda inédito, e fará parte do encerramento da mostra. Cora foi a poetisa escolhida pelo grupo para marcar uma década de existência, assim como o grupo, Cora tem em sua biografia grande dedicação e amor pela literatura e pelo povo brasileiro. 

Serviço:

Cora, doce poesia

Quando: dia 12/11, às 17h30
Local: SESC Santos – Rua Conselheiro Ribas, 136, Aparecida (estacionamento pago no local)
Ingressos: R$5,00; R$8,50 e R$17,00
Mais informações: (13) 3278-9800
  
Cora Coralina
Cora Coralina (1889-1985) nasceu na cidade de Goiás, no dia 20 de agosto de 1889. Seu nome de batismo era Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas. Tornou-se doceira, ofício que exerceu até os últimos dias de sua vida. Famosos eram os seus doces de abóbora e figo.
Cora Coralina já escrevia poemas em 1903 e chegou a publicá-los no jornal de poemas femininos "A Rosa", em 1908. Em 1910, foi publicado o seu conto "Tragédia na Roça" no "Anuário Histórico e Geográfico do Estado de Goiás", usando o pseudônimo de Cora Coralina. Em 1911, Fugiu com o advogado divorciado Cantídio Tolentino Bretas, com quem teve seis filhos. Foi convidada a participar da Semana de Arte Moderna, mas é impedida pelo seu marido.
Já em São Paulo, em 1934, trabalhou como vendedora de livros na editora José Olímpio, onde lançou seu primeiro livro, em 1965, quando tinha 76 anos, "O Poema dos Becos de Goiás e Estórias Mais". Em 1976, é lançado o livro "Meu Livro de Cordel" pela editora Goiana. Mas o interesse do grande público é despertado graças aos elogios do poeta Carlos Drummond de Andrade, em 1980.
Cora Coralina recebeu o título de Doutor Honoris Causa da UFG e foi eleita com o "Prêmio Juca Pato" da União Brasileira dos Escritores, como intelectual do ano de 1983.
Cora Coralina faleceu em Goiânia, no dia 10 de abril de 1985.

Fonte: site ebiografia


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