quarta-feira, 29 de novembro de 2017

19ª Festa do Livro na USP

Olá meus amigos, excelente quarta-feira a todos nós.

Quem tiver interesse, organizada anualmente pela Edusp, a Festa do Livro da USP aproxima editoras e leitores desde 1999, oferecendo livros de qualidade com preços especiais.
Participam desta 19ª edição, as seguintes editoras: 7 Letras,
Alameda, Almedina Brasil, Attie, Arte, Arché e Balão Editorial, entre outras.
A feira acontece de 29/11 a 01/12, das 9h às 21h, na Av. Professor Mello Moraes, travessa C, na Cidade Universitária, são Paulo.

Acesse o site do evento:


terça-feira, 28 de novembro de 2017

Gravuras do artista Eduardo Ribeiro Pinto

Olá meus amigos, excelente terça-feira, disponibilizo algumas gravuras de meu amigo Eduardo Ribeiro Pinto, vejam que perfeição o Herman Monstro!

"EU PAREI DE PROCURAR POR MONSTROS EMBAIXO DA CAMA QUANDO DESCOBRI QUE ELES ESTÃO DENTRO DAS PESSOAS." (Herman Monstro)


Mais algumas gravuras:




Gostaram?
Em breve, mais informações sobre o artista,aguardem!
Abraços,
Míriam



segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Conto: Abismo: nada além da escuridão, o outro lado da vida

Olá meus amigos, um bom início de semana a todos nós.
Quem tiver interesse em participar da edição de dezembro da Revista Conexão Literatura ainda dá tempo.

Segue o site da revista:

Há, e também o meu conto, que faz parte desta edição.
Obrigada, abraços,
Míriam

Lugar escuro e sombrio seres horríveis! Monstros sem cabeças seres rastejantes e grandes, sangue e perversidade. Correm atrás de pessoas apavoradas de medo no meio da lama da sujeira e da brutalidade.
Uma moça que pula de um abismo faz aquilo todos os dias. Seu rosto pálido e sem vida olha para o vazio da imensidão e ela se atira. O corpo cai rapidamente e o grito ecoa naquela imensidão de podridão, os seres param, e em minutos o mundo infernal recomeça. Aqui, não há esperança para ninguém!
Almas vagueiam torturadas por seus pecados e corpos amontoados como lixo!
Lembro-me de como vim para cá! Estava desgostosa com a vida e tomei um frasco de remédio para dormir. Acordei neste lugar! Não sei quanto tempo permanecerei, mas tenho certeza que será por um longo período.
Chegou a hora. Os vermes já estão à espera da horrenda cena. Sedentos por ver a pobre pecadora, que a cada dia, reafirma sua eterna estadia.
Aguardam com água na boca. Tudo cessa à espera dela. Ela vem caminhando devagar. Lágrimas escorrem por seu rosto. Ela passa por entre as criaturas e continua andando. A mulher chega à beira do abismo...
Para e sorri. Um sorriso iluminado.
E naquele exato momento, tão aguardado pela maldade, a moça tem um repente celestial e tudo muda num piscar de três segundos. Uma luz divina ilumina a pobre garota e ela desaparece.
Uma alma foi salva! Pensei eu, que não tinha a menor ideia de quanto tempo perambulava ali. E mesmo sem saber, me sentia arrependida por ter jogado tudo fora.
Naquela noite mesmo adormeci com a cena da pobre jovem na cabeça, quando ela subiu finalmente aos céus! E fiquei feliz por ela.
O que é mais terrível naquele lugar, sem dúvida, dormir e acordar, abrir os olhos e ver que ainda está ali e daí dá tanta vontade de tomar novamente um frasco de remédio... e é essa justamente a fraqueza que a mantinha ali, a vontade de nunca ter existido, a falta de vontade de lutar por melhora e compreendo ser esse o motivo de muitos que cometem o mesmo erro. E bem de longe ouvia- se uma gargalhada sinistra que zombava da fraqueza humana. Foi quando resolvi questioná-lo, o dono da gargalhada.
- Novamente você veio a mim? Você não está preparada ainda. Já tentou algumas vezes e quando caiu aqui novamente veio pior, para quê deseja?
Mesmo escutando tudo aquilo, indaguei que esta era a vez, que gostaria de tentar novamente e pedi com tanta fé, que uma luz me guiou para fora daquele buraco imundo, contrariando a vontade “dele”.
...
Como num sonho, quando dei por mim caminhava no calçadão, era bem cedinho e não havia muita gente, apenas o pessoal da limpeza das praias, os que retiram o lixo e automóveis apressados a seus destinos. Continuei caminhando lentamente e sentei-me em um banco. Senti o aroma da manhã, do belo e imenso jardim da orla de Santos, reparei em detalhes que nunca havia contemplado, estava feliz pela oportunidade em retornar ao mundo que nunca devia ter partido, pelo menos daquele jeito cruel.
Caminhava agora em passos apressados, a dor no coração e a ansiedade em chegar a casa eram imensos e num piscar de olhos estava em pé na porta do prédio onde residia. Abri o portão e entrei. A porta de acesso estava aberta, como de costume e subi os três andares até chegar ao meu apartamento.
Entro, ou não? O pensamento e a insegurança balançaram-me. O medo do que enfrentar lá dentro quase me fez recuar. Respirei fundo e entrei. Dei de cara com um gatinho, que arregalou os olhos e correu. Era um bichinho rajado, não era o meu gato preto. A decoração, os quadros não eram meus muito menos as fotos na parede, desconhecidas para mim. Espiei nos quartos e as pessoas que ainda dormiam não era minha família.
Sai correndo e desci rápido. Para onde foram todos? Venderam, alugaram? E um imenso vazio ecoava dentro de minha cabeça.
Ao sair do prédio trombei com um rapaz, bem, ele trombou de propósito, era muito branco, cabelo escuro e liso, sorriso sarcástico... Não nos conhecemos? Perguntei logo, sem hesitar.
- Sim, respondeu ele. Porque a cara de choro? Questionou o homem. Você não queria retornar, então, acho que já é o suficiente.
Então você é...
- Sim, de lá, respondeu. “Ele” disse que você não estava preparada, então vim para cá para ajudá-la. Eu não sei o que você pensava em encontrar aqui, sua vida agora se resume a cinzas. Não, pela sua cara, você por um acaso não está pensando que retornou em carne, né? (Risinhos irritantes...).
E a tristeza tomou conta de mim naquele exato momento. Sim, gritei alto, pensei que havia retornado em corpo físico. É duro saber que não existo mais neste mundo, que não posso mais ficar com a minha família, amigos e tudo o que sempre amei.
- Você devia ter pensando nisso antes de tomar o vidro todo do remédio para dormir, então, você conseguiu dormir para sempre! Naqueles exatos 40 segundos o seu pensamento só se fixou no fim de tudo. Você jogou fora o que batalhou para conseguir, você escolheu o outro lado da vida! Disse ele com vigor e rispidez.
Duras palavras que agora faziam sentido, que as conseguia ouvir sem correr, em aceitar a verdade. Não adiantava mais nada, estava condenada a pagar o preço.
Saímos da porta do prédio. Eu só queria saber há quanto havia morrido. E ele respondeu: - dez anos.

Eu não tinha essa noção, é o tempo cronológico de lá é bem diferente deste.
- Venha cá, disse, e me puxou para perto dele entrelaçando suas mãos nas minhas. Vou te ajudar a recuperar a sua memória.
E assim como num flash, num cinema, o filme foi rebobinando para trás com rapidez. Ele tinha esse poder de mexer com o tempo da lembrança. Rápido me via em todas as cenas, até que as imagens desaceleraram, e em tempo real, parou onde exatamente eu queria. – Você tem certeza de que quer continuar? Perguntou. E acenei a cabeça que sim.
... Retornava para casa após um dia de trabalho. O rádio do carro dizia que muita chuva cairia naquela noite de julho, mas não fazia frio por ser inverno. Estava chateada por ser repreendida no serviço por algum engano   que cometi. Para variar, deixei-me levar por pensamentos negativos, que aceleraram meus nervos. Ao retornar a casa, briguei com o marido por nada, pois de cabeça quente discuti por bobeira. A rotina de cuidar da casa e dos afazeres domésticos eu os sentia tão reais, a insatisfação de sempre me perturbavam e a minha aceitação de vida também. Gritei muito com ele, nosso relacionamento não ia bem e senti o coração dele infeliz. Ele bem irritado se arrumou e saiu. Fiquei sozinha em casa. Tremendo e com raiva, fui até o armário da cozinha e achei o vidro de remédio para dormir. Trêmula, e naqueles 40 segundos onde minha mente se esvaziou por completo, abri a tampa e virei o que pude para dentro da boca, tomando água para descer melhor os comprimidos. Deixei o vidro vazio cair dentro da pia da cozinha e cambaleando consegui chegar a cama. Senti o meu coração batendo cada vez mais fraco, a pulsação bem devagar, os órgãos internos do meu corpo parando um a um até que o coração cessou de vez. Em um último instante, antes do sopro final, lágrimas escorreram de meus olhos, desceram reto até molhar o lençol. Pude sentir e ver a tristeza da alma já arrependida ao lado do corpo sem poder fazer nada com a matéria que se foi.
Nisso, com força me desprendi das mãos dele e sentei-me ao chão. Mas aquilo não foi motivo! Como pude ser tão fraca?
- São imbecilidades dos seres humanos, melhor dizendo, egoísmo. É o egoísmo de achar tudo ruim, que a vida não vale nada, que mereciam mais, digo no plural porque é o que todos pensam e cometem esse erro sem volta. O que pretende fazer agora? Perguntou ele, que pacientemente aguardou 20 minutos até eu me recompor e deixar de chorar.
Não sei. Terei de retornar para lá? Indaguei.
- Acho que sim. O que pretende fazer por aqui, este não é mais o seu mundo, disse o guardião da lembrança. Não podemos interferir na vida dos humanos.
Levante-me depois de grande frustração, estava raivosa comigo mesma, decepcionada e sabia que nada podia interferir. Queria saber sobre a minha família e o guardião, que sabia dos meus pensamentos, foi logo completando.
- Seu marido está casado novamente e com filhos. Ele demorou a aceitar, fez tratamento, se achou culpado. Foi difícil para ele, mas teve de seguir a vida, vendeu o apartamento e se mudou para a capital, onde conheceu a atual esposa.
Sabia que não tinha como fugir do guardião e “ele”, como todos devem estar pensando ser o diabo, mas era o guardião do limbo, aterrorizava as almas pagãs, zombava de todos os que cometem esse crime contra si próprios, pois aquela era a função dele naquele lugar horroroso, com serem imundos e analisando bem a situação, quem é o mais cruel, “ele” ou nós mesmos?


domingo, 26 de novembro de 2017

Museu Afro recebe obras de Aleijadinho

Até 3 de dezembro, o Museu Afro Brasil recebe a
superexposição com cerca de 400 obras do período Barroco,
apresentando consagrados nomes como Mestre Valentim e Aleijadinho.
"Barroco Ardente e Sincrético - Luso-Afro-Brasileiro" propõe passeio artístico que começa em meados do século XVII e segue até o começo do XIX, mostrando as diversas manifestações do estilo em Portugal e no Brasil. A exposição apresenta oratórios, talhas, esculturas, azulejarias, ourivesarias, pratarias e porcelanatos, expostos em diálogo com poesias dos baianos Manuel Botelho de Oliveira, Frei Manuel de Santa Maria e Gregório de Mattos.


Serviço:
Barroco Ardente e Sincrético - Luso-Afro-Brasileiro
Quando: até 3 de dezembro, de terça adomingo, das 10h às 17h
Local: Museu Afro – Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, Pavilhão Manoel da Nóbrega – portão 10 – Sul, Parque Ibirapuera, São Paulo

Ingresso: R$6,00 (inteira) e R$3,00 (meia-entrada)

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Uma xícara de insônia
Poesia de Maria Bernadete Bernardo

Que a sexta-feira seja proveitosa para todos nós.
Hoje, no Cantinho da Poesia, segue poema de minha amiga Bernadete, que já foi colunista sobre Literatura e dicas da Língua Portuguesa aqui do blog. Ela agora está se dedicando a poesias e de impacto adorei esta e disponibilizo aqui na página.


Ai de mim,
Nessa hora que tudo se cala,
Se recolhe.
Não há sonho nem devaneio, nem pranto.
O aroma doce da camomila
Me enche a boca de saliências.
Prolongo-o na língua.
O embate das pálpebras
se dá, lentamente
pra esvaziar o dia.

Página de Bernadete:



quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Fora do Paraíso, livro 

de Marcos Martins


Olá queridos amigos, final de semana se aproximando, muito bom hoje já ser quinta-feira!
Meu amigo jornalista Marcos Martins lança “Fora do Paraíso”, seu novo título. Interessados, tem capítulos gratuitos, basta acessar o link.

Sinopse:
Lázaro é um jovem de vinte e poucos anos, estudante de História, que tenta viver normalmente após um acidente de carro que matou seus pais quando ele ainda era criança.
Depois do acidente, o ainda garoto Lázaro passa a ser criado por seu tio Paulo, um homem bom e trabalhador, dono de uma loja de ferramentas que vende de serrotes à serras-elétricas e muitos parafusos.
Os anos passam, mas Lázaro não consegue esquecer a noite do acidente, pois estava dentro do carro e, milagrosamente, foi o único sobrevivente. Sua namorada, Ainá, uma doce e forte garota e seus amigos Thiago, um promissor matemático e cético que só confia nos números; Caio, um hipocondríaco incurável; Adriele, a intelectual da turma e Gabriel; estudante de Filosofia que acredita não estarmos sós no universo, preenchem a solidão de Lázaro. Eles têm uma conexão tão forte que ninguém consegue entender, se sentem mais que irmãos e não conseguem lembrar muito bem quando essa amizade tão profunda começou.
Lazaro tenta levar a vida de forma normal, mas estranhos fenômenos começam acontecer em sua casa, então Gabriel o apresenta ao senhor Gildo, um veterano de guerra que parece ter todas as respostas para o que está acontecendo, mas nem sempre estamos prontos para a verdade. Lázaro e seus amigos nem imaginam que estão prestes a iniciar uma odisseia, cheia de intrigas, rebeliões e descobertas que irão mudar, para sempre, a História da Humanidade, de todo o universo que os seres humanos acreditam conhecer, mas que na verdade nem na ponta do iceberg estão, porque, icebergs não existem.

Marcos Martins
Marcos Martins é poeta e escritor pernambucano, nasceu na cidade de Recife, formado em Jornalismo, começou sua carreira compondo para sua banda de Rock, foi aí que se descobriu poeta e mais tarde escritor.
Está com seu primeiro livro lançado pelo Clube de Autores, o Fora do Paraíso, uma ficção cientifica cheia de mistérios e surpresas inesquecíveis.


Acesse o Clube de Autores:

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Leia Mulheres - Marina Colasanti


Bom dia queridos amigos, evento interessante acontece hoje, e quem quiser participar, a entrada é gratuita.
Abraços,

O encontro do Clube de Leitura, organizado por Literatura News debate o livro de contos "Com certeza tenho amor", da escritora Marina Colasanti.
A atividade acontece nesta quarta-feira, dia 22/11, às 19h30, na Golden Square Shopping.


Serviço:
Leia Mulheres – Clube de Leitura
Quando: quarta-feira, dia 22/11, às 19h30
Local: Golden Square Shopping – Av. Kennedy, 700, São Bernardo do Campo
Mais informações: (11) 3135-4000

Marina Colasanti
Marina Colasanti nasceu em 1937 na cidade de Asmara, capital da Eritreia. Residiu posteriormente em Trípoli, na Líbia, mudou-se para Itália e, em 1948, transferiu-se com a família para o Brasil, onde vive até hoje na cidade do Rio de Janeiro. É casada com o também escritor Affonso Romano de Sant'Anna e tem duas filhas, Fabiana e Alessandra Colasanti.
De formação artista plástica, ingressou no Jornal do Brasil, dando início à sua carreira de jornalista. Desenvolveu atividades em televisão, editando e apresentando programas culturais. Foi publicitária. Traduziu importantes autores da literatura universal.
Seu primeiro livro data de 1968. Hoje são mais de cinquenta títulos publicados no Brasil e no exterior, entre os quais livros de poesia, contos, crônicas, livros para crianças e jovens e ensaios sobre os temas literatura, o feminino, a arte, os problemas sociais e o amor.
É uma das mais premiadas escritoras brasileiras, detentora de vários prêmios Jabutis, do Grande Prêmio da Crítica da APCA, do Melhor Livro do Ana da Câmara Brasileira do Livro, do prêmio da Biblioteca Nacional para poesia, de dois prêmios latino-americanos. Foi o terceiro prêmio no Portugal Telecom de Literatura 2011. Tornou-se hors-concours da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), após ter sido várias vezes premiada.


Fonte: Biografia

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Curso: Poesia Brasileira de Invenção: do Modernismo à Poesia Concreta

Bom dia queridos amigos,no Cantinho da Poesia destaco hoje curso sobre o tema na Casa das Rosas.

São Paulo e a Literatura na Casa das Rosas, curso gratuito: Poesia Brasileira de Invenção: do Modernismo à Poesia Concreta por Omar Khouri, nos dias 21, 22 e 24/11, às 19h.
Relacionados ao conteúdo da exposição Transformações, os três cursos abordarão diferentes períodos da história literária e cultural de São Paulo. 
Abordagem, a partir de considerações de Ezra Pound, Roman Jakobson e Haroldo de Campos, da poesia brasileira mais empenhada na pesquisa e na experimentação, do primeiro Modernismo à Poesia Concreta. O curso buscará compor uma antologia de criações norteadas pelo rigor, realizando análise dos poemas, e tratará do universo dos livros e revistas que veicularam esse tipo de produção textual. 

Inscrições:

Presencialmente na recepção da Casa das Rosas, até o preenchimento das vagas.
É necessário confirmar a inscrição frequentando a primeira aula de cada curso. Faltar na primeira aula implica o desligamento automático do aluno.

Serviço:
Poesia Brasileira de Invenção: do Modernismo à Poesia Concreta
Quando: dias 21, 22 e 24/11, às 19h
Local: Casa das Rosas: Av. Paulista, 37, Bela Vista, São Paulo
Mais informações: +55 (11) 3285-6986/3288-9447

Casa das Rosas

A Casa das Rosas promove o conhecimento, a difusão e a democratização da poesia e da literatura, incentivando a leitura e criação artística por meio de cursos, oficinas de criação e crítica literárias, palestras, saraus, peças de teatro, exposições ligadas à literatura etc. A Casa das Rosas é uma instituição da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo administrada pela Poiesis.




domingo, 19 de novembro de 2017

Curta Lunatique é gravado em Santos

Olá meus amigos, excelente domingo a todos nós.
Vejam que interessante, o curta-metragem Lunatique foi gravado no Porto de Santos.

O curta-metragem de ficção científica do paulistano Gabriel Kalim Mucci foi gravado na Cidade em 2012 e está disponível na internet, depois de rodar por 20 festivais nacionais e internacionais. 
Em quase 15 minutos de duração, a produção conta a história de uma sobrevivente (Lila Guimarães), que mora sozinha numa espécie de bunker. Sua única companhia é a de uma fuinha, presa em uma gaiola. 
A ação começa quando a personagem veste uma roupa que está mais para uma armadura, pega as armas e sai do bunker. Aí é que o diretor e roteirista Gabriel Mucci mostra toda a sua capacidade de recriar mundos por meio do cinema. Santos está quase irreconhecível, salvo algumas referências que são muito caras, como a torre da Bolsa Oficial do Café, na Rua XV de Novembro.


Prêmios
Feito de maneira independente, por meio de parcerias e colaborações, Lunatique foi finalizado em outubro de 2016 e convidado a participar do maior festival de cinema fantástico do mundo, em Sitges, Espanha.
Recebeu Menção Honrosa no Rio Fantastik Film Festival, realizado no começo de novembro; o prêmio de Melhor Curta Fantástico no Festival de Cinema Latino Americano de La Plata; e o prêmio de Melhor Fotografia de Curta pela ABC (Associação Brasileira de Cinematografia).

Trabalhos de Gabriel Kalin:



sábado, 18 de novembro de 2017

Lançamento da Baiacu com desenho ao vivo e autógrafos


Um livro, uma residência artística, uma experiência estética. A Baiacu marca o retorno de uma das mais lendárias parcerias do quadrinho brasileiro. Durante duas semanas, dez artistas selecionados por Angeli e Laerte Coutinho trabalharam juntos para conceber e criar este livro.
Um retrato, ainda que levemente desfocado e anárquico, do que há de melhor no quadrinho brasileiro.



Serviço:
Lançamento da Baiacu – entrada gratuita
Quando: neste sábado, dia 18/11, das 15h às 18h
Local: Sesc Ipiranga – Rua Bom Pastor, 822, São Paulo
Programação:
15h - Desenho ao vivo com Rafael Coutinho, Juliana Russo e DW Ribatski.
19h - Lançamento e sessão de autógrafos com Laerte, Rafael Coutinho e demais artistas

Mais sobre a revista: