sábado, 9 de setembro de 2017

Contação de Histórias
Evento literário gratuito

Olá amigos e excelente sábado a todos nós.
Para quem gosta de participar de Contação de Histórias, evento literário gratuito que acontece todo sábado, até dia 16/12, hoje é a vez do livro Marambaia.

Imagem Azuzo Bem
A oralidade permite a interação entre o contador de histórias e os ouvintes, adultos e crianças. O corpo e a voz propiciam vivências comunitárias que perdemos no corre-corre da vida. O objetivo de contar uma história é estimular a imaginação, aumentar o interesse pela leitura, pela escuta, o que ajuda a resolver conflitos. 
Agrada a todos sem fazer distinção de idade, classe social ou modo de vida. Seduzir o ouvinte e convidá-lo a se apaixonar pela história e pela leitura.
E hoje o livro debatido será Marambaia, do autor Roberto Carlos Ramos, com o contador Azuzo Bem Histórias.
Compareça, vale a pena!

Serviço:
Contação de Histórias – livro Marambaia
Quando: sábado, dia 09, às 15 horas
Local: Biblioteca do Sesc Santos – Rua Conselheiro Ribas, 136, Aparecida, Santos (com estacionamento pago no local) – próximo ao Praiamar Shopping
Mais informações: 3278-9800

Marambaia
Imagem editora Dimensão
A coisa-do-outro-mundo, o lobisomem, a dentadura no copo e o terrível monstro Marambaia (um insaciável comedor de docinhos). Nesse universo encantado do terror, aventuras que brincam com o nosso folclore e que vão deixar as crianças de cabelo em pé.
Gênero: Literatura infanto-juvenil
Subgênero: Literatura Juvenil/Adolescente
Autor: Roberto Carlos Ramos
Editora: Dimensão


Roberto Carlos Ramos
Roberto Carlos Ramos é um pedagogo e contador de histórias brasileiro. Sua história de vida inspirou o diretor Luiz Villaça em seu filme O Contador de Histórias.
Roberto Carlos se deixou de ser menino de rua em Belo Horizonte, tornando-se personagem central de um filme, é contador de histórias reconhecido como um dos dez melhores do mundo.
Imagem Google
Roberto Carlos é o mais novo de 10 filhos, viveu com a família até os seis anos de idade, quando foi conduzido por sua mãe para viver na Fundação para o Bem-estar do Menor (Febem), que mais tarde tornou-se a Fundação CASA, na esperança de garantir um futuro melhor para o filho.
Até os treze anos Roberto Carlos viveu na Febem entre fugas e retornos. Teve 132 fugas registradas, não se alfabetizou, envolveu-se com drogas e em atos infracionais quando estava livre nas ruas de Belo Horizonte (Minas Gerais). Foi classificado pela instituição de "irrecuperável", quando foi adotado em 1979 por uma pesquisadora francesa, Margherit Duvas, que estava visitando a Febem para sua tese de Doutorado. Um ano depois, já alfabetizado foi levado por ela para a França, aprendeu a falar francês e concluiu os estudos.
Viveu em Marselha 8 anos até completar vinte e um anos, quando retornou ao Brasil para cursar a Faculdade de Pedagogia na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ao concluir o curso, retornou à Febem como estagiário, e adotou lá o primeiro dos 13 filhos que adotou ao longo de sua vida. Margherit Duvas morreu na França em 1986 quando Roberto Carlos Ramos tinha 21 anos e já estava no Brasil.
O pedagogo Roberto Carlos dedicou boa parte de sua carreira como escritor aos livros infantis. Seus livros possuem uma narrativa próxima às histórias narradas oralmente por ele, alguns acompanhados de CD de áudio ou DVD's com animações ou com a presença do próprio Roberto Carlos contando as histórias.

Obra:
A Arte de Construir Cidadãos: As 15 lições da Pedagogia do Amor; When The Night is Dark in Brazil; Marambaia; O Contador de Histórias; Resgatando e Contando Nossas Histórias Folclóricas; O Dia depois de amanhã em Minas e O Morro e a Morte.
Ramos recebeu várias premiações no Brasil e na França. 

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