quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Precursor ou percursor?

Bom dia a todos vocês meus queridos amigos.
Vamos então responder a pergunta, essa é a dica da semana da coluna Dicas da Língua Portuguesa.
Espero que gostem, abraços,
Míriam

Um pequeno erro de digitação pode transformar inventores em maratonistas ou o contrário. Afinal, as palavras “precursor” e “percursor” são parônimas e muito suscetíveis a confusões (basta fazer uma busca no Google Notícias para constatá-las).
Do latim praecursor, “o que vai à frente”, a palavra “precursor” aponta pioneirismo. Galileu Galilei, por exemplo, foi considerado o precursor da astronomia. Descartes, Bacon, Locke e Newton foram os pioneiros (ou seja, precursores) do Iluminismo.


 percursor é aquele que faz um percurso (aliás, essa palavra não é tão utilizada). Em uma maratona, por exemplo, pode-se dizer que todos os participantes são percursores.
Para não confundir os dois, lembre-se de que o prefixo pre-exprime anterioridade (pré-escola, pré-aviso e a própria palavra prefixo). Quando quiser dizer que alguém foi o primeiro a realizar algo, portanto, use “precursor”.


Fonte: Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Educação Continuada

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Crime e Castigo em quadrinhos
De Fiódor Dostoiévski

Eu adoro quadrinhos, sempre gostei desde criança e várias obras têm passado à HQ e isso é muito bom, principalmente para quem gosta mais de gibi, então é uma oportunidade para ler grandes obras.

Crime e Castigo: Graphic Novel

Crime and Punishment
Fiódor Dostoiévski

Tradução de Alexandre Boide

Adaptação e roteiror: David Zane Mairowitz
Ilustrações: Alain Korkos

“E, NA ESCURIDÃO, ME VEIO UMA IDEIA QUE NINGUÉM NUNCA TEVE ANTES... EU QUERIA MATAR ALGUÉM SÓ PARA SABER COMO SERIA.”  
Todos conhecem Raskolnikóv, o pobre e torturado estudante que mata uma velha em Crime e castigo, uma das principais obras do escritor russo Fiódor Dostoievski (1821-1881). Mas poucos imaginam que esse thriller psicológico poderia ser magistralmente ambientado na Rússia de hoje.
Aqui, este clássico universal é reimaginado na São Petersburgo da virada do século XX para o século XXI. Se a ambientação e o entorno são diferentes da história original, a perturbação do jovem estudante e seus dilemas morais são os mesmos – como é igualmente brutal a violência com que ele age numa realidade opressora. O escritor David Zane Mairowitz e o celebrado ilustrador francês Alan Korkos iluminam a fábula de Dostoiévski e a alçam a um novo significado.

Formato 16x23
128 páginas
ISBN 978-85-254-3410-4




sábado, 27 de agosto de 2016

Portinari no Masp

Muito bom dia a todos vocês meus amigos, tenham um excelente sábado.
Para quem gosta do trabalho de Portinari, como eu, não perca a exposição, que fica em cartaz até dia 15 de novembro.

Mostra Portinari Popular

Com curadoria de Adriano Pedrosa, Rodrigo Moura e Camila Bechelany, a ideia é revisitar a produção do artista passando por vários estilos, épocas, pinceladas e coloridos. Para isso, a equipe da curadoria fez uma garimpagem trabalhosa por diversas coleções do país.
O primeiro quadro da mostra, Baile na Roça, foi feito em 1924, quando Portinari ainda tinha 22 anos e estudava na Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro. Nunca vista antes pelo público em geral, a tela faz parte de uma coleção particular, assim como boa parte das 54 peças reunidas no espaço.
Também estão na mostra alguns quadros que lembram o surrealismo e o cubismo, como na tela Favela, em que o morro do Rio é pintado com figuras geométricas.
A mostra Portinari Popular fica em cartaz até o dia 15 de novembro.

Foto montagem divulgação


Serviço:
Mostra Portinari Popular
Quando: até dia 15 de novembro
Local: Masp – Av. Paulista, 1578, Bela Vista, São Paulo
Entrada: R$ 25
Telefone: (11) 3149-5959
Horários: terça, quarta, sexta, sábado e domingo: das 10h às 18h; quinta-feira, das 10h às 20h; e fechado na segunda-feira

Fonte: Veja São Paulo e site do Masp  

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Começa hoje e vai até dia 04 de setembro

Olá meus amigos, tenham uma excelente sexta-feira!
Só para lembrar, pois já anunciei aqui na página na edição do dia 03/08, a 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, maior evento literário da América Latina que começa hoje e termina no dia 04 de setembro.

De 26 de agosto a 04 de setembro, a bienal, que este ano traz o tema: “Histórias em Todos os Sentidos”, acontece no Pavilhão de Exposições do Anhembi (Av. Olavo Fontoura, 1.209, Santana).
Este ano o evento reúne um pouquinho de tudo: espaços multiculturais com debates, contação de histórias, brincadeiras, lançamentos de livros e tardes de autógrafos com autores nacionais e internacionais e workshops, entre outras novidades.

Autores convidados:

LUCINDA RILEY, AVA DELLAIRA, JENNIFER NIVEN, AMY EWING, TARRYN FISHER, O AUTOR DE LITERATURA FANTÁSTICA KEVIN HEARNE, RITA LOBO, MANU GAVASSI, ZANGADO GAMES, TACIELE ALCOLEA, RAFAEL VITTI E JULIA ORISTANIO, ENTRE OUTROS. 

Confira os horários:
Segunda à sexta, das 9h às 22h (com entrada até as 21h)
Sábados e domingos, das 10h às 22h (com entrada até as 21h)
Dia 4 de setembro, das 10h às 21h (com entrada até às 19h)

Confira a programação e tudo sobre o evento:

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

“A longo prazo” ou “em longo prazo”?

Olá meus amigos, tenham excelente quinta-feira.
E hoje é dia da coluna da Língua Portuguesa, semana passada não postei nenhuma dica e recebi e-mail sobre isso; então, lá vai uma expressão muito usada e que sempre gera dúvida.

Independentemente da duração do prazo – curto, médio, longo – recomendam vários gramáticos que se utilize “em”. Por quê? Pela impossibilidade do emprego da preposição “a” a respostas de perguntas como “Em que prazo a reforma terminará?”, “em que prazo será entregue o carro?”. Respostas: “em dez dias”, “em um mês”.
Da mesma forma, pergunta-se “em quanto tempo sua casa ficará pronta” e não “a quanto tempo sua casa ficará pronta?”. A preposição, portanto, é a mesma usada em “em quanto tempo?”, “em que período?”.

Não há motivos, porém, sendo a Língua Portuguesa mutável e constantemente modificada pelo seu uso, para não se registrar a forma corrente “a longo prazo”, tão usada atualmente, por indivíduos de todos os níveis de escolaridade. Não se trata, portanto, de um uso isolado: atualmente, vê-se mais o uso da expressão “a longo prazo” que “em longo prazo”. E a Língua precisa ser um lugar de aceitação do diverso. O Houaiss, seguindo esse pensamento, registra e aceita essas duas ocorrências.

E, então, qual usará: a expressão cujo uso está consagrado pelos gramáticos, mas vem caindo em desuso, ou a expressão ainda não aceita por todos eles, mas que tem sido a mais recorrente?

Fonte: site CPDEC: Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Educação Continuada  


terça-feira, 23 de agosto de 2016

Projeto permite que analfabetos criem livros por meio da voz


Olá meus amigos, que a terça-feira seja boa para todos nós.
Vejam que projeto interessante que valoriza e dá oportunidade para aqueles que não sabem escrever.

O Brasil ocupa a oitava posição no ranking global da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) de adultos que não sabem ler nem escrever.
São 13 milhões de analfabetos no País. Pensando na manutenção da memória destes brasileiros, a companhia HP, juntamente com a ALmaBBDO, criou o projeto Magic Word, que em português significa Palavras Mágicas.
Com o lema “O primeiro livro escrito por quem nunca escreveu“, a ação percorreu o Brasil do Nordeste ao Sudeste, ouvindo histórias de vida dessas pessoas que, embora não saibam colocar o lápis no papel para formar palavras, têm na mente e no coração mais sabedoria do que muitos. Isso permitirá que elas não caiam no esquecimento.
Ao todo, 30 histórias foram guardadas e unidas às imagens do fotógrafo Gabriel Bainchim e José Cabaço, embaixador do Instagram. O trabalho foi feito por meio de um programa com a tecnologia da HP com o API do Google Search que fez com que as vozes dos personagens fossem captadas, convertidas em texto e impressas instantaneamente, acompanhando simultaneamente suas falas.
Aproximadamente 4 mil e 500 páginas forma encadernadas e transformadas em livros. Alguns, produzidos especialmente para os próprios autores-personagem, biblioteca e espaços culturais.
Curtiu a iniciativa? Acesse o site do projeto e veja em vídeo os detalhes de como tudo foi feito.


Fonte: site norteando você

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Revista Conexão Literatura
Participe da 15ª edição

Olá, meus amigos, iniciamos mais uma semana, e que seja proveitosa para todos nós.
Que pena ontem foi o encerramento das Olimpíadas Rio 2016,  sentirei falta, pois curti bastante os jogos olímpicos, pena mesmo que terminou.

Estou escrevendo o meu conto para a 15ª edição da Revista Conexão Literatura, mês de setembro e se você quiser participar com crônica, conto, anúncio, ainda dá tempo, basta enviar e-mail para o editor Ademir Pascale. Vale também para tratar sobre parceria.

Para baixar gratuitamente as edições, acesse:


Revista Conexão Literatura – 14ª edição
Conto: Há, Manoela!

Meus amigos a história que vou lhes contar é muito parecida com a de certas princesas dos contos de fadas, que foram maltratadas por suas madrastas, mas que ao final, tudo deu certo. Bem, na verdade, a “princesa” não é lá essas coisas em termos de beleza, não senhor, muito pelo contrário a começar pela idade...
Manoela Lima corria com o serviço de secretaria da instituição de ensino onde trabalhava, em um bairro simples de São Paulo chamado Vila Moraes, ou Jardim da Saúde, melhor dizer assim. Formada em Letras até poderia ministrar aulas de Português, mas pela timidez e também por ser uma pessoa retraída não conseguiu prosseguir com domínio em sala de aula e procurou seu papel na Escola Estadual Júlio Ribeiro, metida na secretaria.
Manoela, por incentivo dos próprios colegas de serviço e até pela diretora que consentiu que ela saísse em férias em junho, fez um pacote de viagem à Manaus, iria conhecer a terra de nascimento dos avós paternos e faltava exatamente uma semana para ela embarcar em sua aventura.
Em casa, porém, Manoela já havia escutado as mais absurdas coisas da mãe dona Alzira, que não queria a viagem. Manoela era solteirona e vivia com os pais. Caçula de dois irmãos de uma família extremamente machista, a pobre e doce mulher foi sempre conduzida a viver em casa, a cuidar do lar e de todos. Nunca conseguiu arrumar um namorado e assim ela permaneceu na casa dos pais e não teve a sua própria vida independente.
E assim o tempo foi passando e a vida se modificando para os irmãos, que construíram suas próprias famílias menos Manoela, que vivia do serviço para casa. Concursada pela Prefeitura de São Paulo para a Secretaria de Educação, Manoela permanecia na mesma escola há 15 anos, e a parte social de sua vida era justamente esse serviço. Querida por todos por ser uma boa ouvinte dos problemas alheios (um dos pontos positivos do tímido) ela tornou-se conselheira e suas opiniões eram de uma sinceridade que a fez a pessoa mais querida do colégio.
Antes de partir para Manaus, uma companheira de serviço ajudou-a na compra de roupas mais modernas, incentivando-a a fazer um corte jovial nos cabelos e a se produzir.
E com um visual mais sofisticado Manoela partiu sozinha para Manaus e lá faria parte de uma excursão para conhecer os pontos turísticos da cidade, momentos exclusivos e unicamente só para ela, sem ter a mãe dizendo que já estava velha demais: 40 anos de idade, e o que iriam dizer os vizinhos vendo-a viajar sozinha. E a sua ânsia por conhecer novos territórios e sair daquela rotina fatigante e sufocante mexeu em seu mais profundo íntimo, o que a fez ter mais vontade em sair e explorar o novo.
E assim, com tantos contras e pessimismos vindos da família, Manoela chegou a Manaus, e do aeroporto o táxi a levou para o Hotel Lagoa, que fica perto do Teatro Amazonas e no dia seguinte ela iria se encontrar com a excursão. E tudo saiu a contento e até melhor do que ela esperava. Manoela estava radiante e curtindo a sua primeira descontração, de muitas que ela já sonhava. O grupo era animado e como ela era a mais nova, pois como em sua casa era chamada de ultrapassada, tia, coroa etc, ela escolheu excursão para idosos, mas a idade do grupo não atrapalhou em nada e tudo o que puderam conheceram: o encontro das águas entre o Rio Negro e o Rio Amazonas, o Espaço Cultural Largo de São Sebastião e por aí afora.
            — Dona Manoela, diz a camareira Lúcia, funcionária do hotel que fez amizade, a senhora vai embora amanhã e hoje é Dia de São João, que tal conhecer uma das tradicionais Festas Juninas de Manaus?
            E Manoela nem pestanejou, aceitou o convite e às oito da noite as mulheres já estavam se divertindo com os grupos que se apresentavam e se deliciando com quitutes típicos. Lá pelas dez e tanto da noite a festa corria solta e a camareira Lúcia chama a atenção de Manoela:
            — Veja lá do outro lado da festa que tem um homem que não para de olhar você, diz Lúcia.
            E ao mesmo instante que Manoela se vira para tentar ver o tal homem, eis que ele vem em sua direção. Era alto, forte, jovem e vestido com roupa social branca e um chapéu na mesma cor. Ao passo que se desvencilhava das pessoas, ele arrancava suspiros e olhares femininos. O homem era realmente um encanto!
           
Ao se aproximar de Manoela, ele sorriu para ela e a cumprimentou tirando o chapéu, pois era um cavalheiro e muito educado. Manoela olhou para Lúcia que piscou para ela ficar com ele. O homem era tremendamente galanteador e falante e convidou Manoela para dançar. E o casal atraiu todos os olhares da festa e o desconhecido conduziu tão magnificamente  na dança que pareciam flutuar. Sorrindo e muito feliz, Manoela deixou-se beijar.
            ... Sonolenta e zonza da bebida, ao acordar, Manoela não lembra como retornou ao hotel. Sentindo ainda o frescor dos lábios dele, se aprontou para partir. Da janela do avião, se despediu da cidade com lágrimas ao rosto.
             Retornou para a sua pacata vida e o pensamento era único: no príncipe que entrou somente uma vez em seus sonhos tornando-a radiante, momentos inexplicáveis em seus 40 anos. Manoela desde aquela noite não conseguia mais esquecê-lo e parecia viver num além-mundo! Mas assim como ele chegou ele se foi e nem ao menos disse seu nome.
— Quem seria ele? Manoela fazia planos para encontrá-lo novamente.
Em casa e no serviço todos notaram que ela estava diferente tanto no semblante, por estar mais bonita, como também absorta em uma lembrança sem fim.
O que estava acontecendo? Pensava a mãe.
E a mudança mesmo total de comportamento começou quando os enjoos tiveram início e depois de nove meses, ao nascer o menino João. E nada se soube do paradeiro do pai da criança.
Morando sozinha com o filho Manoela finalmente conseguiu mudar de vida.
— E ainda hoje, quando a questiono sobre o paradeiro de meu pai, ela diz não saber e com um sorrisinho no rosto, responde que eu sou filho do Boto!
— Há, Manoela! — Diz ele à mãe!

Dia do Folclore: Esse conto homenageia o Dia do Folclore, comemorado no dia 22 de agosto, momento de contarmos e ouvirmos as histórias do Saci-Pererê, Mula-sem-cabeça, Curupira, Boto e Boitatá, entre outros personagens. Nesta data, também são valorizadas e praticadas as danças, brincadeiras e festas folclórica. Vamos manter nossa cultura popular.  

domingo, 21 de agosto de 2016

Documentário Nostalgia da Luz
Hoje, gratuito no SESC Santos

Muito bom dia a todos vocês queridos amigos e que o domingão seja excelente para todos nós. O clima está chuvoso aqui na Baixada Santista, está instável. Que tal um cineminha?  Ou então, para diversificar, que tal assistir um documentário?

Nostalgia da Luz
Em milésimos de segundo um mero piscar de olhos oferece ao cérebro a imagem de um passado recente. O longa oferece ao espectador uma divagação contemplativa sobre céu e terra e sobre o passado.
O deserto do Atacama, no Chile, é o palco ideal para tal contemplação onde a pouca umidade faz com que as nuvens se formem, possibilitando uma vista límpida e privilegiada das estrelas. Não à toa, vários são os observatórios construídos no local. Pelo mesmo motivo, o clima seco ajuda a preservar o que está no solo.
Desenhos pré-colombianos e restos mortais são lá encontrados em um estado de conservação impressionante. É a partir destas análises que Guzmán, enfim, atinge o ponto central do documentário: revelar as fraturas do passado e ressaltar a necessidade de investigá-las para a vida no presente.
Documentário/Drama de Patricio Guzmán. Com Patricio Guzmán, Gaspar Galaz, Lautaro Núñez.
França, Chile, Espanha, Alemanha, Eua. 1h30.
Sessões às 11h e 16h, na Sala 1 do SESC Santos, com entrada gratuita.
O SESC fica na Rua Conselheiro Ribas, 136, Aparecida.

Mais informações: (13) 3278-9800 

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Exposição “Periódicos Literários de Minas Gerais

Olá, meus amigos, até que enfim a sexta-feira chegou, ufa, semana prá lá de corrida, evento em São Paulo, mas deu tudo certo.
Veja que legal a Exposição Periódicos Literários de Minas Gerais que acontece até dia 31, com entrada gratuita. Espero que apreciem.
Abraços,

Publicações que marcaram época e lançaram grandes escritores são relembradas e celebradas em evento.
Assim se apresentavam os Periódicos Literários, publicações que marcaram a vida cultural e literária não somente de Minas Gerais, como também do Brasil com nomes como Carlos Drummond de Andrade, Emílio Moura, Luiz Vilela, Otto Lara Resende, Hélio Pellegrino, entre tantos outros.


Para celebrar e rememorar essa época, a equipe da Hemeroteca da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa promove a exposição intitulada “Periódicos Literários de Minas Gerais”. A mostra, que também comemora as duas décadas de existência da Hemeroteca da biblioteca,  fica aberta à visitação gratuitamente até o dia 31 de agosto.
A mostra conta com revistas literárias que circularam em Minas nos séculos XIX e XX, que traziam temas que abarcavam, além de literatura, cinema, teatro, artes plásticas, teatro e poema.
São cerca de 30 títulos em seus mais variados volumes, que apresentam ao visitante a cena cultural das respectivas épocas. Compõem a exposição exemplares de A Revista, distribuída nos anos de 1925 e 1926, com direção de Carlos Drummond de Andrade e Emílio Moura. 
Também há raridades como a revista Nenhum, publicada em única edição, no aniversário de 50 anos de Belo Horizonte, em 1947, com edição de Hélio Pellegrino, que conta com poesia, ensaios e contos assinados por Sábato Magaldi, Otto Lara Resende e Murilo Rubião, entre outros.
Outro destaque cabe à revista Tendência, que circulou entre os anos de 1957 e 1962, tendo como editores Affonso Ávila, Fábio Lucas e Rui Mourão.

Serviço:
Exposição ‘Periódicos Literários de Minas Gerais’
Local: Galeria de Arte Paulo Campos Guimarães: Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa - Praça da Liberdade, 21, SP 
Período de visitação: até dia 31 de agosto
Horário: de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h e aos sábados, das 8h às 12h - entrada gratuita
Informações: (11) 3269-1204 

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Como Eu Te Amo - Poema de Elizabeth Barrett Browning

 Olá meus amigos, tenham uma excelente quinta-feira.
Que tal um pouco de romantismo para o dia de hoje?
Como Eu Te Amo, poesia da inglesa Elizabeth Barrett Browning, eu não conhecia essa poetisa, e disponibilizo aqui para quem também gosta de poesia e não conhece a autora.
Abraços, até mais,
Míriam

Amo-te quanto em largo, alto e profundo
Minh’alma alcança quando, transportada,
Sente, alongando os olhos deste mundo,
Os fins do Ser, a Graça entressonhada.


Amo-te em cada dia, hora e segundo:
À luz do sol, na noite sossegada.
E é tão pura a paixão de que me inundo
Quanto o pudor dos que não pedem nada.

Amo-te com o doer das velhas penas;
Com sorrisos, com lágrimas de prece,
E a fé da minha infância, ingénua e forte.

Amo-te até nas coisas mais pequenas.
Por toda a vida. E, assim Deus o quisesse,
Ainda mais te amarei depois da morte.

Elizabeth Barrett Browning
A poetisa inglesa nasceu em Kelloe,  Durham, no dia 06 de março de 1806, da época vitoriana, falecendo em Florença, dia 29 de junho de 1861.
Autora de Sonetos da Portuguesa, reunião de poemas românticos que refletiu sua própria história de amor com o marido, o também poeta Robert Browning.
Um destes poemas (o de número 43) é considerado o mais belo escrito por uma mulher em língua inglesa: Como eu Te Amo.  

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Labirínticos: J. L. Borges e Arquitetura Fantástica II
Curso na Casa das Rosas

A literatura borgesiana inaugura ambientes transmórficos: através de textos-chave* que discutirá o espaço como ficção e sua materialização através do neoplasticismo.
*Serão trabalhados textos originais em espanhol com traduções disponibilizadas.
O curso acontece no domingo, dia 18 de setembro, às 15 horas, no Núcleo Educativo da Casa das Rosas.

Inscrições:
Por ordem de chegada através do e-mail:
ou presencialmente na recepção até preenchimento das vagas. 
Classificação etária: a partir de 15 anos - 20 vagas
A Casa das Rosas fica na Av. Paulista, 37, Bela Vista, São Paulo
Telefones: + 55 (11) 3285-6986/3288-9447

J.L. Borges
Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo foi um escritor, poeta, tradutor, crítico literário e ensaísta argentino de ascendência portuguesa. Em 1914 a sua família mudou-se para Suíça, onde estudou e de onde viajou para a Espanha.

Obra:
O Aleph; O Fazedor; Ficções; O Livro dos Seres Imaginários , e o Livro de Areia, entre outros.

Espero que tenham gostado, é um curso bem interessante e gratuito, como todos que acontecem na Casa das Rosas, e aproveite para conhecer tudo o que o local oferece.
Abraços, até mais,
Míriam