quinta-feira, 31 de dezembro de 2015


Fonte: Wikipédia/Biblioteca Comunitária “Milton José Assumpção”.

Fotos: Le livro website/Good reads/ Memorial da Fama/ Dear-book Net

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Tenham um bom dia.

A Andross Editora está com inscrições abertas até dia 31/01 para a antologia Sabor da paixão.

Veja como participar.

Grande abraço,

Míriam

 

Sabor da paixão

Contos de amor


Um dos primeiros prazeres que sentimos sem dúvida vem da boca: bebês levam tudo à boca. Com o tempo, os prazeres mudam, mas a conexão ainda vem dos lábios, da língua, dos gostos que eles podem sentir, como o doce sabor de um beijo ou de uma lágrima de desilusão escorrida pelo rosto.
Sabor da paixão traz a você as lembranças mais ternas já sentidas quando fala o coração.

 

A antologia é organizada por Leandro Schulai.

Mais informações sobre a participação, acesse:

 


http://www.andross.com.br/livro_envio.php?evto=141



segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Olá meus amigos, tenham um bom início de semana!

Hoje é o aniversário de falecimento de Olavo Bilac, que tenho grande admiração por sua obra, lembrando que foi ele o autor do Hino à Bandeira, dentre tanta coisa boa que escreveu. Por fim, acrescentei uma poesia sobre Natal, aproveitando os dias festivos.

Bem, espero que gostem. Como também fiz Letras, adoro relembrar esses autores e os grandes movimentos literários.

Grande abraço,

Míriam

 

Olavo Bilac: hoje é dia do falecimento do autor

 

Olavo Bilac foi poeta e jornalista. Escreveu a letra do Hino à Bandeira. É membro fundador da Academia Brasileira de Letras, ocupou a cadeira nº 15. Foi um dos principais representantes do Movimento Parnasiano que valorizou o cuidado formal do poema, em busca de palavras raras, rimas ricas e rigidez das regras da composição poética.
Olavo Bilac nasceu no Rio de janeiro, no dia 16 de dezembro de 1865, e faleceu no dia 28 de dezembro de 1918. Estudou Medicina e Direito, sem concluir nenhum dos cursos. Dedicou-se ao jornalismo e à poesia.
Colaborou em vários jornais e revistas como Gazeta de Notícias e Diário de Notícias.
Pertenceu à Escola Parnasiana Brasileira, sendo um dos seus principais poetas. Sua primeira obra foi "Poesias", publicada em 1888. Nela o poeta já estava identificado com as propostas do Parnasianismo. Sua poesia apresentava várias temáticas. Na linha tipicamente parnasiana, escreveu sobre temas greco-romanos. Fez várias descrições da natureza, indicando uma herança romântica.

Dentre os escritos de Olavo Bilac, destacam-se os seguintes:

Antologia poética; Através do Brasil; Conferências literárias (1906); Contos Pátrios; Crítica e fantasia (1904); Crônicas e novelas (1894); Dicionário de rimas (1913); Hino à Bandeira; Ironia e piedade, crônicas (1916); Língua Portuguesa, soneto sobre a língua portuguesa; Livro de Leitura; Poesias (1888); Tarde (1919) - Poesia, org. de Alceu Amoroso Lima (1957); Teatro Infantil; Tratado de Versificação, em colaboração com Guimarães Passos;
Tratado de versificação (1910).

Poesia Natal

Jesus nasceu. Na abóbada infinita
Soam cânticos vivos de alegria;
E toda a vida universal palpita
Dentro daquela pobre estrebaria...

Não houve sedas, nem cetins, nem rendas 
No berço humilde em que nasceu Jesus... 
Mas os pobres trouxeram oferendas 
Para quem tinha de morrer na cruz.

Sobre a palha, risonho, e iluminado
Pelo luar dos olhos de Maria,
Vede o Menino-Deus, que está cercado
Dos animais da pobre estrebaria.

Não nasceu entre pompas reluzentes;
Na humildade e na paz deste lugar,
Assim que abriu os olhos inocentes
Foi para os pobres seu primeiro olhar.

No entanto, os reis da terra, pecadores,
Seguindo a estrela que ao presepe os guia,
Vem cobrir de perfumes e de flores
O chão daquela pobre estrebaria.

Sobem hinos de amor ao céu profundo;
Homens, Jesus nasceu! Natal! Natal!
Sobre esta palha está quem salva o mundo,
Quem ama os fracos, quem perdoa o mal,

Natal! Natal! Em toda a natureza
Há sorrisos e cantos, neste dia...
Salve Deus da humildade e da pobreza
Nascido numa pobre estrebaria.


Fonte: Brasil Escola; Wikipédia; site de poesias

domingo, 27 de dezembro de 2015

Muito bom dia a todos nós e um ótimo domingo.

Feriado prolongado, e fiz muitas coisas nestes dias, sem quase descanso.

Bem, deixo aqui o conto A herança de Júlia Brito, que me inspirei em Charles Dickens.

Espero que gostem.

Grande abraço,

Míriam

 

Conto A herança de Júlia Brito

         Dezembro é um mês, que na literatura, me faz recordar de um dos contos do maravilhoso escritor inglês do século XIX Charles Dickens Conto de Natal. Dickens, que é considerado um dos principais romancistas da era vitoriana na Inglaterra e um dos principais escritores do Realismo Inglês, para mim sempre foi um dos autores que mais me identifico devido a sua crítica social e um dos que mais gosto de ler. Em sua perspicácia aguçada o escritor retratou inúmeras vezes a podridão da sociedade que não só comum em Londres, mas no mundo em geral. Na história em questão, Conto de Natal, Dickens retrata a avareza de um nobre londrino perante a sociedade daquela época.
Com inspiração no famoso escritor (no sentido da podridão das pessoas), em alguns parágrafos relato um conto, que diferente do de Dickens, acentua o interesse humano por bens materiais, deixando de lado o amor e o carinho de uma família.
...
Era uma vez Júlia Brito, administradora de empresas sem filhos que faleceu deixando pequena fortuna.  
         Mas antes disso, Júlia se aposentou aos 60 anos e curtiu bem a vida com o marido Ricardo Augusto, também aposentado. No auge do tão esperado descanso do casal, quando ambos seguiam planos de cultura e viagens, Ricardo teve complicações cardíacas e faleceu. Casados em comunhão universal, a pequena fortuna do esposo ficou para ela.
         Após esse incidente, os parentes mais próximos de Júlia, um irmão e sua família, passaram a mimá-la de toda a forma, para que ela não se sentisse sozinha. E a adulação seguiu-se por 15 anos, período em que Júlia prosseguia a vida, mesmo sem seu grande amor. E no dia 25 de dezembro, Júlia faleceu aos 75 anos, sem nenhuma doença aparente.
         A família em polvorosa logo providenciou o local do velório, no necrotério da Beneficência Portuguesa, e o enterro, no Cemitério Filosofia, em Santos, no jazigo familiar do marido. Nesse dia, aos olhos de amigos e vizinhos da senhora Brito, a querida tia deixou um vazio no coração de sua família.
         Depois de alguns dias, o advogado de Júlia reuniu seus familiares para ler o testamento e inventário deixado por ela. A cena de antes da leitura e depois dela foi daquelas já repercutidas em filmes de Hollywood! As lágrimas dos sobrinhos e irmão no início da conversa foram se transformando em palavrões e maldições, que tristeza!  
         — Velha desgraçada — dizia uma das sobrinhas — a mais velha, ela não deixou nada para mim!
         — Miserável — disse a outra — seguindo-se de palavras de baixo calão, nem o carro ficou em meu nome.
         Já o sobrinho e irmão indignados, disseram entrar com processo, pois deveria ser um erro tudo o que o advogado lia em voz alta e clara.
         — Não há erro algum, dizia Pedro, o advogado. — Os beneficiários da senhora Júlia são Ana Paula, a melhor amiga dela, o asilo o qual ela ajudava como voluntária e que passa por necessidades ameaçando fechar e uma ONG de animais, concluiu o profissional. Esses são os únicos herdeiros de minha cliente, disse o profissional, fechando o testamento para deixar o recinto.
         — Eu sou o herdeiro por lei, isso tudo está errado, eu sou irmão e ela não tem filhos, não pode estranhos e pessoas jurídicas receber a fortuna, brandou o irmão, espumando de ódio.
E dito o fez, o irmão de Júlia conseguiu um bom advogado e o testamento foi marcado para ser discutido em Juízo.
Faltando poucas horas para a apresentação do testamento o advogado e amigo de Júlia se preparava para a audiência. — Se eu tivesse algo a comprovar tudo o que ela deixou por escrito seria bem melhor, — pensava ele. Fechando a pasta com os documentos e pegando a chave do carro para sair, Pedro sentiu uma forte tontura e sentou-se no sofá. De repente, como num flash, ele lembrou-se da última noite de Natal em que a amiga Júlia passou em sua casa e de quando ela gravou um vídeo caseiro falando sobre o testamento.
Na audiência, o juiz aceitou a evidência.
— Meu nome é Júlia de Brito Nascimento e sei que estão assistindo este vídeo por causa do resultado do testamento. Embora nos últimos 15 anos eu tenha sido bajulada por minha família, nunca fui querida por eles. Há muitos anos desde a infância de meus sobrinhos todos nunca se importaram comigo, e sim, por bons presentes que ganhavam sempre. Eu e minha mãe, a avó, éramos deixadas de lado o tempo todo e ela ainda foi abandonada por todos vocês na velhice.  — Júlia foi contando toda a decepção e o jogo de interesses de todos eles.
...
— E assim eu encerro esse áudio lamentando ter conhecido vocês e deixando os meus bens conquistados e de meu marido aos meus beneficiários que têm todo o meu carinho e proteção. Adeus, e espero que vocês reflitam sobre tudo o que ouviram, que sintam, lá no fundo do coração o quão cruéis e interesseiros foram e muitas vezes me fizeram sofrer. — Finalizava assim Júlia a sua vontade terminando com a seguinte frase:
— Não é a ligação de sangue e de parentesco que é importante, e sim, o elo que você tem com as pessoas que realmente se importam e gostam de você, esses sim são os verdadeiros irmãos de alma e de coração, disse Júlia.
O juiz analisou o áudio achando-o válido e encerrou o caso.
O irmão de Júlia disse um monte de bobagens após ter perdido a ação e a família deixou a audiência excomungando a irmã e a todos.
Pedro, antes de partir, agradeceu ao juiz e comentou sobre tudo o que presenciaram e ele tinha a plenitude de que justiça havia sido feita.
        

Na verdade, para mim, é melhor a liberdade da literatura do que a verdade Jurídica.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Olá meus amigos, que bom poder recebê-los neste lindo dia de Natal. Que o Papai Noel tenha visitado sua casa e deixado presentes, e, o mais importante, paz, saúde e força para aguentarmos este mundo tão conturbado.

Para comemorar o dia especial de hoje, que tal uma poesia de Charles Dickens? Ou então leia sobre o Conto de Natal, veja só, acesse a revista Conexão Literatura para saber mais.

Enfim, tenham um excelente dia.

Grande beijo,

Míriam

 

Poesia de Natal

Charles Dickens

 

Feliz, feliz Natal, que nos traz de volta as ilusões da infância, recorda ao idoso os prazeres da juventude e transporta o viajante de volta à própria lareira e à tranquilidade do seu lar.

 

Conto de Natal

Charles Dickens, de 1951

O filme também é conhecido como Scrooge, de 1951, é uma adaptação da obra de Charles Dickens que também leva o mesmo nome. A história conta a história de um homem  mesquinho que tem a oportunidade de se redimir na noite de natal ao ser assombrado por diversos fantasmas.

Para saber mais sobre essa famosa história de Dickens, acesse a revista Conexão Literatura, que destaca o autor em sua 6ª edição.

Acesse:

 


 

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015



Fonte: Escola Kids Uol / Blog Sapere Aude! Livros

Fotos: Mercado Livre/ Blog Sapere Aude! Livros/ Blog Listas Literárias  

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Tenham um excelente dia meus amigos.

Vejam que legal: Mostra de Cinema Edgar Allan Poe, que conta com filmes, longas, médias e curtas-metragens, baseados nos contos e poemas do autor Edgar Allan Poe, com um debate ao final do evento.

Eu achei muito interessante e legal.

Bem, por hoje é só.

Grande abraço,

Míriam

 

Mostra de Cinema Edgar Allan Poe

 

A Mostra de Cinema Edgar Allan Poe – Para além da Literatura, consiste em uma mostra de filmes, longas, médias e curtas-metragens, baseados nos contos e poemas do autor Edgar Allan Poe, com um debate ao final do evento. A mostra acontecerá nos dias 13 e 14 de janeiro de 2016, no Centro Cultural Justiça Federal, com entrada franca.
A Mostra irá apresentar as influências do contista americano no universo audiovisual, expondo para os amantes do seu trabalho o estilo de Poe transcendendo as páginas dos livros e ganhando vida nas telas de filmes de cinegrafistas. A mostra conta com filmes, não só internacionais, como nacionais, evidenciando as influências do autor também no Brasil.
O projeto é uma realização de seis estudantes do 6º período de Produção Cultural do IFRJ – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, que juntas com dedicação e um sonho, tiraram a ideia do papel e a transformaram em dois dias de exibição de filmes e debate.
Para conseguir realizar o projeto com êxito e no formato idealizado, precisamos do apoio de todos!
Por isso cada participação é fundamental para que juntos possamos viabilizar as etapas, alcançando nosso objetivo e proporcionando aos amantes de cinema, da literatura de Edgar Allan Poe e ao público geral, momentos para assistir a importantes produções cinematográficas - sendo uma delas inclusive estreia no Brasil! - e promover debate e diálogos sobre o autor com a presença do diretor cinematográfico curitibano Paulo Biscaia Filho.

 

Acesse e saiba mais sobre o projeto, sobre Poe e a programação:

https://www.catarse.me/pt/cinemaedgarallanpoe

http://poesclub.blogspot.com.br/

 

domingo, 20 de dezembro de 2015

Olá meus amigos, que o domingo seja proveitoso para todos nós.
Por conta de meu lindo gatinho Chorão, que está doente, tenho ficado muito em casa aos finais de semana, e isso significa mais tempo para ler, ou escrever, ou assistir filmes. Então, comecei a ver a serie britânica Jekyll & Hyde e estou gostando. A trama se baseia na antiga história do Médico e o monstro, um maravilhoso clássico da literatura mundial.

Bem, fica aí a dica.

Grande abraço,

Míriam

 

Serie Jekyii & Hyde

 

Jekyll & Hyde é uma serie britânica de TV que consiste em 10 episódios, que começou a ser exibida em ITV no ​​Reino Unido em 25 de outubro deste ano.
A trama se passa em 1930 em Londres e Ceilão tendo como foco Robert Jekyll, o neto de Dr. Jekyll.
Robert Jekyll segue em busca para descobrir sua verdadeira identidade e da natureza da história maldita de sua família.
Jekyll herdou a maldição de seu avô, e quando irritado ou em perigo, ele empreende uma transformação para se tornar Hyde, um sombrio, figura ninhada de incrível força e agilidade; confiante e destemido. Enquanto ele tenta descobrir seu passado e procurar uma cura.

 

Elenco: Tom Rhys Harries, Hyam, 

 

O médico e o monstro, de 

Roberto Louis Stevenson

 

Todo mundo tem um lado bom e um lado mau. Com essa ideia em mente, Robert Louis Stevenson criou uma das mais famosas histórias de terror e suspense da literatura. 
O médico e o monstro conta passo a passo como o Dr. Jekyll, um respeitado médico inglês, vai se afastando do convívio com os amigos, ao mesmo tempo em que o assustador e misterioso Sr. Hyde parece ter cada vez mais influência sobre ele. A partir do momento em que alguns crimes brutais passam a assustar os moradores da Londres do século XIX, um amigo do Dr. Jekyll, o advogado Utterson, começa a suspeitar que algo muito estranho está acontecendo e inicia sua própria investigação.
O médico e o monstro, publicado pela primeira vez em 1886, se tornou um sucesso instantâneo e trouxe celebridade a Robert Louis Stevenson, que abordou de forma engenhosa um tema tão complexo como o da divisão interna do indivíduo.
O escocês Robert Louis Stevenson é considerado um dos maiores escritores da literatura mundial. Inexcedível no gênero de romances de aventuras é autor de A ilha do tesouro, um dos livros mais célebres de todos os tempos (1883). 
O médico e o monstro é um clássico entre os clássicos de horror e mistério. Stevenson escreveu ainda O raptado, As aventuras de David Balfour, O morgado de Ballantrae, entre outros. 

sábado, 19 de dezembro de 2015

Muito bom dia e bom sábado a todos nós.
Hoje é dia do Sarau Virtual Caixa de Poemas, que traz poesias, contos e fotos, entre outros.
O homenageado do mês é o poeta Edvaldo Rosa.
Participe! Prestigie!

Grande abraço,

Míriam

 

40º Sarau Virtual Caixa de Poemas

Começa hoje e só termina na segunda

 

O sarau virtual acontece no terceiro sábado de cada mês a partir das 10 horas e vai até às 22 horas de segunda-feira (Horário Oficial do Brasil). Homenageado do mês: Edvaldo Rosa. Grande oportunidade de participar de importante evento repleto de poesias, fotos, entre outras apresentações.

 

Acesse: https://www.facebook.com/groups/735183419902746/

https://www.facebook.com/groups/caixadepoemas/

 


Apoiadores:
O Mantus Morte transmite ao vivo o sarau a partir das 23 horas, sempre no terceiro sábado de cada mês, no programa "ALTO IMPACTO", WWW.MROCK.COM.BR


Programa: "ROCK, BALADAS & POEMAS', na MROCK
Sábados às 20 horas e domingos, reprises às 14 horas e 21 horas, com apresentação de Carlos Benethi e Manoel Hélio.


Programa: "ROCK, BALADAS & POEMAS", na RÁDIO REPRESA FM às segundas-feiras, das 20h às 22h, com o poeta Manoel Hélio, transmitindo ao vivo o sarau virtual na segunda-feira (23/11/2015). Acesse:


WWW.RADIOREPRESA.COM

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Olá meus amigos, graças a Deus a sexta-feira chegou! Mas estarei de plantão neste final de semana.
Recebi o convite da exposição Provocações Urbanas em Todos os Tons de Cinza e disponibilizo aqui na página. A entrada é gratuita.
Bem, por hoje é só.
Abraços,

Míriam

 

Provocações Urbanas em Todos os Tons de Cinza

 

Até o dia 31 de janeiro você pode conferir a mostra do artista plástico Ademir Fontana que expõe na Galeria de Arte Braz Cubas, com o título "Provocações Urbanas em Todos os Tons de Cinza", que tem curadoria de Nivio Mota.


Arquiteto, cenógrafo, figurinista e carnavalesco, Fontana utilizou temas contemporâneos, como a tragédia ambiental na cidade de Mariana, para compor as 20 telas que fazem parte da exposição.
Na parte técnica, o artista se inspirou na arte urbana do nova-iorquino Jean-Michael Basquiat, presente no quadro Coroa.
A visitação ocorre de segunda a sexta-feira, das 10h às 20h, e nos sábados e domingos, das 15h às 21h.         

Serviço
Provocações Urbanas em Todos os Tons de Cinza
Quando: até dia 31 de janeiro
Local: Galeria de Arte Braz Cubas - Av. Pinheiro Machado, 48, Vila Mathias, Santos
Horários: de segunda a sexta-feira, das 10h às 20h, sábados e domingos, das 15h às 21h
Entrada gratuita


Fonte: jornal A Tribuna online

 

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Olá meus amigos, tenham uma excelente quinta-feira.
E hoje é dia da coluna da revisora Bernadete Bernardo, que nos brinda com excelente texto sobre o escritor Umberto Eco, que eu adoro.
Seu grande sucesso, O Nome da Rosa, foi adaptado para o formato cinematográfico, em 1988, por Jean-Jacques Annaud, no qual o protagonista, Baskerville, foi vivido por Sean Connery”, diz Bernadete.
Bem, por hoje é só.
Abraços,

Míriam

 

Coluna da revisora 

Bernadete Bernardo


 

O escritor, filósofo e linguista italiano Umberto Eco nasceu no dia 5 de janeiro de 1932, na cidade de Alexandria, em Piemonte, na Itália. Famoso mundialmente por seus escritos sobre semiótica, estética medieval, comunicação de massa, linguística e filosofia, ele também trilhou uma concreta trajetória como mestre de Semiótica na Universidade de Bolonha, além de dirigir a Escola Superior de Ciências Humanas nesta mesma instituição.
Ele atuou como colaborador, ao longo de sua carreira, em várias publicações acadêmicas, assina uma coluna semanal no L’Espresso e escreve para La Repubblica. Na literatura ele iniciou em 1980, já com uma obra que o consagrou, O Nome da Rosa. Seguiram-se a este lançamento O Pêndulo de Foucault (1988), A Ilha do Dia Anterior (1994) e Baudolino (2000).
Umberto Eco começou a sua carreira como filósofo sob a orientação de Luigi Pareyson, na Itália. Seus primeiros trabalhos dedicaram-se ao estudo da estética medieval, sobretudo aos textos de S. Tomás de Aquino. A tese principal defendida por Eco, nesses trabalhos, diz respeito à ideia de que esse grande filósofo e teólogo medieval, que, como os demais de seu tempo, é acusado de não empreender uma reflexão estética, trata, de um modo particular, da problemática do belo.


A partir da década de 1960, Eco se lança ao estudo das relações existentes entre a poética contemporânea e a pluralidade de significados. Seu principal estudo, nesse sentido, é a coletânea de ensaios intitulada Obra aberta (1962), que fundamenta o conceito de obra aberta, segundo o qual uma obra de arte amplia o universo semântico provável, lançando mão de jogos semióticos, a fim de repercutir nos seus intérpretes uma gama indeterminável, porém não infinita de interpretações. Outros textos ensaísticos deste autor vêm à luz: Apocalípticos e Integrados (1964) – sobre a cultura massificada -, A Estrutura Ausente (1968), As Formas do Conteúdo (1971), Tratado Geral de Semiótica (1975), Seis Passeios pelos Bosques da Ficção (1994) e Sobre a Literatura (2003).
Nos anos 70, Umberto Eco viu suas veredas acadêmicas serem cruzadas pela expressão ‘Semiótica’, descoberta no filósofo John Locke, aderindo assim à concepção anglo-saxônica desta disciplina, deixando de lado a visão semiológica adotada por Saussure. Ele busca também sua visão renovada da semiótica nos conceitos de Kant e Peirce, o que se pode verificar nas obras As Formas do Conteúdo (1971) e Tratado Geral de Semiótica (1975). Deste caminho teórico, Eco parte para a discussão sobre o esforço de interpretação textual por parte dos leitores, aprofundada em seus estudos Lector in fabula (1979) e Os limites da interpretação (1990), em que ele sustenta a visão de que as criações literárias necessitam da colaboração dos que as lêem para serem compreendidas.
Além dessa carreira universitária, Eco ainda escreveu cinco romances, aclamados pela crítica e que o colocaram numa posição de destaque no cenário acadêmico e literário, uma vez que é um dos poucos autores que conciliam o trabalho teórico-crítico com produções artísticas, exercendo influência considerável nos dois âmbitos.
Seu grande sucesso, O Nome da Rosa, foi adaptado para o formato cinematográfico, em 1988, por Jean-Jacques Annaud, no qual o protagonista, Baskerville, foi vivido por Sean Connery.

Fonte: Wikipédia/ Infoescola
Fotos: The Sunday Times/ Umberto Eco/ Blog Tudo de bom mermmo / Blog Constantinos Kyriakis/ Pinterest

 

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Olá meus amigos, tenham uma excelente quarta-feira.
Remexendo em pasta de poesias, me deparei com essa de Charles Chaplin que acho maravilhosa e uma boa lição de vida, então, disponibilizo aqui para vocês.
Bem, por hoje é só.
Abraços,

Míriam

 

Quando me amei de verdade

Charles Chaplin

 

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E, então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome: autoestima…

Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades. Hoje sei que isso é: autenticidade… 

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de: amadurecimento…

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é: respeito…

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o Futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é: plenitude…

Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Tudo isso é…. Saber Viver !!!

Não devemos ter medo dos confrontos… Até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas.