sábado, 4 de abril de 2015

Olá meus amigos, tenham um excelente sábado.

Analisando as coisas trágicas da Semana Santa, resolvi escrever uma crônica sobre o assunto, que disponibilizo aqui para vocês.

Grande abraço,

Miriam


Crônica
Fogo divino na Semana Santa

Iniciamos a Semana Santa com a “bruxa solta”, nossa, falar de bruxa num período cristão como esse é tão ínfimo assim como a histórica Guerra Santa, pois se é santa, não haveria de ser guerra, não é? Mas deixando essa polêmica de lado, não posso me ausentar de comentar sobre os incidentes tristes que iniciaram o feriadão da Paixão de Cristo neste abril de 2015.
Eu moro na Baixada Santista, na cidade de Santos, e na quinta-feira, lá pelas 10 horas da manhã, um incêndio de grandes proporções tomou conta de vários tanques de combustíveis da Ultracargo, na área industrial do bairro Alemoa, na entrada da Cidade, que movimentou toda a mídia, bombeiros, moradores, e de vários pontos de Santos e até de Praia Grande a enorme nuvem negra que pairou no céu pode ser avistada.
Não bastasse, também as chamas atingiram na Sexta-Feira Santa, uma unidade da General Electric (GE) em Louisville, nos Estados Unidos; e, em São Paulo, fogo também em um galpão em Itaquera. Em nenhum dos casos não há relatos de feridos, pelo menos isso, não é?
Apesar dessas notícias, prefiro acreditar que o fogo simboliza a vida, a iluminação, o espírito, e tanto no Ocidente como no Oriente, ele é um símbolo regenerador e purificador, e o significado sobrenatural do fogo vai desde as almas errantes até o espírito divino.   
Em meio a tanta violência no mundo perdida na selvageria e na brutalidade que vem acometendo a Humanidade, sinto isso como um momento de purificação divina e num aviso dos céus, uma mensagem para que tenhamos mais paz e amor em nossos corações, e também com nossos irmãos, pois, afinal, somos todos filhos do homem, de Deus e da boa vontade.  

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