sábado, 31 de janeiro de 2015

Olá meus amigos, tenham um excelente sábado.

Ontem foi comemorado o Dia do Quadrinho Nacional e a boa notícia é que nessa data foram empossados os primeiros artistas membros da Academia, achei fantástico e compartilho com vocês.

Grande abraço,

Miriam

 

Primeiros membros da Academia Brasileira de Quadrinhos

Ontem foi o Dia do Quadrinho Nacional, que marca o aniversário do lançamento da primeira HQ brasileira, As Aventuras de Nhô-Quim & Zé Caipora de Angelo Agostini.

E neste dia foram empossados no Rio de Janeiro os primeiros artistas membros da ABRAHQ, a Academia Brasileira de Histórias em Quadrinhos, com 20 artistas, incluindo nomes como Gedeone Malagola, Jayme Cortez, Flavio Colin, Edmundo Rodrigues e Francisco Ferreth. Como alguns dos homenageados já faleceram, a Academia empossará alguns artistas da atualidade que ocuparão as cadeiras nomeadas em honra aos mestres citados, no mesmo molde da Academia Brasileira de Letras.

A ideia da academia é de Agata Desmond, co-fundadora da marca HQ Forever, que tem como objetivo preservar a memória dos quadrinhos brasileiros e unir os profissionais pela valorização da profissão de quadrinistas.


A cerimônia ocorreu na Rua das Palmeiras nº 13, em Botafogo, presidida pelo ator e diretor de teatro Fernando Resky.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Bom dia a todos e tenham uma excelente sexta-feira!

Quando navegava na página Livro Destaque, li e gostei da poesia de António Corvo e disponibilizo aqui para vocês.

Espero que gostem.

Grande abraço,

Miriam

 

Poesia de António Corvo

 

No dia em que saí do estaleiro
Batizada de champanhe com teu nome
— molhada de álcool e de homem —
Recebeu-me o oceano por inteiro
Fui de um a outro continente
De calmaria a tempestade
Às vezes sem a menor vontade
À deriva, vento em popa, contente
Ah, tantos portos e pessoas conheci
Fui de carga, reboque e passageiro
Ora às correntes, ora ao timoneiro
Naveguei, soçobrei, adernei, (vi)vi
Então um dia uma onda traiçoeira
— Não duvido, inveja de sereia —
Levou-me à praia em cuja areia
Escrevemos nossos nomes, noite, candeia
Aquele mar que de tão raso
Revelava meu próprio casco
Prendeu-me ao fundo por descaso
— navio na garrafa, frasco —
Nua maré baixa
Vestido d’água maré alta
Transparente de qualquer modo
Afogada de mar, sufocada de ar
Só sobrou-me a carcaça
Que do tempo por trapaça
Enferruja, corrói e dói 
Com a maresia úmida e salgada
Que já traguei da tua boca
S/ua
O/utrora
S/ua

Para saber sobre o autor, acesse:

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Tenham uma excelente quinta-feira.

Vejam que legal a relação dos 10 melhores escritores de terror, listados no blog Listas Literárias, achei interessante e disponibilizo aqui na página. Se você tem algum autor do gênero que queira compartilhar, me passe por e-mail para eu relacioná-lo.

Grande abraço,

Miriam

 

Os melhores escritores 

de terror de todos os tempos


O Terror é um gênero que agrada muita gente e não é de hoje que vários filmes e livros são lançados anualmente. Abaixo, os 10 melhores escritores listados pelo blog Listas Literárias, gostei muito da relação, e alguns, mais do que justo.
Em primeiro, sempre ele, Edgar Allan Poe!

 

1 - Edgar Allan Poe: Considerado o precursor e pai do gênero, o que por si só o colocaria no topo, mas o fato que os contos de Poe são de um terror narrado de forma inteligente e astuta, e mergulham o leitor num mundo intrincado e tramas originais e assustadoras.

2 - Stephen King: É possível dizer que é o principal nome do gênero vivo. King é referência quando se fala em terror, e suas obras só ganham mais adeptos com a capacidade que elas têm de ganhar as telonas. Com uma grande capacidade de fazer sangrar as páginas, ele toca diretamente o cérebro do seu leitor com imagens muito vívidas.

3 - H. P. Lovecraft: Um dos mais celebrados autores de horror sua obra marcadamente gótica mesclando estruturalmente com as formas da ficção científica é um dos autores que mais tem influenciado novos escritores. O mito em torno do autor é tão grande que não raro recebeu homenagens por bandas como Iron Maiden e Metallica.

 4 - Bram Stocker: Embora hoje os vampiros praticamente sejam um gênero a parte do horror, tudo começou com esse cara e seu Conde Drácula, que a partir disso deram vida longa ao horror inspirando algumas centenas de adaptações e influências.

 

5 - Clive Barker: Capaz de conceber histórias inimagináveis, sua obra muitas vezes toma-se pela insanidade. É um autor complexo e sádico.

6 - Mary Shelley: Integrante da primeira turma do horror da literatura, no início de tudo, foi capaz de criar um dos grandes mitos do horror, Frankenstein.

7 - Dean Koontz: Um autor polêmico para a lista, pois não é unanimidade no gênero, muito devido ao fator de que quando ele erra a mão, erra feio. Mas isto também serve para seus acertos, pois quando Koontz acerta, faz merecer tal lembrança.

8 - Jonathan Maberry: Autor americano bastante versátil tem num de seus principais livros a obra Paciente Zero, que está entre os principais livros de zumbis.

 

9 - Richard Matheson: Seu romance Eu Sou a Lenda frequenta quase todas as listas de melhores livros de terror, e um dos fatores para tê-lo na lista é que o autor ao escrever dedica-se integralmente a cada trabalho.
 
10 - Anne Rice: Sabemos que os vampiros são eternos, e Rice colabora com isso. Mas não só de vampiros vive a autora, que também escreve sobre bruxas e fantasia. 

 


Fonte: Blog Listas Literárias

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

 

Olá amigos, que o dia seja produtivo para todos nós.

Para matar a saudade dos fãs de Carlos Heitor Cony deixo aqui na página uma crônica Receita padrão de adultério, e espero que gostem.

Abraços e até amanhã,

Miriam

 

Receita padrão de adultério

Carlos Heitor Cony

 

NÃO SUPORTOU mais e foi procurar o amigo escritor. Era amizade antiga, mas distante. De há muito o considerava um péssimo caráter, capaz de cometer qualquer miséria desde que tivesse lucro com uma mulher ou com um assunto que lhe desse inspiração. Aproveitava-lhe a sabedoria, mas evitava contagiar-se com a devassidão de sua vida abominável.
Ele desejava mudar o nome do prédio onde morava (Babilônia), aconselhara-se com o amigo, haveria uma reunião de condomínio e o escritor incentivou-o, que fosse formidando ao fazer a proposta.
- Formidando? Quê que é isso?
- Uma expressão clássica, Raul Pompéia usava muito em "O Ateneu", o professor Aristarco era formidando. Significa formidável, feroz, tonitruante.
- É isso aí! Serei formidando!
A reunião foi numa sexta-feira, à noite, nada teve de formidanda. No sábado, ele voltou ao amigo.
- Como é? Você foi formidando?
- Formidando uma ova! Foi um desastre!
- Mas por que diabo você quer mudar o nome do prédio?
Abriu-se. Pela primeira vez na vida, abria-se.
Tinha medo de ser traído. Sabia que as mulheres depois de certa idade sofriam crises, as tentações eram muitas. Ele achava que o nome "Babilônia" era um péssimo agouro. Mas reconhecia que não adiantava mudar o nome do prédio.
- É. Não resolve mesmo, admitiu o amigo.
- Você seria capaz de dar em cima da minha mulher?
A pergunta, à queima-roupa, desorientou o escritor, que apesar de cínico não estava preparado para ela.
- Não. Ela é muito magra.
- Era. Agora engordou um pouco.
Para ser fiel ao papel de cínico, o amigo novamente admitiu:
- Bem, se está no ponto, por que não?
- Você gosta de mulher gorda?
- Nada disso. Mas mulher magra foi uma impostura dos costureiros, dos modistas. São, em geral, pederastas. Odeiam a mulher. Querem os homens todos para eles e o melhor modo de eliminar a concorrência é obrigar a mulher a ficar ossuda, sem carnes. As idiotas fazem regime, ficam com as pernas que parecem palitos, a bunda vira uma tábua. Não é à toa que os homossexuais terminam levando vantagens. Agora, veja, as fêmeas bíblicas, a mulher das Escrituras, as mulheres de Renoir, de Rubens, as madonas, a "Fornarina" de Rafael...
- Bem, eu não entendo muito disso, mas acho que você tem razão.
- Uma porrada de razão! Os homens gostam e se casam com mulheres magras para a exibição, o jogo social. Na hora de rebolar na cama, preferem as gordinhas, as falsas magras...Todas as amantes dos meus amigos são assim...
- Eu não tenho amantes, Otávia me basta.
O amigo ia dizer qualquer coisa, freou-se a tempo.
- Você acha que sua mulher seria capaz de um adultério?
- Sei lá.
- Bom, em princípio todas as mulheres são capazes disso. Elas têm a matéria-prima do adultério: o sexo e o marido. Falta apenas o beneficiamento, que é o terceiro elemento, o amante, que não é difícil de encontrar. Mas fique sabendo, nenhuma mulher nasce adúltera, como os poetas que nascem poetas. Ela se faz, como os oradores. Ou melhor, o marido é que a faz adúltera.
- Você já cometeu adultério?
O amigo fingiu que não ouvira bem, mesmo assim tirou o corpo fora:
- Eu sou solteiro!
- Não é isso que quero dizer. Pergunto se você já cometeu adultério com alguma mulher casada?
- Que eu saiba, não. Não gosto de adultérios. Eles precisam de hotéis sórdidos, exigem códigos ridículos, praticam ritos abomináveis, dificilmente se comete adultério em paz de espírito.
- Isso é necessário? Essa paz de espírito?
- Tanta mulher no mundo, porque escolher uma que pode dar problema?
- O problema pode compensar.
Calaram-se por um tempo. O escritor ofereceu um uísque.
- Bem, por hoje chega. Aprendi bastante. Outro dia apareço.
- Você tem lido meus livros? -a pergunta foi também à queima-roupa.
- Não. Otávia acha-os indecentes e eu termino escondendo-os. Na última mudança, sumiram.
- Ainda bem. Qualquer que seja a solução do seu caso, mantenha-me informado. Você pode me dar bom assunto.

 


Carlos Heitor Cony é jornalista, escritor brasileiro e membro da Academia Brasileira de Letras desde 2000.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Bom dia amigos, a moleza acabou e hoje é dia de trampo!

Bem, para quem adora Edgar Allan Poe, tem mais uma tirinha sobre ele.

Espero que gostem.

Abraços,

Miriam

 

Nova tirinha do Poe: "Nunca Mais!", por Sandro Zambi e Ademir Pascale

 

Mais uma tirinha sobre Edgar Allan Poe escrita por Ademir Pascale e desenho de Sandro Zambi.

E assim, histórias do famoso escritor Poe estão sendo contadas.

Vamos aguardas as próximas.



 

Conheça o blog sobre Poe, acesse:


http://poesclub.blogspot.com.br/2015/01/nova-tirinha-do-poe-nunca-mais-por.html

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Olá meus amigos, hoje é dia da cidade de Santos e feriado! Bom, terei mais um dia de folga, maravilha!

Bem, neste final de semana estive novamente visitando o Museu de Arte Sacra de Santos e fiquei sabendo que terá uma apresentação musical nesta terça-feira, legal porque é muito bonito o museu e bem interessante.

Bem, essa é minha dica cultural de hoje.

Grande abraço,

Miriam

 

Apresentação no Museu de 

Arte Sacra nesta terça-feira


O Quarteto de Cordas Martins Fontes, criado em 1976, se apresenta nesta terça-feira (27), às 19 horas, no Museu de Arte Sacra de Santos, com clássicos da música de concerto e de câmara.

Desde 1982, compõe os corpos estáveis da Secretaria de Cultura (Secult). O Quarteto tem se destacado fazendo participações em conceituados eventos culturais,
como exposições e lançamentos de livros. Também faz regularmente concertos didáticos em escolas das redes pública e privada. 

Serviço:
Apresentação do Quarteto de Cordas Martins Fontes
Quando: terça-feira, dia 27, às 19h
Local: Museu de Arte Sacra - Rua Santa Joana D'Arc, 795, Morro São Bento, Centro, próximo da Rodoviária de Santos
Entrada gratuita

sábado, 24 de janeiro de 2015

Bom dia a todos vocês, queridos amigos.

Que o sabadão seja excelente para todos nós!

Vejam que legal, neste fim de semana a Pinacoteca do Estado, em especial ao aniversário de São Paulo, conta com programação especial e gratuita, vale a pena.

Espero que gostem da dica cultural de hoje.

Grande abraço,

Miriam

 

Exposição especial na 
Pinacoteca do Estado

Neste fim de semana, a Pinacoteca do Estado de São Paulo conta com o apoio da Sabesp na exposição "Roberto Burle Marx: uma vontade de beleza" a mostra exibe cerca de 80 obras, que oferece um panorama da sua diversificada produção artística.

Com programação especial em comemoração ao aniversario da cidade, a Pinacoteca tem entrada gratuita o dia todo, além de um horário de funcionamento especial.

O grande destaque fica por conta da exposição do australiano Ron Muek, que expõe suas pequenas e gigantescas obras que sempre impacta com figuras humanas de grande realismo.

Horário especial:
A Pinacoteca estará com um programação para lá de especial para comemorar os 461 anos da cidade.
Neste final de semana, o museu terá entrada gratuita e funcionará até mais tarde. No sábado, 24, até às 22h e, no domingo, 25, até às 20h.
Também o espaço recebe a visita de convidados muito especiais, os food trucks Box da Fruta, Brigaderô, Fratelli Gelato, Calçada, Rolando Massinhas e Rolando Churrinho. Eles estarão na área em frente ao museu, hoje, das 15h às 21h e, no domingo, das 13h às 19h.
E de presente para quem adora São Paulo, o catálogo do Ron Mueck estará com 50% de desconto, por R$ 20,00, somente neste fim de semana e na loja da Pinacoteca.

Local:
Pinacoteca do Estado de São Paulo - Praça da Luz, 2,  Luz, São Paulo
Telefone: (11) 3324-1000

 



sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Bom dia a todos vocês, queridos amigos.

A sexta-feira chegou! Já era hora e aqui em Santos, segunda é feriado, dia da cidade.

Vejam que interessante, um renomado artista paulistano expõe esculturas gigantes ao lado do Emissário Submarino a partir de hoje. Vou lá conferir no final de semana!

Gostei da novidade, voltada a questões ambientais.

Grande abraço,

Miriam

 

Obras gigantes no 
Emissário Submarino

O renomado artista paulistano, Eduardo Srur, expõe sua intervenção urbana “PETS”, no trecho ao lado do Parque Municipal Roberto Mário Santini (Emissário Submarino), a partir desta sexta-feira (23) até 1º de fevereiro.
A mostra é composta por esculturas gigantes na forma de garrafas de refrigerante, idealizadas por Srur, e já esteve às margens do rio Tietê, em 2008, e na represa Guarapiranga, em 2012, em São Paulo.
Para o artista, a exposição cria uma narrativa de esculturas que surgem nas margens de um rio metropolitano contaminado. Depois, reaparece nas águas da represa que abastece a cidade e, finalmente, encontra seu destino no mar.
As intervenções artísticas de Eduardo Srur  fizeram que o artista se destacasse no meio, pois suas obras se utilizam do espaço público para chamar a atenção para questões ambientais e o cotidiano nas metrópoles, sempre com o objetivo de ampliar a presença da arte na sociedade e aproximá-la da vida das pessoas.
‘PETS’ tem apoio da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, por meio do Proac, com o patrocínio da empresa Leo Madeiras. A Prefeitura de Santos também é apoiadora da iniciativa.

Fonte: A Tribuna On-line, dia 21/01/2015 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Olá amigos, tenham uma excelente quarta-feira.

Ontem, no Em Pauta, gostei muito da poesia Blues do Funeral, de W. H. Auden, declamada pelo jornalista Jorge Pontual. Como eu não conhecia esse poeta inglês resolvi colocar a poesia aqui na página e compartilhar com vocês, e espero que apreciem.

Grande abraço,

Miriam

 

Blues Fúnebres

Parem todos os relógios, desliguem o telefone, 
Evitem o latido do cão com um osso suculento, 
Silenciem os pianos e com tambores lentos 
Tragam o caixão, deixem que o luto chore. 

Deixem que os aviões voem em círculos altos 
Riscando no céu a mensagem: Ele Está Morto, 
Ponham gravatas beges no pescoço dos pombos brancos do chão, 
Deixem que os polícias de trânsito usem luvas pretas de algodão. 

Ele era o meu Norte, o meu Sul, o meu Leste e Oeste, 
A minha semana útil e o meu domingo inerte, 
O meu meio-dia, a minha meia-noite, a minha canção, a minha fala, 
Achei que o amor fosse para sempre: Eu estava errado. 

As estrelas não são necessárias: retirem cada uma delas; 
Empacotem a lua e façam o sol desmanchar; 
Esvaziem o oceano e varram as florestas; 
Pois nada no momento pode algum bem causar. 

Funeral Blues (1936)

Stop all the clocks, cut off the telephone,

Prevent the dog from barking with a juicy bone,
Silence the pianos and with muffled drum
Bring out the coffin, let the mourners come.

Let aeroplanes circle moaning overhead
Scribbling on the sky the message He Is Dead,
Put crêpe bows round the white necks of the public doves,
Let the traffic policemen wear black cotton gloves.

He was my North, my South, my East and West,
My working week and my Sunday rest,
My noon, my midnight, my talk, my song;
I thought that love would last for ever: I was wrong.

The stars are not wanted now: put out every one;
Pack up the moon and dismantle the sun;
Pour away the ocean and sweep up the wood;
For nothing now can ever come to any good.

W. H. Auden 
Nasceu em York, Inglaterra, em 1907. Mudou-se para Birmingham na infância e estudou no Christ's Church, em Oxford. Quando jovem, era influenciado pelas poesias de Thomas Hardy, Robert Frost, William Blake e Emily Dickinson.

Em 1928, Auden publicou seu primeiro livro de versos e sua coleção "Poemas", publicada em 1930, o que o colocou no topo da nova geração de poetas. Era admirado pela sua técnica e habilidade em escrever poemas em todas as formas imagináveis, pela incorporação em suas obras de elementos cultura popular e eventos atuais e também por seu vasto intelecto. Sua poesia freqüentemente reconta, literal ou metaforicamente, uma jornada ou aventura, e suas viagens acabaram servindo como rico material para seus versos.

Visitou a Alemanha, China, serviu na guerra civil espanhola e em 1939 mudou-se para os Estados Unidos, tornando-se, mais tarde, cidadão americano. Manteve um relacionamento aberto com Chester Kallman, nada fazendo para ocultar sua homossexualidade.

Suas crenças mudaram muito entre o período de sua jovem carreira na Inglaterra (onde era adepto do socialismo e da psicanálise Freudiana) e sua fase posterior, na América, quando sua principal preocupação passou a ser o cristianismo e a teologia do protestantismo.

Auden era também dramaturgo, editor e ensaísta. Considerado o maior poeta inglês do século XX, seu trabalho influenciou as gerações seguintes, dos dois lados do Atlântico.

Foi Chanceler da Academia de Poetas Americanos de 1954 a 1973 e dividiu a segunda parte da sua vida nas residências de Nova York e Áustria. Faleceu em Viena, em 1973.

Poesia:
Poems (1930)
The Orators prose and verse (1932)
Look, Stranger! in America: On This Island (1936)
Spain (1937)
Another Time (1940)
The Double Man (1941)
The Quest (1941)
For the Time Being (1944)
The Sea and the Mirror (1944)
Collected Poetry (1945)
The Age of Anxiety: A Baroque Eclogue (1947)
Collected Shorter Poems 1930-1944 (1950)
Nones (1952)
The Shield of Achilles (1955)
The Old Man's Road (1956)
Selected Poetry (1956)
Homage to Clio (1960)
About the House About the House (1965)
Collected Shorter Poems 1927-1957 (1966)
Collected Longer Poems (1968)
City without Walls (1969)
Academic Graffiti (1971)
Epistle to a Godson (1972)
Thank You, Fog: Last Poems (1974)
Selected Poems (1979)
Collected Poems (1991)

Prosa:
Letters from Iceland (1937) com L. MacNiece.
Journey to a War (1939) com C. Isherwood.
Enchaféd Flood (1950)
The Dyer's Hand (1962)
Selected Essays (1964)
Forewords and Afterwords (1973)

Antologia:
Selected Poems, por Gunnar Ekelöf (1972)

Drama:
Paid On Both Sides (1928)
The Dance of Death (1933)
The Dog Beneath the Skin: or, Where is Francis? (1935) com C. Isherwood.
The Ascent of F.6 (1936) com C. Isherwood.
On the Frontier (1938)

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Uma boa terça-feira a todos vocês.

Vejam que interessante o espaço inaugurado no Itaú Cultural sobre obras e objetos que marcaram história no Brasil.

Achei legal, e pretendo conhecer, caso alguém tenha interesse, disponibilizo aqui na página.

Grande abraço,

Miriam

 

Formação do Brasil ganha 
mostra permanente


Para quem ainda não conhece, desde o mês passado, o Itaú Cultural inaugurou seu mais novo espaço dedicando uma exposição permanente sobre a formação do Brasil. Denominado Espaço Olavo Setubal, o local reúne obras das coleções, Brasiliana Itaú e Itaú Numismática, abrangendo cerca de 1.300 peças de grande valor histórico.
O projeto ocupa dois andares do instituto e, além de pinturas e objetos que marcaram história do país, a mostra apresenta documentos, mapas e livros raros, estendendo o acervo até o século XX.

Serviço:
Coleções Brasiliana Itaú e Itaú Numismática
Local: Itaú Cultural – Avenida Paulista, 146, São Paulo
Horário: de terça a sexta: das 9h às 20h; sábado, domingo e feriado: das 11h às 20h

Entrada gratuita