sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Olá amigos! Graças a Deus hoje é sexta-feira!!!!!
Feriadão chegando, eu de folga, maravilha!!!
Estava lendo o jornal A Tribuna e achei bem interessante sobre cursos que se realizam na Pinacoteca Benedicto Calixto, e alguns são gratuitos, e compartilho aqui na página. Espero que gostem.
Um abraço,
Miriam



Cursos e workshops na 

Pinacoteca Benedicto Calixto

 
A Pinacoteca Benedicto Calixto, conhecida também como o Casarão branco da praia, promove cursos para quem procura se especializar e conhecer mais sobre teatro, música, artes plásticas, produção cultural e mais temas. Os cursos e workshops oferecidos são com profissionais especializados. As atividades têm início previsto para março.
Os cursos oferecidos são de História do Teatro (Carmelinda Guimarães), História da Música (Regina Schlochauer), Teoria e Prática Teatral (Carmelinda Guimarães), Estética e História da Arte (Nelson Wendel Pirota), Pintura (Ademir Fontana), e Piano Popular (Fábio Luiz Salgado), sendo os dois últimos gratuitos. Para participar do restante, é necessário pagar uma mensalidade de R$150.
Já os workshops oferecidos são de Elaboração de Projetos Culturais (Fábio Luiz Salgado), Decoupage (Gisela Scherer e Josi Castro), Captação de Recursos para Projetos (Fábio Luiz Salgado), Arte Francesa (Josi Castro), Produção Cultural e Gestão (Fábio Luiz Salgado), Scrapdecor (Gisela Scherer e Josi Castro), Coaching para Artistas e Produtores (Fábio Luiz Salgado) e Decoupage Tridimensional (Josi Castro). Para participar dos workshops, é necessária a doação de uma lata de leite em pó.

Serviço:
Cursos e workshops na Pinacoteca Benedicto Calixto
Endereço: Av. Bartolomeu de Gusmão, 15, Boqueirão, Santos
Informações: Telefone: (13) 3288-2260
Informações: E-mail: eventos@pinacotecadesantos.org.br

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Olá amigos! Tenham uma ótima quarta-feira.
Para relaxar com um bom texto no meio da semana, uma crônica de Fernando Sabino, que eu gosto tanto desde criança, quando descobri os maravilhosos livros “Para Gostar de Ler”.
Um abraço,
Miriam

A última crônica
Fernando Sabino

A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: "assim eu quereria o meu último poema". Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica. 



Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome. 


Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. 


O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho - um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular. A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim. 

São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: "Parabéns pra você, parabéns pra você..." Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura - ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido - vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso. 

Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Bom dia amigos! Que a terça-feira seja excelente para todos nós.
Estou fazendo um curso que tem me deixado bem ocupada e tenho que estudar bastante, inclusive para a prova, que acontece amanhã, por isso, não tenho conseguido postar diariamente aqui na página.
Para quem gosta de artes cênicas e maquiagem artística, veja os cursos em evidência.
Um abraço,
Miriam

 Artes cênicas no Sesi Santos

 Estão abertas inscrições para os cursos de iniciação oferecidos pelo Núcleo de Artes Cênicas do Sesi Santos: Jogos Teatrais (a partir de 8 anos), Ler a Cena (acima de 9 anos) e Múltiplas Linguagens (mais de 18 anos e com alguma experiência).
Mais informações e inscrições no Sesi, que fica na Av. Nossa Senhora de Fátima, 366, Chico de Paula, Santos.
Telefone: (13) 3209-8210

 Curso para maquiagem no Tescom

Noções básicas de maquiagem artística por meio de produtos e cosméticos apropriados à caracterização de personagens e a obtenção de uma estética facial mais elaborada. É o curso oferecido pelo Tescom, de 9 a 30 de março, aos domingos.
Mais informações pelo telefone: (13) 3233-6060.
O Tescom fica na Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 195, Macuco, Santos.
E-mail: contato@estudiotescom.com.br

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Olá! Um bom domingo a todos vocês e aproveitem ao máximo.
Estou lendo o livro “Diabólica e outras histórias”, do Ademir Pascale e estou adorando. E ele é o meu convidado especial de hoje, que conversa com os leitores do Histórias Fantásticas sobre o livro.
Espero que gostem da dica de leitura.
Grande abraço,
Miriam

Diabólica e outras histórias
Livro de Ademir Pascale

Como mencionei, estou lendo o livro do escritor Ademir Pascale “Diabólica e outras histórias” e simplesmente adorando!
São histórias extraordinárias que mesclam cenários sobrenaturais, de ficção científica e históricos, mas com uma pitada de romantismo, que destaco em alguns contos como Draculea, que sai da tradicional “mordida do vampiro” para se eternizar em doce amor.
Assim como o romance está presente no sensacional conto de ficção A Velha Canção do Marinheiro do Futuro, que vai do ano de 2457 até 1851, sempre mantendo o mesmo ritmo do protagonista, um simples marinheiro de 1943.
Amor Liberto é outra grande história que narra trechos de Jesus e tem um final surpreendente.
O livro tem 14 contos, são eles: “Diabólica”; “Alegoria da Maldade”; “Amor Liberto”;  “O olho que tudo vê”; ‘Cassandra Corbu”; “Metamorfose”; “A Velha Canção do Marinheiro do Futuro”; “Draculea”; “Mr. Sheol”; “Frei François”; “O Lado Oculto de Rose”; “A Estranha”; “Assassina de Sonhos” e “O Brinquedo de Ramurak – O Deus-Menino”.

Ademir Pascale fala sobre o livro

O convidado muito especial é o ativista cultural, linguísta, crítico de cinema e escritor Ademir Pascale.
Ademir tem uma vasta biografia no gênero fantástico e é um grande inovador na área. 
Já publicou dois romances, Encruzilhada e O Desejo de Lilith, além de organizar várias coletâneas, que já fizeram parte do bate-papo aqui da página.
Hoje, vou conversar sobre a publicação do livro Diabólica e outras histórias, que estou lendo depois de ser presenteada por ele no dia do lançamento da antologia Nevermore – contos inspirados no autor Edgar Allan Poe, do qual também faço parte.

Ademir, seja muito bem-vindo, mais uma vez, ao Histórias Fantásticas.

HF: Estou lendo o seu livro publicado em 2013 “Diabólica e outras histórias” que reúne vários contos sobre ficção, suspense e terror e também de amor sobre Jesus – “Amor Liberto”, história fabulosa e com um final surpreendente. Como foi reunir esses contos para mais essa coletânea? Nos fale também sobre Amor Liberto.

Olá, agradeço pela oportunidade em poder falar um pouco sobre o meu trabalho. Tenho inúmeros contos publicados e tinha alguns ainda sem publicação. “Diabólica” foi meu primeiro livro de contos. Tive a ideia de reunir alguns para esta coletânea e o trabalho final ficou muito bom, mesclando ficção científica, terror e fantasia. Já “Amor Liberto” foi uma novela que publiquei em e-book e que foi comercializado no site Amazon, mas depois achei que ele seria mais lido se fosse incluído nesta coletânea. Apesar de “Amor Liberto” ser uma fantasia, tem coisas que escrevi ali que acredito fielmente.

HF: Nos conte sobre o livro e sua inspiração para tantos gêneros diferentes.

Acho que um gênero é interligado a outro gênero, como ficção científica, terror e fantasia.
Um grande exemplo é a obra “Frankenstein”, de Mary Shelley. Pura ficção científica mesclada ao terror. Gosto disso e tive grande influência de Robert L. Stevenson, Edgar Allan Poe, Mary Shelley, Oscar Wilde e outros. Inicialmente o título deste livro seria “Alegoria da Maldade”, mas o editor não gostou e preferiu “Diabólica”. Até hoje eu ainda prefiro “Alegoria da Maldade”...(rs).


HF: Me fale sobre seu extraordinário conto “A Velha Canção do Marinheiro do Futuro”, que é maravilhosa e uma das histórias de ficção que mais gostei até hoje, e com um final também para lá de bom.

Muitos leitores elogiam este conto. Escrevi tão rápido e inclui tantas coisas loucas que passavam na minha mente em como deveria ser o futuro que sinceramente, achava que não iria agradar. Mesmo assim, com as ideias loucas que escrevi, acredito que viagens no tempo são possíveis e que já devem estar acontecendo.

HF: Você pretende publicar mais coletâneas desse gênero? Já tem alguma a caminho?

Sim, mas será uma com cerca de 20 autores. O título ainda é segredo, mas pende para o gênero terror. Outra também está a caminho, com sete autores e será do gênero ficção científica.

HF: Sempre o escritor quando publica coletâneas tem uma ou duas histórias que mais gosta. Você tem alguma nessa antologia? Por que da(s) escolha(s)?

Gostei de “Amor Liberto” e de “O Brinquedo de Ramurak – O Deus Menino”. Incrivelmente são contos de ficção científica, pois escrevo mais terror. É provável que por isso tenha gostado tanto, ficaram diferente dos demais contos.

HF: Como os leitores podem adquirir o livro? Deixe seus contatos e seus blogs literários.

Vou deixar um link onde estão todos os meus livros e links para compra: http://www.odesejodelilith.blogspot.com.br/p/livros-publicados.html


Estou no Twitter: www.twitter.com/ademirpascale

HF: Ademir, muito obrigada por mais essa participação aqui no Histórias Fantásticas.
Um grande abraço,
Miriam

Eu que agradeço, Miriam, forte abraço.
Ademir Pascale


sábado, 22 de fevereiro de 2014

Olá! Tenha um sábado excelente e divirta-se.
Hoje tenho duas dicas culturais interessantes: apresentação literomusical sobre o grande poeta brasileiro Manuel Bandeira, que foi um dos principais nomes da chamada “Semana de 22”, que ocorreu na cidade de São Paulo, em 1922, e também a peça Reclame, uma História de Amor, com apresentação gratuita.
Grande abraço,

Miriam

Manuel Bandeira
Apresentação literomusical no Sesc Santos

Neste sábado, às 18 horas, no Sesc Santos, tem passeio literomusical pelo universo poético de Manuel Bandeira, com Nando Luz.
Poemas clássicos como “Vou-me embora pra Pasárgada”, “Teu Nome”, “Estrela da Manhã” e “Velha Chácara” ganham versões musicadas em gêneros diversos, do blues ao pop, passando por ritmos nordestinos.
O espetáculo existe há mais de dez anos. Em 2001, após ser convidado para compor a trilha sonora da peça “Dá o Ritmo, Manuel”, em que musicou 12 poemas do autor, Nando criou o “Acenando com Bandeira”, com uma proposta semelhante, pois a ideia do espetáculo é apresentar a poesia de Bandeira para a época contemporânea.
Natural da cidade de Itororó, na Bahia, Nando Luz é um cantor e compositor que transita com facilidade por diferentes gêneros musicais, como pop, MPB, blues, reggae e rock. Ele já compôs trilhas sonoras para peças teatrais e espetáculos infantis e já dividiu palco com personalidades como Lô Borges, Flavio Venturini, Vânia Bastos, Nando Reis e Toni Garrido, entre outros. 
O Sesc fica na Rua Conselheiro Ribas, 136, Aparecida Santos.
Informações: Telefone: (13) 3278-9800

Manuel Bandeira
O escritor Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho foi um dos principais nomes da chamada “Semana de 22”, a “Semana de Arte Moderna”, que ocorreu na cidade de São Paulo de 13 a 17 de fevereiro de 1922.
Precursor do Modernismo, Manuel Bandeira escreveu 14 livros durante sua carreira. Seus poemas já ganharam releituras nas vozes de grandes nomes da música brasileira, entre eles Caetano Veloso e Adriana Calcanhoto. 
Poeta, tradutor e crítico literário, Manuel Bandeira foi o mais lírico dos poetas brasileiros. A temática cotidiana e a melancolia, associada a um sentimento de angústia, permeou toda sua obra. Soube, como nenhum outro poeta, contrapor o provincianismo modernista com o universalismo da poesia. Divide com Carlos Drummond de Andrade e João Cabral de Melo Neto o título de maior poeta brasileiro pós-1940. 

Poemas de Manuel Bandeira

Vou-me Embora pra Pasárgada

 

Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolhere

Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconsequente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive

E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d’água
Pra me contar as histórias
Que no tempo de eu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada

Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcaloide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar

E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
— Lá sou amigo do rei —
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada.

Andorinha


Andorinha lá fora está dizendo:

— “Passei o dia à toa, à toa!”


Andorinha, andorinha, minha cantiga é mais triste!

Passei a vida à toa, à toa…


O Último Poema

Assim eu quereria meu último poema
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.

Consoada

Quando a Indesejada das gentes chegar
(Não sei se dura ou caroável),
talvez eu tenha medo.
Talvez sorria, ou diga:
— Alô, iniludível!
O meu dia foi bom, pode a noite descer.
(A noite com os seus sortilégios.)
Encontrará lavrado o campo, a casa limpa,
A mesa posta,
Com cada coisa em seu lugar.
==========================
Reclame, uma História de Amor
Hoje, às 17h, na Pinacoteca Benedicto Calixto

Reclame, uma História de Amor, da Cia Teatral Cenicomania, revisita as várias gerações e as mais criativas produções da propaganda nacional e é uma homenagem aos artistas e comunicadores.
O espetáculo acontece neste sábado, às 17 horas, com entrada franca na Pinacoteca Benedicto Calixto, que fica na Av. Bartolomeu de Gusmão, 15, Boqueirão, Santos, retirar ingressos meia hora antes do espetáculo.
Informações: Telefones: (13) 3226-8000 / 3288-2857

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Bom dia amigos! Sexta-feira, ufa, até que enfim chegou e vamos aproveitá-la!!!
Hoje é o Dia Internacional da Língua Materna, que tem o objetivo de promover a diversidade linguística, pois em nosso País a diversidade é grande. Espero que gostem do assunto.
Beijão a todos,
Miriam

 
Dia Internacional
da Língua Materna

 
Assinala-se hoje, 21 de fevereiro, o Dia Internacional da Língua Materna, proclamado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) em 17 de novembro de 1999.

A data, reconhecida formalmente pela Assembleia Geral das Nações Unidas, é comemorada desde fevereiro de 2000 com o objetivo de promover a diversidade linguística e cultural.

Esta comemoração impulsionou, assim, os esforços dessa organização internacional para proteger as quase seis mil diferentes línguas existentes no mundo e, ao mesmo tempo, preservar a diversidade cultural.

O Conselho Geral, órgão supremo da UNESCO, reconheceu o papel que tem a língua materna, não só no desenvolvimento da criatividade, da capacidade de comunicação e na elaboração de conceitos, como também no facto de que as línguas maternas constituem o primeiro vector da identidade cultural.

Por ocasião da data, a UNESCO considera, em mensagem, que o Dia Internacional da Língua Materna é uma oportunidade ideal para destacar a importância das línguas para a identidade individual ou de um grupo, como fundação de toda vida social, econômica e cultural.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Olá! Tenha uma quinta-feira cheia de paz e felicidade.
Nossa Língua Portuguesa é culta e bela, mas tem palavras que causam confusão. Fica aí a dica das diferenças da palavra Sessão, ou será seção, secção ou cessão? Qual é a certa?
Grande abraço,
Miriam

Sessão, seção, secção ou cessão?

Escreva certo


terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Bom dia. Tenha uma excelente terça-feira.
Só para recordar hoje é dia do aniversário do saudoso ator Jack Palance, protagonista do filme Drácula o demônio das trevas, de 1973.
A data não podia passar em branco para os amantes de Drácula, pois é sempre bom recordar.
Grande abraço,
Miriam

Aniversário de Jack Palance
Protagonista do filme 
Drácula o demônio das trevas

O Conde Drácula (Jack Palance) deixa seu castelo na Hungria e vai para Londres, na Inglaterra, para ficar mais próximo de seu amor reencarnado, a bela Lucy Westenra (Fiona Lewis). Mas o caçador de vampiros Dr. Van Helsing (Nigel Davenport) está à espreita de Drácula. Adaptação da obra de Bram Stoker assinada por Dan Curtis e feita originalmente para TV, lançado em 1973, mas exibida nos cinemas brasileiros com o título "Drácula, Maldição do Demônio".
O roteiro de Richard Matheson serviu de inspiração para o drama dirigido por Francis Ford Coppola em 1992, "Drácula de Bram Stoker".

Elenco

 Dracula's Wife
 Priest
 Innkeeper
 Innkeeper's Wife (como Hanna-Maria Pravda)
 Dracula
 Jonathan Harker
 Van Helsing
 Mrs. Westenra
 Zookeeper
 Whitby Inn Clerk
 Dracula's Wi

Trailer do filme:

Jack Palance
Jack Palance (nome artístico de Vladimir Palahniuk; Lattimer Mines, 18 de fevereiro de 1919 - Montecito, 10 de novembro de 2006) foi um famoso ator norte-americano, o qual é lembrado pelos diversos papéis representados através de vários filmes de muitas décadas de trabalho, englobando realizações nos anos 1950, 1960, 1970, 1980, 1990 e 2000.
Antes da carreira artística, Jack Palance foi lutador de boxe profissional.
Palance, um dos cinco filhos de seus pais, nasceu com o nome de "Volodymyr Palahniuk" (em ucraniano: Володимир Палагнюк) na região de Lattimer Mines da cidade de Hazel, estado da Pensilvânia (EUA), filho de Anna Gramiak e Ivan Palahniuk, um mineiro.
Palance largou a carreira no boxe quando foi convocado para atuar na Segunda Guerra Mundial. No retorno da guerra iniciou sua carreira artística, caracterizando-se pelos papéis de vilões nos filmes
western dos anos 50 e 60. Apesar de ter sido indicado ao Óscar anteriormente, com Shane (Os Brutos Também Amam, 1953) só obteve sua primeira estatueta em 1992, pelo filme City Slickers (Amigos, Sempre Amigos).
Palance surpreendeu a audiência da cerimônia ao mostrar seu vigor físico, ao fazer flexões com apenas um braço, mesmo já tendo 73 anos na época.
No Brasil, indiscutivelmente, seu maior sucesso não foi nenhum de seus filmes, mas sim a série Ripley's Believe It or Not! (Acredite se Quiser), produzida na década de 1970, e exibido no país pela extinta Rede Manchete de Televisão nas décadas seguintes.
À época, chegou até a ser contratado pela gestão da então prefeita Luíza Erundina para divulgar as ações da prefeitura paulistana, num comercial inspirado na série.


domingo, 16 de fevereiro de 2014

Bom dia amigos. Até que enfim a chuva chegou!!!! Mais de um mês sem chover, as plantas agradecem.
Para quem gosta de espetáculo teatral acontece hoje A Terra Pode Ser Chamada de Chão, gratuitamente no Sesc Santos, parece ser convidativo, vejam só:

A Terra Pode Ser Chamada de Chão

O projeto TamTam comemora 25 anos e apresenta hoje o espetáculo "A Terra Pode Ser Chamada de Chão", gratuitamente, no Sesc de Santos, no litoral de São Paulo. 
O espetáculo viaja por vários países para mostrar diversas culturas, suas particularidades e uma preocupação em comum. Preservar o planeta é um tema de hoje. Discutir o mundo em que estamos e o mundo que queremos também.
No total, são 45 atores com idades entre 14 e 30 anos, com direção de Renato Di Renzo e produção geral de Claudia Alonso. Alguns, possuem algum tipo de deficiência, como Fernanda, de 17 anos, que tem limitações auditivas.
A apresentação única acontece hoje, às 20h30, no Teatro do Sesc-Santos. A montagem procura abordar questões como inclusão, diversidade e humanismo. 

Serviço:
A Terra Pode Ser Chamada de Chão
Quando: Hoje, às 20h30
Local: Sesc Santos - Rua Conselheiro Ribas, 136, Aparecida, Santos, próximo ao Praiamar Shopping
Ingressos: gratuitos - podem ser retirados na bilheteria do teatro, a partir das 10h

Informações: (13) 3278-9800