quinta-feira, 11 de julho de 2013

Casa do Poeta de Praia Grande convida para a 2ª Antologia de Poetas

Bom dia amigos! Tenham uma excelente quinta-feira.

A Casa do Poeta de Praia Grande convida para a 2ª Edição da Antologia de Poetas, Escritores e Convidados, com a participação especial de Maria Bernadete Bernardo de Oliveira, que fez toda a revisão dos textos. E para saber mais sobre esse importante trabalho, Bernadete conversa com os leitores de Histórias Fantásticas.

 

 

Lançamento da 2ª Antologia de Poetas, Escritores e Convidados

 

A Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande convida a todos para o lançamento da 2ª Antologia de Poetas, Escritores e Convidados, dedicada ao grande poeta Walter Rossi (em memória).

O lançamento ocorre hoje, no Palácio das Artes em Praia Grande, a partir das 19 horas.


Serviço:

2ª Antologia de Poetas, Escritores e Convidados

Horário: das 19h às 21h
Local: Palácio das Artes - Av. Costa e Silva, 1600, Boqueirão, Praia Grande, SP

Mais informações no site:

 http://www.casadopoetapg.com.br/page/2a-antologia-de-poetas-escritores-e-convidados

 

Por que o trabalho de revisão é tão importante num texto?

Para falar sobre o assunto o Histórias Fantásticas entrevistou Maria Bernadete Bernardo de Oliveira.

 

Maria Bernadete, primeiramente agradeço por você conceder mais uma entrevista aos leitores do Histórias Fantásticas.

HF: Você que é formada em Letras pela Universidade Metodista de São Paulo e está sempre à frente com dicas da nova Ortografia, participa agora como revisora da 2ª Antologia de Poesias, da Casa do Poeta de Praia Grande. Como surgiu o convite?

MB: O convite foi feito pelo Celso Correia de Freitas, presidente da Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande, em um evento mensal chamado “Roda Literária”. É um evento em que temos a oportunidade de ampliar em muito a paixão pela literatura.

HF: Esse foi o seu primeiro trabalho como revisora de textos?

MB: Sim, foi minha primeira participação num projeto como esse, que considero grandioso por resultar numa antologia poética. O mais complexo desse trabalho foi ter o cuidado com as particularidades emanadas dos diversos poetas participantes.

HF: Quando você descobriu essa vocação?

MB: Ih, senta que lá vem história! (risadas). Na verdade, a Língua Portuguesa sempre me fascinou. Na escola era minha disciplina favorita. Mas a leitura é o principal elo entre o meu universo e o universo da língua mãe, e me dedicar ao mundo da revisão é uma continuidade de tudo isso.

HF: Conte aos leitores como foi esse desafio.

MB: Apesar de amar a língua, nem sempre fui atirada a ponto de demonstrar aquilo que sabia. Rolou muita apreensão, muito frio na barriga. Tive um receio enorme em não conseguir dar conta e também de não corresponder àquilo que o projeto necessitava. Isso amenizou quando o trabalho foi discutido com o grupo de revisores e todas as dúvidas, além de sanadas, foram postas a um consenso.
O grupo escalado para esse trabalho foram Celso Correia, Hermes Casimiro, Sônia Piologo, Lita Moniz, Vanessa Rodrigues e eu. Os quatro primeiros integrantes são veteranos da Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande.

HF: Quais são as dificuldades para se revisar um texto? Para você tem diferença em revisar um texto em prosa ou em verso?

MB: Todas! Mas é claro que as dificuldades são diferentes dependendo do gênero. Nesse trabalho tive mais dificuldade em aceitar a licença poética, pois muitas pessoas a usam sem critérios acreditam que tudo se pode. Ela atrapalha demais o raciocínio de um revisor, principalmente se ele, o revisor, é dotado de afeição pela gramática normativa. Para conseguir vencer essa resistência, pesquisamos muito para poder articular as informações. Também precisei rever minha posição diante da mobilidade da língua. Isso enriqueceu muito minha visão sobre o trabalho de revisor e compreendi muitas facetas que ficaram sem respostas durante a época da faculdade.
Apesar da minha pequena experiência, essa diferença existe. O texto em prosa é o que mais se permite interferir, tanto gramaticalmente, quanto em seu estilo. Já, num verso, a interferência pode desfigurar toda a imagem do poeta, pois ele sempre coloca o que ele é, o seu momento interno. A prosa, em geral, é mais externa, portanto, fica enriquecida quando mistura formas de enxergar uma mesma coisa.

HF: Conte-nos um pouco sobre o livro de poesias.

MB: Trata-se de uma antologia de poesias, que além de divulgar o trabalho dos membros associados à Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande, também premia a existência de um local que é o centro cultural da linguagem literária que completou em março de 2013 seu 37º aniversário.

HF: A antologia será lançada nesta quinta-feira, dia 11 de julho, como você está se sentindo?

MB: Extremamente ansiosa e torcendo para que seja uma linda festa. E que o livro proporcione aos leitores momentos prazerosos de leitura.

HF: Tem mais algum trabalho para este ano?

MB: Por enquanto não. Estou me aperfeiçoando por meio de cursos e pesquisas. Também estou ensaiando para começar a escrever.

HF: Deixe seus contatos para que interessados possam entrar em contato.

MB: Facebook “Maria Bernadete Bernardo”

 

Obrigada Bernadete por sua participação aqui no blog e sucesso nos trabalhos.
Parabéns por este novo desafio, abraços,
Histórias Fantásticas  

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