domingo, 24 de fevereiro de 2013


Bom dia amigos! Vamos torcer para que o domingão seja bom para todos.
Compartilho com vocês uma matéria do Estadão muito boa feita pela jornalista Maria Fernanda Rodrigues sobre o destino das bibliotecas. Essa dica foi de um colega, Mario H. Prado que gostei e trouxe para a página.

Templo do livro, modelo em xeque

Bibliotecários do Reino Unido ficaram em polvorosa com uma recente declaração do escritor inglês Terry Deary. Autor de obras infantis e juvenis, publicadas inclusive no Brasil, ele disse: "As bibliotecas tiveram seu momento. Elas são uma ideia vitoriana e estamos na era digital. Ou mudam e se adaptam ou deverão ser fechadas. Muito da chiadeira atual é sentimentalismo". A realidade de seu país em crise, onde as bibliotecas sofrem com corte de verba e encerramento de atividades e brigam com editoras pela questão do empréstimo de e-books, é bem diferente da brasileira.
Aqui, a briga é para zerar o déficit de bibliotecas. De acordo com o Censo Nacional de Bibliotecas Municipais, de 2010, 20% das cidades não contam sequer com uma sala de leitura. O dado é ainda mais preocupante nas escolas públicas. O Censo Escolar mostrou que 72,5% ficam devendo esse espaço para seus alunos - existe uma lei que determina que até 2020 essa questão seja resolvida. Outro desafio é a conquista de novos leitores. Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, 75% dos brasileiros jamais pisaram numa biblioteca. O mesmo levantamento mostrou que 20% dos entrevistados frequentariam uma, se houvesse livros novos. Mas nada convenceria 33% a fazer isso.
"A biblioteca não é um organismo à parte na constituição de uma sociedade: a biblioteca é reflexo dela e responde a ela. Por isso é que temos tão poucas bibliotecas no Brasil", comenta Maria Antonieta Cunha, especialista no assunto e desde 2012 à frente da Diretoria do Livro, Leitura e Literatura, órgão subordinado à Fundação Biblioteca Nacional. Mas o Brasil é, claro, um país grande e desigual, e também no que diz respeito ao acesso a livros vive, simultaneamente, passado, presente e futuro. Enquanto uns correm para resolver essas questões básicas e urgentes, outros veem o momento em que será possível emprestar um livro digital de uma biblioteca e lê-lo no e-reader, tablet ou celular.

Leia a continuação da matéria na página do Estadão, acesse:
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Exibição do Oscar 2013

O Cine Roxy promove exibição ao vivo da cerimônia do Oscar 2013 – 85ª edição -, hoje, às 22h, na sala 3, recomendação livre.
O ingresso é um quilo de alimento não-perecível em prol da ACAUSA.
O Cine Roxy fica na Av. Ana Costa, 443, Gonzaga, Santos.
Informações, site: WWW.cineroxy.com.br

Veja os concorrentes deste ano:
 Fonte: jornal Boqueirão news
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Lendo o Boletim Eletrônico da Federação Nacional dos Jornalistas, achei muito interessante o livro do jornalista Audálio Dantas, que toca num tema político e histórico que faz parte da História da ditadura militar em nosso país.

Lançamento do livro As Duas
 Guerras de Vlado Herzog
Do jornalista Audálio Dantas

O presidente da Comissão da Verdade, Memória e Justiça dos Jornalistas Brasileiros, Audálio Dantas, estará em Fortaleza, no dia 27 de fevereiro, para participar da instalação da Comissão da Verdade dos Jornalistas do Ceará, grupo responsável pelo levantamento dos casos de violações dos direitos humanos cometidos contra integrantes da categoria no Estado no período de 1964 a 1988. Durante a solenidade, que ocorrerá às 19 horas, no auditório do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, Audálio lançará seu novo livro "As Duas Guerras de Vlado Herzog", que aborda o papel histórico do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, tendo à frente o próprio Audálio, na denúncia da prisão e morte de jornalistas durante a ditadura, culminando com a acusação do assassinato de Herzog pelos militares. 
A instalação da comissão cearense faz parte do programa de comemorações dos 60 anos do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado (Sindjorce). Composto por Messias Pontes e Eliézer Rodrigues, integrantes da Comissão de Ética do Sindjorce; Nazareno Albuquerque, jornalista da TV O Povo; Iracema Sales, repórter do Diário do Nordeste; e a documentarista Marilena Lima, o grupo de jornalistas tem a missão de resgatar, através de pesquisa ou depoimentos, a história dos colegas perseguidos e mortos, e de tantos outros que tiveram suas vidas pessoais e profissionais expostas e alteradas. Ou seja, o principal foco do trabalho é fazer o mais amplo levantamento identificando os profissionais de imprensa vítimas da ditadura militar. 
Além de Audálio Dantas, presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo em 1975, ano em que Vladimir Herzog foi torturado e morto no DOI-CODI, também integram a Comissão Nacional da Verdade dos Jornalistas Sérgio Murillo de Andrade, diretor de Relações Institucionais da FENAJ; Rose Nogueira, representante do Grupo Tortura Nunca Mais na Comissão da Verdade de São Paulo; Carlos Alberto Caó, ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro; e o deputado federal Nilmário Miranda (PT/MG), primeiro ministro dos Direitos Humanos do Brasil.
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Nanoconto de Fernando Fiorese






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