quinta-feira, 6 de dezembro de 2012


1º Concurso de Literatura Cranik


O e-book dos contos selecionados do 1º Concurso de Literatura Cranik, gratuito para download: 

http://www.livrodestaque.com.br/concurso_cranik_2012.pdf

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Palácio Saturnino de Brito abre hoje para visitação noturna

O Palácio Saturnino de Brito abre hoje para visitação noturna, das 18h às 21h, com entrada gratuita e guias bilíngues.  
Junto com o Museu do Café, local que abriga toda a história do café e do Porto de Santos, desde setembro, seis visitas noturnas já foram realizadas, que contou com a participação de cerca de 400 pessoas. No Museu do Café, no entanto, a visitação vem ocorrendo desde o início do ano.
Hoje ocorre a sétima visita, e a última deste ano será no dia  13/12.
Interessados devem agendar as visitas pelo telefone (13) 3201-2657 ou por e-mail: comunicação_rs@sabesp.com.br. Endereço: Avenida São Francisco, 128, Centro Histórico de Santos. A entrada é gratuita e conta com guias bilíngues.

Palácio Saturnino de Brito

O Palácio Saturnino de Brito faz parte do trajeto do Bonde Turístico do Centro Histórico de Santos e é aberto a visitas de terça a domingo, das 11 às 17 horas, com entrada gratuita e guias bilíngues.
O local concentra ainda o acervo do saneamento, com objetos utilizados pelo engenheiro Francisco Rodrigues Saturnino de Brito e plantas históricas da implantação do saneamento na região, todos abertos à visitação.
Além disso, da sua grande porta de entrada, em ferro batido, a visão é grandiosa: uma escadaria em mármore nacional emoldura um imponente vitral multicolorido, que retrata a escalada da Serra do Mar pelos Bandeirantes. Esta é a primeira impressão que o visitante tem do Palácio Saturnino de Brito. A beleza do prédio, construído em 1936, se integra perfeitamente à paisagem do Centro Histórico de Santos, onde está localizado.
Outra atração é a Sala de Fotos, com imagens da construção dos canais de drenagem, da Ponte Pênsil, do Emissário de Itaipu, do Sistema de Abastecimento de Água da antiga empresa City Of Santos, de equipamentos tombados como a Centenária Usina Terminal situada na Estação de Precondicionamento de Esgotos no José Menino e a Estação Elevatória de Esgoto localizada na área portuária, além de instrumentos de desenho e hidrômetros antigos.
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The Big Jam – Tributo a 
Celso Blues Boy

O encontro com a Jam for a Dime, Big Chico, Fábio Brum, Giba Byblos, Guappo Sauerbeck, Igor Prado e Mauro Hector acontece hoje, às 21h30, no Sesc Santos.
Todos os artistas doarão os cachês para o tratamento de saúde do cantor Ricardo Werther.
Será um grande encontro do blues nacional. Uma Big Jam com os figurões que há anos carregam a bandeira do blues na terra do samba. A banda santista Jam for a Dime recebe os blueseiros Big Chico, Fábio Brum, Giba Byblos, Guappo Sauerbeck, Igor Prado e Mauro Hector em show tributo inédito a quem começou a coisa toda, o mestre Celso Blues Boy.
Cada artista tocará uma de suas composições e acompanhará a Jam for a Dime em um tema de Celso Blues Boy. No final do show, todos sobem ao palco para uma grande jam. 

Celso Blues Boy – Nasceu Celso Ricardo Furtado de Carvalho no Rio de Janeiro, em janeiro de 1956. Na década de 1970, com apenas 17 anos, começou a tocar profissionalmente com Raul Seixas, além de acompanhar Sá & Guarabira e Luiz Melodia. Foi o Sá quem lhe deu o apelido de Celso Blues Boy, devido a sua loucura pelo B. B. King. 
O músico é o autor de temas clássicos do blues/rock nacional, como Aumenta Que Isso Aí é Rock and Roll, Blues Motel, Fumando na Escuridão, Marginal, O Último Tango para Roy Buchanan, Nuvens Negras Choram, Que pecado Eu Fiz, Brilho da Noite e a mais recente, Por um Monte de Cerveja. Faleceu recentemente após perder a luta para um câncer na garganta.

Jam for a Dime - composta por Johnny Sapia (guitarras, e vocais), Filippe Dias (guitarras, violões e vocais), Gaylor Borges (contrabaixo e vocais) e Jefferson Rodrigues (bateria e percussão, é a banda oficial do Clube do Blues de Santos. A banda se dedica a composições de blues em português, revelando uma forma própria de escrever letras, semeando-as em um som orgânico, que flerta também com o funk, o soul e o rock, seguindo os passos do saudoso Celso Blues Boy.

Serviço:
Show: The Big Jam
Artistas: Jam for a Dime, Big Chico, Fábio Brum, Giba Byblos, Guappo Sauerbeck, Igor Prado e Mauro Hector
Quando: hoje, às 21h30
Local: Sesc Santos - Rua Conselheiro Ribas, 139 – Aparecida, Santos
Ingressos: R$ 2,00, R$ 4,00 e R$ 8,00
Classificação: Livre 
Contato: Eugênio Martins Júnior – (13) 7803-9714 ou ID: 90*518
Mannish Boy Produções Artísticas
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Lançamento do livro Outro dia de folia
De Eduardo Lacerda

A Editora Patuá convida a todos para o lançamento do livro Outro dia de folia, do editor e poeta Eduardo Lacerda. 
O evento se realiza hoje, das 19h às 23h45 no Bar Canto Madalena - Rua Medeiros de Albuquerque, 471 - Vila Madalena, São Paulo.
Eduardo Lacerda é coeditor da Patuá e o livro foi premiado pelo ProAC - Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo.
O livro já está disponível para pré-venda no catálogo da Editora Patuá. Amigos e leitores de outras cidades que realizarem a compra antes do lançamento receberão o livro autografado após o evento. 


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Morreu ontem o arquiteto 
Oscar Niemeyer

O arquiteto Oscar Niemeyer, de 104 anos, morreu no Rio às 21h55 desta quarta-feira (5). Ele estava internado desde 2 de novembro no Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul. Reconhecido internacionalmente por suas obras, Niemeyer completaria 105 anos em15 de dezembro.

Velório e enterro
O corpo do arquiteto será velado no Palácio do Planalto, em Brasília. A presidente Dilma Rousseff ofereceu o palácio, o que foi aceito pela família.
O corpo será levado na manhã desta quinta (6) para a capital federal e retorna no fim do dia ao Rio, onde acontecerá uma cerimônia restrita a família e amigos no Palácio da Cidade, em Botafogo, sede da Prefeitura do Rio. Na manhã de sexta (7), o espaço deverá ser aberto ao público. O enterro ocorre na tarde de sexta, no cemitério São João Batista, também em Botafogo.

Trabalho em ateliê para festejar 104 anos
Autor de mais de 600 projetos arquitetônicos, Niemeyer decidiu festejar os seus 104 anos do jeito que mais gostava: trabalhando em seu ateliê de janelas amplas diante da Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio.
Em agosto de 2011, ele lançou o livro "As igrejas de Oscar Niemeyer" (Editora Nosso Caminho), na galeria de um shopping da Zona Sul do Rio.
Embora ateu convicto, o arquiteto selecionou fotos e desenhos das 16 obras religiosas, entre capelas e igrejas, que realizou ao longo de sua carreira.
"As pessoas se espantam pelo fato de, mesmo sendo comunista, me interessar pelas igrejas. E a coisa é tão natural. Eu morava com meus avós, que eram religiosos. Tinha até missa na minha casa. E eu fui criado num clima assim. Esse passado junto da família me deixou com a ideia de que os católicos são bons, que querem melhorar a vida e fazer um mundo melhor", explicou Niemeyer, na ocasião.

Fontes: G1, UOL Notícias e Folha


Niemeyer era um talento nato. Além de arquiteto e engenheiro, ele também escreveu um livro e poesias.

Não é o ângulo reto que me atrai
nem a linha reta, dura, inflexível,
 criada pelo homem.
 O que me atrai é a curva livre e sensual,
 a curva que encontro nas montanhas
 do meu país,
 no curso sinuoso dos seus rios,
 nas ondas do mar,
 no corpo da mulher preferida.
 De curvas é feito todo o universo,
 o universo curvo de Einstein.


"Sentia-me longe de tudo. De minha família, dos amigos, das montanhas, mares e praias do meu país. Precisava voltar. Certo dia, não sei porquê, esse afastamento me pareceu mais doloroso. E escrevi estes versos, que preguei na parede do nosso escritório”:

Estou longe de tudo
de tudo que gosto,
dessa terra tão linda
que me viu nascer.
Um dia eu me queimo,
meto o pé na estrada,
é aí, no Brasil,
que eu quero viver.
Cada um no seu canto,
cada um no seu tecto,
a brincar com os amigos,
vendo o tempo correr.
Quero olhar as estrelas,
quero sentir a vida,
é aí, no Brasil,
que eu quero viver.
Estou puto da vida,
esta gripe não passa,
de ouvir tanta besteira
não me posso conter.
Um dia me queimo,
e largo isto tudo,
é aí, no Brasil,
que eu quero viver.
Isto aqui não me serve,
não me serve de nada,
a decisão está tomada,
ninguém me vai deter.
Que se foda o trabalho,
e este mundo de merda,
é aí, no Brasil,
que eu quero viver.


Fonte: Debaixo do Bulcão 

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