terça-feira, 4 de setembro de 2012


Bom dia, tenham uma excelente terça-feira.
Mais novidades hoje no meu blog:
Mirada – Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos começa dia 5, com vasta programação até dia 15, veja mais.
Chega ao Brasil o inusitado livro do australiano Shaun Tan, A Coisa Perdida. O livro conquistou menção honrosa na Feira Internacional do Livro de Bolonha.
Em homenagem ao Dia da Árvore, que será celebrado em 21 de setembro, a Prefeitura de Santos oferece no Orquidário, sempre aos sábados, domingos e no feriado, a possibilidade do público manter contato bem próximo à natureza, veja mais.
Bem, por hoje é só, mas amanhã tem mais novidades.
Grande abraço,
Miriam

Mirada – Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos
De 5 a 15 de setembro, no SESC Santos

O Festival desenha um panorama contemporâneo de 14 países falantes do espanhol e do português. Reúne criadores fundamentais da América Latina, do Caribe e da Península Ibérica, conformando 42 produções entre espetáculos, intervenções, instalações ou performances, sendo 25 delas internacionais e 17 brasileiras.
Em suas poéticas do corpo, da palavra, da imagem, da ficção e do real, estão representados Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Espanha, México, Paraguai, Peru, Portugal, Uruguai e Venezuela.
O MIRADA homenageia um país a cada edição. É a vez da produção mexicana, com sete espetáculos significativos daquele universo cênico tão pungente e pouco conhecido do espectador brasileiro. O Brasil conta com expressões de nove Estados.
Além do SESC Santos são ocupados mais outros espaços parceiros, entre salas de teatro, praças, parques, monumentos e demais ambientes alternativos. Uma das novidades deste ano é a programação extensiva a outras cidades da Baixada Santista, com apresentações em Bertioga, Cubatão, Guarujá, Praia Grande e São Vicente.
Tal qual a narrativa do escritor mexicano Juan Rulfo (1918-1986), que particulariza aspectos das sociedades colonizadas, por vezes em tom de denúncia social, sem ceder uma vírgula quanto ao rumor da linguagem, ao apuro estético, vide o romance Pedro Páramo (1965), o MIRADA acolhe obras com tônicas histórica e social das realidades locais e globais, seus imaginários coletivos e individuais, seus territórios rurais e urbanos.

Programação e atividades complementares

A programação é ricamente variada, com espetáculos internacionais, nacionais, espetáculos de rua e infantil.
Já as atividades complementares são diversas também, como ciclo de documentários/SESC TV, encontros e debates, exposições, intervenções/instalações, lançamentos, oficinas, rede de intercâmbio e turismo social.

Veja a programação completa do evento, com valores de ingressos, locais dos espetáculos no site:
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Chega ao Brasil o livro 
A Coisa Perdida
Do australiano Shaun Tan

Shaun Tan não queria escrever uma grande história. Pelo menos não era o que tinha em mente quando começou a rabiscar, na mesa da cozinha, um homem e um caranguejo enorme na praia.
O australiano tinha acabado de ver a foto de um caranguejo azul em uma revista e pôs o homem ali apenas para dar uma noção de escala. Não havia enredo nem ideia genial por trás. Mas eles pareciam conversar. E daqueles esboços surgiu "A Coisa Perdida" que, publicada em 2000, conquistou menção honrosa na Feira Internacional do Livro de Bolonha, virou peça de teatro e ganhou Oscar de melhor curta de animação de 2011. Agora, a coisa acaba de achar o caminho do Brasil, trazida pelas Edições SM. E pode fazer adultos e crianças se perderem em pensamentos sobre tudo o que parece perdido ou não se encaixa. 
No livro, uma estranha criatura que se alimenta de enfeites natalinos é encontrada na praia por um garoto. Meio máquina, meio polvo e caranguejo, ela não tem definição ou origem conhecida. Está perdida e triste. Mas é amigável. Tanto que o rapaz decide ajudá-la a encontrar seu lugar. Na cidade de céu e cidadãos cinza, eles passam sem chamar a atenção. Surreal. 
A resposta parece vir do anúncio do Departamento Federal de Tralhas e Troços. Mas, nesta repartição burocrática, uma seta surge para salvar a coisa do esquecimento. Ela aponta para um não lugar colorido, atrás de uma porta, onde os seres estranhos são felizes. A sanfona toca sozinha, a gaiola tem asas e o compasso dança em rodopios.
Não há respostas claras. O próprio Shaun, ganhador do Astrid Lindgren Memorial Award 2011 e autor de "A Árvore Vermelha" e "A Chegada", vive encontrando novos significados: crítica ao racionalismo econômico, à burocracia e à alienação, transição da infância para a idade adulta.

Serviço:
A Coisa Perdida 
Autor: Shaun Tan
Tradução: Sérgio Marinho 
Editora: Edições SM 32 págs. - R$ 37


Fonte: site bem paraná
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Caminho das Árvores
No Orquidário de Santos

Em homenagem ao Dia da Árvore, que será celebrado em 21 de setembro, a Prefeitura de Santos oferece no Orquidário, sempre aos sábados, domingos e no feriado, a possibilidade do público manter contato bem próximo à natureza. O 'Caminho das Árvores' começou no último sábado para que grupos possam fazer passeios por entre árvores, acompanhados de biólogos. 
Na primeira iniciativa, uma turma formada por crianças, jovens e adultos saiu da Fonte da Ninfa Náiade – ponto de partida para os passeios – e percorreu durante meia hora uma trilha que apresentou várias curiosidades de espécies da flora. 
Na sequência do passeio, o grupo recebeu lupas para observar as flores do jardim sensorial, enquanto as profissionais da UEA explicavam a importância delas para os vegetais, por serem responsáveis pela reprodução das espécies. 
Os passeios são realizados sempre às 15 horas.

Fonte: jornal A Tribuna

Orquidário Municipal de Santos

Após três anos fechado, o Orquidário Municipal de Santos  reabriu suas portas ao público no dia 5/6, durante a programação do Dia Internacional do Meio Ambiente. Segundo a Prefeitura, o parque recebeu a maior intervenção desde sua inauguração, há 66 anos.
Durante a reforma, a área foi ampliada em 2 mil metros quadrados, passando a ter cerca de 24 mil metros quadrados, por conta da remoção da Rua Doutor Adriano Neiva da Mota e Silva, que separava o Orquidário da estação de precondicionamento de esgotos da Sabesp.
O Orquidário reproduz a Mata Atlântica, com cerca de quatro mil orquídeas de 100 diferentes espécies, a grande maioria afixada nas árvores, com flores o ano todo. Há 450 animais de 70 espécies, muitos circulando livremente, além de um canteiro especialmente criado para atrair borboletas. Todos os recintos dos animais foram renovados e ampliados, oferecendo maior campo de visão ao público e a possibilidade de receber novos moradores.
O local também ganhou novo espaço para atividades de educação ambiental, incluindo um auditório para palestras e cursos regulares.

História

Inaugurado em 11 de novembro de 1945 para expor as orquídeas de Júlio Conceição, o primeiro orquidófilo do Brasil, o parque recebeu árvores com o intuito de servir de suporte para as flores. Mas diversas espécies de vários lugares do mundo foram sendo introduzidas, formando uma mata natural.
Apaixonado pelas flores, Júlio Conceição morava no começo do século passado em uma grande chácara no bairro do Boqueirão, onde cultivava cerca de 90 mil orquídeas em árvores e ripados. Após sua morte, o local foi aberto à população em 1932, sendo o primeiro ponto de visitação pública de Santos. Passou a ser uma referência turística da cidade.
Maior orquidário ao ar livre do mundo na época, a área foi loteada, e o patrimônio biológico vendido por valor simbólico à Prefeitura, para formar o Orquidário. A área onde o parque foi implementado foi doada pelo Estado para a Prefeitura em 1914.

Ingressos

Os ingressos custam R$ 5,00, com desconto de 50% para estudantes, e gratuidade para crianças de até 12 anos e maiores de 60 anos.
Aberto de terça a domingo, das 9h às 18h, a venda dos ingressos pode ser feita até as 17h.
O parque fica na Praça Washington, s/n°, José Menino, Santos. Telefone: (13) 3237-6970.
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ANJOS DA NOITE




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