segunda-feira, 13 de agosto de 2012


Olá amigos, tenham um bom dia e bom início de semana.
Hoje é oficialmente o Dia dos Vampiros!
O jornalista André Azenha lança Meu Namoro com o Cinema, durante o 10º Curta Santos, não perca.
A artista plástica Renina Katz expõe seus trabalhos na Pinacoteca Benedicto Calixto, em Santos.
Bem, por hoje é só, mas amanhã tem mais.
Abraços,
Miriam

 

Hoje é Dia dos Vampiros
Dia 13 de agosto (nota para simbologia dupla da data!) é o Dia do Vampiro, data oficialmente reconhecida na cidade de São Paulo e também comemorada mundo afora.
A noção de vampirismo existe há milénios; culturas como as da Mesopotâmia, Hebraica, da Grécia Antiga, e a romana continham lendas de demônios e espíritos que são considerados percursores dos modernos vampiros. No entanto, apesar da ocorrência de criaturas do tipo dos vampiros nessas civilizações antigas, o folclore da entidade que conhecemos hoje como vampiro teve origem quase exclusivamente no sudeste da Europa no início do século XVIII, quando as tradições orais de muitos grupos étnicos dessa região foram registrados e publicados. Em muitos casos, os vampiros são espectros de seres malignos, vítimas de suicídio, ou bruxos, mas podem também ser criados quando um espírito maléfico possui um corpo ou quando se é mordido por um vampiro. A crença em tais lendas penetrou tanto em algumas regiões que causou histeria colectiva e até execuções públicas de pessoas que se acreditavam serem vampiros.
É difícil fazer uma descrição única e final do vampiro da tradição popular, embora exista uma série de elementos comuns a muitas das lendas europeias. Os vampiros são muitas vezes descritos como de aparência inchada, e com uma coloração rósea, púrpura ou escura; estas características são frequentemente atribuídas a uma recente ingestão de sangue. De fato, o sangue é muitas vezes visto perpassando da boca e nariz quando um vampiro era visto no seu caixão ou mortalha, e o olho esquerdo fora deixado aberto. O vampiro estaria envolto na mortalha de linho em que havia sido enterrado, e os seus dentes, cabelo e unhas poderiam apresentar algum crescimento, embora em geral os dentes pontiagudos não fossem uma característica.
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 Jornalista André Azenha lança Meu Namoro com o Cinema
O lançamento será durante o 10º Curta Santos

O que faz alguém escrever sobre cinema? Deve-se manter apenas o olhar distante na hora de analisar um filme? Ou é preciso escrever com paixão? O famoso crítico musical norte-americano Lester Bangs aconselhava a segunda opção. “Meu Namoro com o Cinema” traz uma compilação de textos do jornalista e editor do www.cinezen.net, André Azenha, que dão ao leitor exatamente isso: textos passionais sobre filmes igualmente intensos. São obras que miram o amor e desamor em várias possibilidades. O prefácio é assinado por Gustavo Klein, jornalista e editor de cultura do jornal A Tribuna e igualmente amante da sétima arte.
Tal qual um namoro longo, de altos e baixos, essa é a relação entre o crítico e a arte, e os casais mostrados nos filmes aqui abordados. Publicado pela Edições Caiçaras, de Marcio Barreto, o livro versa desde os amantes derrotados de “A Moça com a Valise”, de Valério Zurlini, passa pelos jovens dos anos 80, nos filmes de John Hughes, até os mais recentes “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças” e “Desejo e Reparação”, além de prestar homenagem à Marilyn Monroe, que faleceu 50 anos atrás.
A tiragem é curta e os livros produzidos de forma artesanal. As capas, por exemplo, são feitas a partir de pôsteres de filmes cedidos pela Vídeo Paradiso. O papel é reciclado.

Serviço:
Sessão de autógrafos, que integra a programação oficial do 10º Curta Santos
Dia: quinta-feira (20/9), a partir das 19h
Local: Café do Cine Roxy 5 – Av. Ana Costa, 465, Gonzaga, Santos 

Colaboração: André Azenha – jornalista/assessor de imprensa
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Renina Katz na Pinacoteca 
de Santos
 
A artista plástica Renina Katz expõe seus trabalhos na Pinacoteca Benedicto Calixto, em Santos. O trabalho dela se destaca pela força. Os seus traços revelam tanto  problemas sociais,  quanto a suavidade da poesia. Tudo embalado em uma técnica impecável.
Gravadora, desenhista, ilustradora e professora, Renina Katz nasceu no Rio de Janeiro, em 1925, onde cursou a Escola Nacional de Belas Artes, e a Faculdade de Filosofia da Universidade do Brasil. Em São Paulo, a partir de 1951, passou a lecionar gravura no Museu de Arte de São Paulo - Masp e, depois, na Fundação Armando Álvares Penteado - Faap. Em 1956, publicou o primeiro álbum de gravuras, intitulado Favela. Torna-se docente da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo - FAU/USP, onde permanece por 28 anos, e na qual apresenta teses de mestrado e doutorado. Além do engajamento social, o trabalho de Renina Katz chama a atenção pela técnica. Para obter as superfícies translúcidas, típicas em suas obras, ela grava muitas matrizes e aplica várias cores, realizando diversas impressões para obter uma única gravura.

Serviço:
Exposição de Renina Katz
Coquetel de abertura – 14 de agosto, às19h
Aberta ao público de 15/8 a 9/9, de terça a domingo,
das 9h às 18h
Visitação livre e gratuita

Fonte: Blog Caiçara
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