segunda-feira, 30 de julho de 2012

Olá, bom dia amigos, tenham uma ótima segunda-feira.
No Palácio das Artes, em Praia Grande, acontece em agosto o espetáculo musical Semente, vá se programando.
O escritor Márcio de Albuquerque lança o livro AQIN – O Defensor das Florestas.
Uma caixa de madeira revestida internamente de chumbo foi encontrada em meio às obras na zona portuária do Rio. O material está aos cuidados do Laboratório de Restauração da Fundação Biblioteca Nacional (FBN/MinC). Datada de agosto de 1871, a chamada “cápsula do tempo” continha um exemplar do Diário Oficial da época.
Bem, finalizo com a poesia A Rosa dos Ventos, de Mirian Melo.
Amanhã tem mais novidades, não percam!
Abraços,
Miriam

 Espetáculo musical Semente

No palácio das Artes

 

Quarteto Cobra Coral e Boca Livre, com a OSMG e arranjos de Wagner Tiso e Túlio Mourão, musical de Márcio Borges e Claudia Brandão. Participação de Claudio Nucci e Renato Braz.


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Lançamento de livro

AQIN – O Defensor das Florestas

De Márcio de Albuquerque

 

Pelos idos anos de 1541, quando os espanhóis conquistavam as terras que hoje são conhecidas como América do Sul, em busca do eldorado e em meio ao massacre de nativos que eram cruelmente mutilados, um grupo de guerreiras chamadas de amazonas, descendentes da rainha grega Hipólita, entraram na luta para defender o seu povo. Muitas foram massacradas, mas Anaí, uma das guerreiras ainda adolescente, escapou ilesa. Perdida e indefesa na floresta tropical, ela percebe que não está só, pois algo estranho acima das árvores a persegue constantemente: uma nave extraterrestre.
Em “Aqin – O Defensor das Florestas”, o escritor Márcio de Albuquerque apresenta a fascinante história de Anaí e Aqin, um alienígena que pretende salvar o planeta Terra, destinado a defender as florestas e os seus nativos, plantas, insetos, aves e animais, preservando o meio ambiente tão necessário às futuras gerações.

Ficha Técnica
Título: Aqin – O Defensor das Florestas
Autor: Márcio de Albuquerque
Nº de páginas: 375
Ano: 2012
Gênero: Ficção científica/Aventura
Capa e diagramação: Marcelo Bighetti

Contato com o autor: marcioalbuquerquenas@globo.com

 

E-book disponível no site Amazon:

No site Skoob:

Colaboração: Ademir Pascale/Escritor, ativista cultural e crítico de cinema 
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Cápsula do tempo

 

Uma caixa de madeira revestida internamente de chumbo foi encontrada em meio às obras na zona portuária do Rio. O material está aos cuidados do Laboratório de Restauração da Fundação Biblioteca Nacional (FBN/MinC). Datada de agosto de 1871, a chamada “cápsula do tempo” continha um exemplar do Diário Oficial da época.
No dia 6/6, Washington Fajardo, Secretário de Patrimônio Cultural, Intervenção Urbana, Arquitetura e Design solicitou uma visita dos pesquisadores da Coordenadoria de Preservação da FBN às obras na região do Porto do Rio. O motivo era uma “massa de papel jornal” encontrada por arqueólogos do Museu Nacional em suas escavações.
O material estava numa caixa de madeira na pedra fundamental das docas de Pedro II, localizadas no Parque Noronha Santos, na Praça XI, centro do Rio.
O material passou por um processo de secagem e em meio aos fragmentos da massa de jornal, foram encontradas partes de um Diário Oficial de agosto de 1871. Numa consulta ao acervo da Biblioteca Nacional, verificou-se que tal edição não faz qualquer menção à caixa – tratando apenas de transações comerciais do governo à época.
A fim de tentar decifrar o mistério, Fernando Amaro, chefe do Laboratório de Restauração da FBN, sugeriu que o material fosse submetido a uma irradiação de cobalto 60. “O processo tem como objetivo eliminar uma proliferação de micro organismos e deve acontecer no Instituto de Pesquisas Nucleares, em São Paulo”, conta Spinelli. Só assim, os pesquisadores ficarão à vontade para investigar as razões que levaram à escolha do material para preservação e o seu real conteúdo.

Fonte: Blog da Biblioteca Nacional

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A Rosa dos Ventos

Mirian Marclay Melo

 

São os olhos que não vejo
A saudade que possuo.
E os sonhos que carrego
Na noite que vivo em pleno dia.

Andariam ainda quem sabe
Os pássaros se não tivessem asas
Eu caminho como se não tivesse
Casas e rio como se não chorasse.

Traria a derradeira rosa adiante
Negra flor a apregoar o prestimoso beijo
Que revelasse tudo que ainda ficou obscuro.

Meu único socorro é que não omito nada de mim
E ainda que o sol do meio dia seja o suspiro da morte
Minhas pétalas são tua sombra e o mel que te prometo.

 Conheça a autora:

http://lirismoflordapele.blogspot.com.br/2012/07/a-rosa-dos-ventos.html 


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