sábado, 21 de julho de 2012


Bom dia a todos neste sabadão!
Hoje é dia da São Paulo MIX Festival. Veja as bandas que se apresentam.

Amanhã, no CPFL Cultura tem Canções de Amor e Desamor.

Livro My Song, de Harry Belafonte.
Leia mais na coluna Pelo Mundo sobre o nascimento do ator Robin Williams e do escritor Ernest Hemingway, membro da “Geração Perdida”.
Bem amigos, vou finalizando, mas amanhã tem mais novidades, não percam.
Grande abraço a todos,
Miriam


São Paulo MIX Festival 2012

Um dos festivais responsáveis por movimentar a cena musical paulistana anualmente, o São Paulo Mix Festival 2012 acontece hoje, a partir das 14h45, na Arena Anhembi.
Neste ano, a programação do evento, conhecida por reunir nomes de peso do cenário nacional, promove um encontro de gerações. Os grupos O Rappa, Charlie Brown Jr, NX Zero, Restart e Jota Quest foram os escolhidos para ocupar o line-up desta edição.

Confira a ordem das apresentações:
Restart
Nx Zero
Charlie Brown Jr
O Rappa
Jota Quest 

Ingressos
Os ingressos para a série de shows estão disponíveis no site da Ticket 360º e o valor é de R$ 40 (inteira). 

Serviço:
Data: 21 de julho, a partir das 14h45
Preço: R$ 40 (inteira)
Local: Avenida Olavo Fontoura, 1209, Zona Norte, Santana, São Paulo
Telefone: (11) 2226-0400 
Estacionamento: pago
Capacidade: 30.000
Onde fica:
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Livro My Song

Tudo começou com uma veneziana. Em 1946, um casal em Manhattan pediu ao zelador de seu prédio, um jamaicano nova-iorquino mestiço que acabava de voltar da II Guerra Mundial, que instalasse as cortinas em seu apartamento. Atendido o pedido, o casal pagou pelo serviço com dois ingressos de teatro. Como não tinha dinheiro para pagar o jantar que um encontro romântico apropriado teria requerido, o zelador foi assistir sozinho a uma montagem de Home is the Hunter, uma peça sobre um soldado negro voltando para os EUA após a guerra. Ele ficou em transe.

Naturalmente, o zelador era Harry Belafonte
Rapidamente Belafonte também se juntou ao American Negro Theater, onde não só atuou, mas fez o “primeiro amigo da minha vida”, outro cidadão pobre e trabalhador chamado Sidney Poitier. Após muitos anos de tentativas, Belafonte ficou famoso não como ator, ofício para o qual havia sido treinado, mas como cantor, ofício para o qual não havia sido treinado, cantando nos intervalos das apresentações de Lester Young, onde a sua primeira banda de apoio incluía Max Roach e Charlie Parker.
Martin Luther King Junior o procurou em 1956, apenas alguns meses antes de ser alçado à fama durante um boicote aos ônibus em Montgomery. King tinha então 26 anos e era um pastor na igreja batista na Avenida Dexter em Montgomery, enquanto Belafonte tinha 28 anos e acabara de ser coroado como “o ídolo americano negro das matinês”. Belafonte era cético tanto em relação à religião como à não-violência, mas foi convencido pela humildade de King. Há uma cena especialmente tocante em que, nove anos mais tarde, após um comício em defesa de direitos civis recheado de celebridades em Paris, King, então já detentor de um prêmio Nobel da paz, serve comida às estrelas reunidas como “um exercício de humildade, um ato de gratidão a todas aquelas estrelas que o acompanharam nesta ocasião”.
Após os anos 60, My Song: A Memoir of Art, Race and Defiance (“Minha Canção: Memórias de Arte, Raça e Desafio”), a autobiografia de Harry Belafonte, perde força rapidamente, mas isso não é nenhuma surpresa: manter a fama nunca é tão interessante quanto conquistá-la. Ainda assim, Belafonte de fato tem uma belíssima canção para cantar. Dado o seu escopo e o desaparecimento do mundo segregado em que ela começou sua carreira, tal canção não será entoada novamente.
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Canções de Amor e Desamor


As letras de uma canção espelham uma infinidade de sentimentos que marcam as relações amorosas: ciúme, sedução, desejo, traição, abandono, saudade, frustração. A história das estórias das canções, com as suas dores e alegrias do amor estão presentes em uma seleção trazida pelo musicólogo e jornalista Zuza Homem de Mello, curador da série paixão e ódio na canção. Neste programa o convidado é o compositor Hermínio Bello de Carvalho. As canções são interpretadas pelo pianista e cantor Marcelo Onofri.
No encontro o curador Zuza Homem de Mello conversa com um dos mais conhecidos letristas da canção brasileira, o poeta Herminio Bello de Carvalho, sobre canções ligadas ao título Amor Não Explícito.

Com Herminio Bello de Carvalho Marcelo Onofri ao piano. Participação do curador Zuza Homem de Mello.
Entre elas, “Pressentimento”, “Doce de coco” e “Mas quem disse que eu te esqueço”, que serão interpretadas por Marcelo Onofri. A respeito do tema, Herminio esclarece: “Meu querido Zuza acaba de me colocar num beco com saída para um despenhadeiro que desemboca na cratera de um vulcão: reduzir a apenas 8 músicas quem tem quase três centenas. Não deixa de ser um exercício instigante relembrar parcerias que flutuam em diversas faixas etárias. Através de imagens ou metáforas, lá está o velho sentimento desnudando inclusive canções catalogadas de malditas. Na letra que fiz para o prelúdio número 3 de Villa-Lobos vamos encontrar um caso típico de amor não abertamente explicitado, condutor do tema de amor do qual falarei que pode se ramificar na poesia homoafetiva.
Gravada no dia 19 de agosto de 2011 em Campinas.
Café Filosófico CPFL vai ao ar na TV Cultura, domingo (22), às 22h.
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Pelo mundo no dia 21 de julho


Nasce Robin Williams

Em 21 de julho de 1952, nascia um dos maiores atores do cinema hollywoodiano. O astro chegou a cursar Ciências Políticas, mas desistiu por amor a arte. Com "Bom dia, Vietnã", recebeu a primeira indicação ao Academy Awards. A segunda veio com "Sociedade dos poetas mortos".

Nasce Ernest Hemingway, membro da ‘geração perdida’


Hoje é dia de recordar Hemingway, que nasceu a 21 de julho de 1899. Fazia parte de um grupo de escritores expatriados, conhecida como “a geração perdida”. Foi repórter do jornal North American Newspaper Alliance e trabalhou como correspondente em Madrid, durante a Guerra Civil Espanhola (1937), o que o inspirou para uma das suas maiores obras: ‘Por Quem os Sinos Dobram’.
Esta experiência na capital espanhola levou a que a vida e obra de Hemingway tivessem uma forte ligação com Espanha, onde viveu durante quatro anos – um período curto, mas extremamente marcante para o norte-americano, que criou laços com a cultura e o povo espanhóis, aliando-se às forças republicanas contra o fascismo.
Depois da II Guerra Mundial, Ernest Hemingway instala-se em Cuba e no ano de 1952 publica o livro ‘O Velho e o Mar’, obra-prima graças à qual conquista o Prêmio Pulitzer (1953). Viria a ser também laureado com o Nobel de Literatura em 1954. O escritor norte-americano viveu cerca de 20 anos em Cuba.
Durante toda a vida, Ernest Hemingway abordou a temática do suicídio – quer nos livros, apontamentos, cartas ou até em desabafos com amigos. O seu pai suicidara-se em 1929, devido a problemas financeiros e de saúde, o que marcou profundamente o escritor.
A 2 de julho de 1961, em Ketchum (EUA), dispara um tiro fatal. Partia precocemente um escritor dono de um talento inesgotável, que conviveu com a morte desde o suicídio do pai. O corpo de Ernest Hemingway está sepultado no cemitério de Ketchum.  



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