quarta-feira, 13 de junho de 2012

Olá, leitores do Histórias Fantásticas, bom dia para todos.
Se você é romântico e gosta de escrever poesias ou contos, tem uma antologia acontecendo: “Do amor à Sedução”, veja como participar.
Arqueólogos búlgaros estão dando mais um empurrão à moda dos vampiros com o anúncio da descoberta de um novo sepulcro, no qual o ocupante teria recebido tratamento especial para não voltar dos mortos. É, na Bulgária, assim como em outros países, o povo acreditava em vampiros! Leia a interessante notícia.
A crise mundial já atinge até as maiores mentes do planeta. A Fundação Nobel decidiu que em 2012, os vencedores do prêmio receberão um valor 20% inferior a seus predecessores.
Finalizando os assuntos de hoje e cuidando do meio ambiente, veja matéria sobre o futuro da energia limpa.
Bem, por hoje é só, mas amanhã postarei mais notícias aqui na página.
Abraços,
Miriam

Antologia “Do Amor à Sedução”
Convite para falar de amor

A poetisa Mirian Marclay Lemos Melo, autora do E-book gratuito Julieta & Romeu Romance em forma de poesia e o escritor Eddy Khaos estão organizando a antologia poética “Do Amor à Sedução”.
O objetivo é devanear esse amor que seduz a luz dos olhos, difundir a poesia, promover autores já publicados, autores em vias de publicação, assim como aqueles que se pretendem publicar, enfim, quem ama as letras como ama o amor como o sentimento da sublimação da alma.
Quem estiver interessado em participar dessa seleção deve enviar o material, no limite máximo de 04 (quatro) folhas tamanho A4 por autor, já incluindo biografia, fotografia (caso queira) e texto a ser publicado. 
O registro autoral fica por conta de cada autor, o qual tendo interesse, deverá proceder por conta própria antes ou até mesmo depois de enviar o material, não sendo responsabilidade dos organizadores desta antologia, a qual será de livre distribuição.
O material para apreciação será recebido até o dia 12 de Julho de 2012 , devendo ser enviado no próprio corpo e-mail, sem anexos, para o seguinte e-mail:
antologiadoamor2012@gmail.com

Leia mais, acesse o blog:

“E que do fluídico lábio da fala de amar transformemos o amor em cristal de prosa ou poesia” – Mirian Melo, organizadora. 
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Vampiros’ desenterrados 
na Bulgária

Arqueólogos búlgaros estão dando mais um empurrão à moda dos vampiros com o anúncio da descoberta de um novo sepulcro, no qual o ocupante teria recebido tratamento especial para não voltar dos mortos. O anúncio foi feito na rádio estatal BNR pelo arqueólogo Nikolay Ovcharov, cujo grupo científico encontrou no último fim de semana em uma igreja em Veliko Tarnovo um corpo que havia sido enterrado em um saco com 30 moedas de prata “para pagar o transporte para a outra vida”.
“Também estava com as extremidades atadas, não para que não escapasse da sepultura”, disse Ovcharov, lembrando que tratamentos como este foram utilizados nesta região na Idade Média para que os mortos não voltassem ao mundo dos vivos. Tais rituais, segundo o especialista, não eram praticados porque o falecido tinha sido mau na vida, e sim para evitar o risco dele se tornar um vampiro.
“Este homem não é um vampiro, mas foi submetido a este ritual com superstição pagã para impedi-lo de tornar-se um vampiro após a sua morte”, explicou.
Outro “vampiro” já havia sido descoberto no último dia 5 de junho, em Sozopol, nas margens do Mar Negro. Trata-se de um cadáver, do oitavo ou nono século, encontrado com um pedaço de ferro de um arado preso no peito. O diretor do Museu Nacional de História, Bozhidar Dimitrov, anunciou que o corpo já foi movido para Sofia, onde será exposto em breve.
“Para grande alívio das avós de Sozopol, e sob forte esquema de segurança, o esqueleto do vampiro foi transportado para o Museu Nacional de segurança no último domingo”, disse Dimitrov em tom de humor. “”Lembro aos habitantes de Sofia que temem que a presença do vampiro traga infelicidade para a capital búlgara que o chupador de sangue foi neutralizado com este pedaço de ferro durante a Idade Média”.
Embora túmulos de “vampiros” não sejam comuns, o caso búlgaro não é isolado. Em 2006-2007, uma equipe de arqueólogos italianos descobriu um crânio com um tijolo plantado na boca. O lugar era conhecido por ter servido como uma quarentena (e lugar de descanso final) para doentes durante as ondas de peste dos séculos XVI e XVII. Durante a epidemia de 1575-76, Veneza viu dezenas de milhares de pessoas morrerem. Em um estudo publicado em 2010, os pesquisadores italianos analisaram o túmulo e o esqueleto, chegando à conclusão de que a presença de tijolos entre as mandíbulas era resultado de um ato intencional.
Os peritos forenses acreditam que crenças populares existentes sobre o mito do vampiro e dos mortos-vivos são na verdade uma má interpretação de sinais físicos exibidos pelos corpos em decomposição. No caso de uma epidemia de peste em uma cidade densamente povoada como Veneza, o grande número de mortes obrigou as autoridades sanitárias da época a reabrir valas comuns nos cemitérios para enterrar os cadáveres mais rápido.
Assim, os coveiros provavelmente se deparavam com cadáveres apresentando fenômenos hoje facilmente explicados pela ciência, mas que na época eram atribuídos a seres malignos e sobrenaturais. São frequentemente citados casos de pelos faciais e unhas dos cadáveres que continuaram a crescer, como se o morto ainda estivesse vivo. Da mesma forma, o corpo podia emitir barulhos estranhos, ou até mesmo se mover.

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Crise faz Nobel reduzir valor de seus prêmios

A crise mundial já atinge até as maiores mentes do planeta. A Fundação Nobel decidiu nesta segunda-feira, 11, que em 2012, os vencedores do prêmio receberão um valor 20% inferior a seus predecessores.
“A Fundação Nobel fixou o montante da remuneração dos prêmios Nobel 2012 em 8 milhões de coroas (1.125.600 dólares) por prêmio”, anunciou a fundação em um comunicado, recordando que, desde 2001, a recompensa era de 10 milhões de coroas (1.407.000 dólares).
O centro garante que na última década, o retorno médio sobre o seu capital não cobriu suas despesas. Por isso a recompensa dos seis laureados com o Nobel, Medicina, Física, Química, Paz, Literatura e Economia, passaram dos 10 milhões de coroas suecas (1,1 milhões de euros), que foi concedido até o ano passado, para 8 milhões (876,785 de euros). A Fundação também revê os custos da administração central e as celebrações em torno da cerimônia de premiação.
“Não estamos em crise. Mas os custos superaram as receitas já faz algum tempo. E isso se junta agora com as atuais e – provavelmente – futuras dificuldades econômicas. Por isso, é hora de agir”, explicou Lars Heikensten, diretor executivo da Fundação Nobel, acrescentando: “O valor está no fato de que se trata de um prêmio absolutamente único”.
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O futuro da energia limpa

Quão verde a China se tornará? Esta é a pergunta feita pelo novo relatório, “A greener shade of grey: A special report on renewable energy in China” (Uma tonalidade mais cinza de verde: Um relatório especial sobre energia renovável na China), publicado pela Economist Intelligence Unit (EIU), uma empresa parceira de The Economist. Uma vez que a China é o país que mais emite dióxido de carbono, seu destino é uma questão crucial na campanha frenética contra a mudança climática.
Até agora, a abordagem chinesa de limpar a sua matriz energética não tinha impressionado ninguém por sua sofisticação. Metas foram estabelecidas e subsídios distribuídos. Um plano quinquenal que terminou no ano passado demandava um aumento de 20% em eficiência energética (uma medida de quanta energia é necessária para produzir uma unidade de produto). A China não a alcançou – ficou 1 ponto percentual abaixo – e dessa vez a meta é mais modesta (16%). Mas pelo menos o plano mais recente é o primeiro a conter uma meta específica para a intensidade de carbono (17%).
Por outro lado, as barreiras estruturais à limpeza energética da economia chinesa são consideráveis. Uma dependência de indústrias pesadas com uso intensivo de energia está no topo da lista. Persuadir funcionários públicos locais, que têm seu desempenho avaliado a partir de critérios econômicos, a arriscar sacrificar crescimento em prol de produtos menos poluentes é outro empecilho sistêmico. Provavelmente a maior razão para o pessimismo, contudo, são as abundantes reservas de carvão (barato) da China – a terceira maior do mundo.
O reinado do carvão na China está programado para aumentar. O plano quinquenal atual (2011-2015) estabelece um plano de construir 14 grandes “bases de carvão”. Em termos relativos, o uso de carvão pela China cairá de 66% hoje para 59% ao fim da década, de acordo com a EIU. Ainda assim a China queimará mais deste combustível conforme o seu uso global de energia precise crescer. Nas medidas da EIU, energias renováveis (a queima de lixo para gerar energia inclusive) mais energia nuclear serão responsáveis por 16% da matriz energética chinesa em 2020, um aumento em relação aos 12% de 2010. Mas a emissão de carbono geral aumentará em mais de 40% nesta década.
Caso este prognóstico se revele correto, o prospecto global para o uso de energia na China é cinza com apenas algumas pitadas de verde. Sob o ponto de vista da salvação do planeta, isso é profundamente preocupante. Não obstante, o impulso verde de Beijing também encorajou o crescimento de um setor de tecnologia limpa que está reduzindo o custo de energias renováveis para o mundo inteiro. Esta pode se revelar a contribuição mais duradoura da China para a luta contra a mudança climática. 



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