sábado, 30 de junho de 2012

Olá leitores do Histórias Fantásticas, tenham um sábado proveitoso.
Hoje acontece na Livraria Nobel, o 29° Sarau dos Pensadores. O evento conta com lançamento de livro, música e poesia, dentre outras atrações.
Para quem gosta de festa junina, a tradicional Festa Junina do Morro da Nova Cintra tem atrações para este último final de semana.
Êxtase nupcial é a poesia de Dione Mara Souto da Rosa, que também lançou uma novela semanal, leia mais.
Estreou ontem em São Paulo o filme Fausto, de Alexander Sokurov. O filme é uma adaptação da própria lenda do Fausto, bem diferente da versão mais conhecida, de Goethe.
Participe do concurso de desenho, saiba mais.
Bem, por hoje é só, e amanhã tem mais novidades.
Abraços,
Miriam

29° Sarau dos Pensadores

Hoje, a partir das 16 horas, acontece o 29° Sarau dos Pensadores em parceria com a Livraria Nobel, Boqueirão, em Praia Grande.
Dentre as performances e atrações o evento oferece a palestra “Entre a Pedra e a Praia” com Celso Correia de Freitas, presidente da Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande.
O sarau oferece também o lançamento do E-book In(ter)ações de Celso Correia de Freitas e mais poesias, música e apresentações.

Serviço:
29° Sarau dos Pensadores
Dia: 30/6 – a partir das 16 horas
Local: Livraria Nobel – Av. Costa e Silva, 532, Boqueirão, paia Grande/SP
Telefone: (13) 3473-1760
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Festa Junina do Morro 
da Nova Cintra
Últimos dias

Com shows musicais e parque de diversões, além de bebidas e comidas típicas, a Festa Junina do Morro da Nova Cintra, em Santos, é alternativa de lazer para todas as idades.
A festa termina neste domingo e você ainda pode se divertir com os shows gratuitos, no sábado (30), Johnny Brazilian Band, além de queima de fogos à meia-noite; e no domingo, o show de Ricardinho encerra a festa. 
Já a quermesse funciona no sábado, das 20h à 1h e no domingo, das 20h às 24h.
A realização é da paróquia São João Batista/Diocese de Santos, com apoio do Dear-M (Departamento da Administração Regional dos Morros) e Rádio Guarujá AM/FM.
Não perca!
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Êxtase nupcial
Dione Mara Souto da Rosa

Uma flor se abre. Nudez
Vista em lençóis dispersada
De seda. Uma calidez
Sopra muito delicada.

Vestes diáfanas da rosa
São despojadas no vento
Que vem numa nebulosa
Presença: o deus[1] no aposento...

Ele pousa um suave beijo
Nos lábios dela. Um desejo
Que vem e laça o casal.

Ele pede o seu amor,
Tomando-a de enorme ardor
Até o êxtase nupcial!

[1] A concepção de Hatshepsut por Amon-Rá e Ahmosis-Nefertari é contada no Livro de Ouro da Mitologia Erótica

Conheça a poetisa, autora dos livros O Sétimo Portal e O Segredo da Rosa:

Diários da Doutora Ana Maria Scarlet – uma viagem ao Reino da Cabeça de Serpente

Sinopse

Uma viagem levará a bióloga Ana Maria Scarlet ao “Reino da Cabeça da Serpente”, ao coração da selva de Campeche - a cidade maia de Calakmul na Península do Yucatán no México, cujos tesouros arqueológicos são um museu ao ar livre, e pode-se ver templos, pirâmides e tumbas.
Ana Maria é obcecada por encontrar vestígios da maior cobra existente, o píton. Após sofrer tentativa de homicídio, ela é levada por um estranho ser ao portal da cidade dos "nagas", seres mitológicos descritos na tradição védica. 
Os Nagas são uma raça de seres meio homem, meio serpente, que possuem uma pedra preciosa cravada em suas cabeças, a qual lhes confere poderes sobrenaturais, incluindo o da invisibilidade.
Os principais fatos do seu diário serão publicados semanalmente no blog de Dione Mara Souto da Rosa: “Escrevendo com Rosas e Sangue”, acompanhe.
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Fausto, de Alexander Sokurov

Estreou ontem, em São Paulo


Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza 2011, o filme é uma adaptação da própria lenda do Fausto, bem diferente da versão mais conhecida, de Goethe.
Neste filme, que estreou ontem em São Paulo, ao invés de vender a alma ao diabo em busca de conhecimento, o protagonista é um homem com objetivos menos definidos, como conquistar Margarida, talvez mais por um desejo sexual do que paixão, e obter dinheiro para realizar suas pesquisas. Nesse sentido, a figura do Mefistófiles, convertida em um mero agiota, também traz o Fausto para um outro plano, diferente daquele que foi canonizado no Ocidente.
Alexander Sokurov revisitou o mito em sua versão de FAUSTO e, enquanto filme, sua intenção é a de reviver a obra de Goethe, incentivado os espectadores a lerem a obra do escritor alemão: “Eu, como diretor de filmes, sou um pequeno homem que joga uma pedra para que ela vá o mais longe possível. Se eu puder suscitar a curiosidade do espectador...”

Dentro de sua obra, com FAUSTO, Sokurov encerra sua tetralogia sobre o totalitarismo, o poder e a corrupção: Molokh (1999), Taurus (2001) e O SOL (2005). Nesses filmes ele trata de personagens como Lênin, Hitler e o imperador japonês Hirohito, antes de abordar o Dr. Fausto. Segundo o diretor: “Gostaria que a tetralogia não fosse linear, mas sim um círculo. Uma vez que as pontas se encontrassem, e o circulo fosse fechado, personagens de diferentes momentos históricos estariam conectados.”

Alexander Sokurov se inspirou na pintura alemã para compor as imagens de FAUSTO. Especialmente em pintores como Albrecht Altdorfer e Carl Spitzweg e para compor a fotografia do filme, Sokurov chamou o francês Bruno Delbonnel. Através da fotografia, a idéia do diretor era a de “reconstruir um mundo e um mito daquela época, também historicamente, com bastante detalhe.”

Ficha técnica:
Título original: Faust, Ano: 2011, País: Rússia, Gênero: Drama, Duração, 135min., Direção: Alexander Sokurov, Roteiro: Alexander Sokurov, baseado na obra homônima de Johann Wolfgang von Goethe, Fotografia: Bruno Delbonnel, Música: Alexander Zlamal, Elenco: Johannes Zeiler, Anton Adasinskiy, Isolda Dychauk, Classificação: 14 (quatorze) anos

Veja o trailler, acesse:














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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Tenham um excelente dia.
Hoje estreia A Era do Gelo 4, veja as curiosidades sobre o filme e o trailler.
Você sabia que a atriz do filme Crepúculo, Kristen Stewart, é a mais bem paga do cinema? Pois é, a moça desbancou Angelina JolieCharlize TheronJulia Roberts e muitas outras.
Inspirada pelo filme “Insolação”, de Felipe Hirsch, a escritora Lucimar Mutarelli lança “Entre o trem e plataforma”, seu primeiro romance, na Realejo Livros, neste sábado (30), 18h30. Leia mais sobre o evento.
Bem, por hoje é só, e amanhã tem mais novidades.
Abraços,
Miriam

Estreia hoje A Era do Gelo 4

Elenco: Vozes na versão dublada: Márcio Garcia, Diogo Vilela, Tadeu Mello, Vinicius Nascimento. Na versão original: Chris Wedge, Denis Leary, Drea de Matteo, John Leguizamo, Queen Latifah, Ray Romano, Jennifer Lopez, Jeremy Renner, Wanda Sykes, Drake, Seann William Scott.
Direção: Steve Martino e Mike Thurmeier
Gênero: Aventura/Animação
Duração: 94 min.
Distribuidora: Fox film
Orçamento: US$ 120 milhões

Sinopse: Em A ERA DO GELO 4, Scrat desencadeia um evento cataclísmico. Sid, Manny e Diego são empurrados para alto mar e terão de lidar com perigos que jamais puderam imaginar que existiam, como um bando de piratas de quinta categoria. Sob muita adrenalina, os heróis terão de passar por cima deles e achar o caminho de volta para casa.

Curiosidades:

- A Era do Gelo 4 estreia no Brasil no dia 29 de junho de 2012 — duas semanas antes da data prevista para entrar em cartaz no resto do mundo. Sucesso absoluto no mercado internacional, A Era do Gelo 2 e 3 ocuparam o primeiro no lugar no ranking dos filmes mais vistos no Brasil em 2006 e em 2009 respectivamente. 'A Era do Gelo 3' é a maior animação de todos os tempos no país e o terceiro maior filme da história.
- Um curta-metragem de 'Os Simpsons' estará anexado às cópias de 'A Era do Gelo 4'. Intitulado 'The Longest Daycare' (O dia mais longo na creche), o curta vai mostrar as novas aventuras da família atrapalhada.
- Chasing the Sun', canção da banda inglesaThe Wanted”, está na trilha sonora de 'A Era do Gelo 4'.
- A cada filme, a franquia obteve mais sucesso financeiro: O primeiro fez US$ 383 milhões mundialmente, o segundo fez US$ 655 milhões e 'A Era do Gelo 3' arrecadou incríveis US$ 900 milhões mundialmente. Vale lembrar que o terceiro filme foi a maior bilheteria brasileira no ano de 2009.

A Era do Gelo 4, veja o trailler:
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Kristen Stewart é a atriz mais bem paga do cinema

Kristen Stewart, uma das estrelas de 'Na Estrada', de Walter Salles, foi a atriz mais bem paga do cinema entre 2011 e 2012, segundo a nova lista da Forbes.
Com US$ 34,5 milhões acumulados entre maio do ano passado e deste ano, ela, que também é a mais jovem do top 10, liderou a lista principalmente graças à franquia 'Crepúsculo' e a 'Branca de Neve e o caçador'.
Depois dela, vêm, na ordem: Cameron Diaz ('Professora Sem Classe'), com US$ 34 milhões; e Sandra Bullock ('Tão Forte e Tão Perto'), com US$ 25 milhões.
Angelina JolieCharlize TheronJulia RobertsSarah Jessica ParkerMeryl StreepKristen Wiig e Jennifer Aniston completam a lista.
A relação mostra que as mulheres ainda ganham menos que os homens em Hollywood: enquanto as cifras femininas somaram US$ 200 milhões, o top masculino acumulou US$ 361 milhões.
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Lucimar Mutarelli lança romance na Realejo Livros

Inspirada pelo filme “Insolação”, de Felipe Hirsch, a escritora Lucimar Mutarelli lança “Entre o trem e plataforma”, seu primeiro romance, na Realejo Livros, neste sábado (30), 18h30. A sessão de autógrafos será acompanhada pela tradicional apresentação de Edinho Godoy e Theo Cancello, com MPB, jazz e bossa.
Completamente abalada pelos protagonistas melancólicos, perdidos e solitários do filme, a autora dá vida à Laura, personagem profunda, contraditória, carente, desprotegida, manipuladora e cruel. Apresentada por Marcelino Freire, a obra revela aos leitores os pensamentos mais pungentes e verdadeiros da psique humana de maneira vertiginosa e lírica. É de Lourenço Mutarelli, marido da escritora, a ilustração da capa do livro.
Prestes a completar 30 anos, a datilógrafa Laura segue uma rotina monótona de casa para o trabalho, do trabalho para casa. Acompanha as novelas e sonha com uma família feliz, perfeita, projetando seu desejo na vida das outras pessoas. Laura não se sente amada e é capaz de provocar situações constrangedoras para chamar a atenção, como desmaiar no metrô, sem comover, contudo, pessoa alguma. Apesar de todos os dramas, as cenas da vida não escapam de Laura que, sob recomendação médica, passa a escrever seus pensamentos no metrô.
Lucimar Mutarelli empresta à personagem a apatia e a forma mecânica de agir dos homens e das mulheres que observou também durante suas viagens de metrô: “Fico impressionada como essa quantidade de pessoas que andam, se comportam, obedecem, suportam e sobrevivem. É um dos preços que pagamos por habitar uma grande cidade. Parecemos um gado, um exército, seguindo o comando daquela voz mecânica e oculta das estações”.
De maneira semelhante à de sua personagem, Lucimar Mutarelli escreveu o livro em questão no metrô. Ela embarcava na estação Ana Rosa e descia na Consolação. Como o trajeto da linha é curto, a autora lá permanecia até esgotar a escrita. Completamente livre e sem censuras, ela criou várias passagens da história a partir de cenas e/ou pessoas que passavam por ela na estação ou no vagão.

Sobre a autora

Lucimar Mutarelli nasceu em São Paulo em 1969. Foi professora de educação artística durante vinte anos, fez mestrado na área de comunicação e trabalhou na Livraria da Vila. Além da coletânea de contos e poesias, publicou um roteiro para um curta e parte de sua dissertação de mestrado sobre o trabalho de Lourenço Mutarelli. O livro foi uma edição comemorativa do aniversário de 40 anos da escritora.

Ficha técnica:

Entre o trem e a plataforma
Selo: Leia
Autor: Lucimar Mutarelli
Formato: 14X21 cm
Nº de páginas: 160
ISBN: 978-85-7927-187-8
Acabamento: brochura
Preço: R$ 22,90

Serviço:
Lançamento do livro e sessão de autógrafos com a autora
Dia: Sábado, 30 de junho, às 18h30
Local: Realejo Livros – Av. Marechal Deodoro, 2, Gonzaga, Santos/SP

Colaboração: André Azenha – Jornalista/Assessor de Imprensa
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quinta-feira, 28 de junho de 2012


Bom dia a todos.
Hoje tenho novidades que vão desde leitura até transmissão ao vivo de palestra.
Os franceses leem tanto quanto dizem? Um estudo recente realizado por livrarias virtuais indica que os franceses leem em média 11 livros por ano, dos quais dois durante as férias. As mulheres leriam mais que os homens (12 contra 10). Que bom, né? Leia a matéria.
O Humor de Cinema do Roxy traz grandes nomes da nova geração da stand-up comedy em 28 e 29 de junho. Veja a programação.
Entre a luxúria e o pudor: cem anos de vida sexual dos brasileiros. Para compreender a história de nosso país não podemos ignorar a vida sexual de seus habitantes ao longo do tempo.
Finalizando, veja os eventos neste final de semana na Realejo Livraria.
Espero que gostem dos assuntos. Até amanhã.
Abraços,
Miriam

Os franceses leem tanto 
quanto dizem?

Um estudo recente realizado por livrarias virtuais indica que os franceses leem em média 11 livros por ano, dos quais dois durante as férias. As mulheres leriam mais que os homens (12 contra 10). Entre os leitores mais assíduos estariam os jovens entre 18 e 24 anos, lendo em média cinco livros nas férias.
Bem mais otimistas do que os números de outras pesquisas, que apontavam pelo menos 30% dos franceses como não-leitores, os números foram recebidos com orgulho e um certo alívio pelas autoridades. Fora do país, a França foi apontada como exemplo, inclusive no Brasil, que mostra estatísticas bem mais preocupantes.
A revista Le Nouvel Observateur, no entanto, questionou a pesquisa, abordando-a por outro ângulo – o conteúdo lido pelos leitores. “Os franceses leem, sim, mas o quê?”, questionou o veículo. “17% das leituras de férias seriam romances policiais, que se impõe como gênero preferido à frente de romances sentimentais (10%). Os franceses também leem três revistas em quadrinhos por ano, sendo que uma nas férias”.
A questão é, de fato, complexa: da mesma forma que a pesquisa se baseia apenas em números, a revista também mostra um certo preconceito: afinal, por que necessariamente romances policiais e “sentimentais” – seja lá o que isso queira dizer – seriam menos importantes do que o resto? (melhor nem citar a parte de quadrinhos, que ainda sofre com estigmas). É claro que abundam best-sellers comerciais e formulaicos, alguns explorando gêneros bem definidos, mas uma seleção de “boas” e “más” leituras por gêneros é de uma simplificação grosseira.
O fato das férias serem o período de maior leitura do ano também poderia explicar um pendor pelos livros de fácil leitura. Não por acaso as editoras preparam best-sellers escritos especificamente para o período, com uma “fórmula vencedora”: no mínimo 400 páginas (para durar pelo menos 1 mês) e um tipo de escrita que pode ser apreciado à beira mar ou na grama do seu jardim.
Mesmo assim, a revista tem o mérito de esmiuçar alguns pontos não aprofundados pela pesquisa. Como por exemplo o fato de que o tempo médio na televisão e na internet caíram em 14 minutos, sendo que o tempo de leitura aumentou para 25 minutos. Ou seja, os jovens dizem estar lendo durante duas horas e 35 minutos por dia (sem contar a internet), o que é um número um tanto difícil de acreditar (até porque resultaria teoricamente numa média muito maior do que de 11 livros por ano.
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Humor de Cinema traz membro do grupo Riso Ereto

O Humor de Cinema do Roxy traz grandes nomes da nova geração da stand-up comedy em 28 e 29 de junho, respectivamente no Roxy 5, de Santos, e no Brisamar 6, de São Vicente. Ambos os dias, o humor inicia às 22h. Trata-se da última semana do espetáculo antes das férias de julho. Por isso, especialmente na sexta, 29, o show terá 2h30 de duração.
Quinta, 28 de junho, se apresentam no Roxy 5: Zé Neves, Thiago Cepeda e Euclydes Escames. No dia seguinte, será a vez de Euclydes receber a Cia. de Humor Os Patiphes, Marcus Cirilu, Vitor Vargas, Igor Guimarães, André Garrido e Guto Andrade, no Roxy 6, do Brisamar.
Zé neves é de Campinas, grande nome da stand up comedy nacional, e integra o seleção de Humor do Teatro Folha. Thiago Cepeda é fundador do grupo Riso Ereto.

Serviço:
Espetáculo “Humor de Cinema” no Roxy 5, Santos
Dia: quinta-feira, 28/06, 22h
Com: Zé Neves, Thiago Cepeda e Euclydes Escames
Local: Cine Roxy, Avenida Ana Costa, 443, Gonzaga
Valor: R$ 20,00 - meia-entrada para todos

Espetáculo “Humor de Cinema” no Roxy Brisamar 6, São Vicente
Dia: sexta-feira, 29/06, 22h
Com: Euclydes Escames, Cia. de Humor Os Patiphes, Marcus Cirilu, Vitor Vargas, Igor Guimarães, André Garrido e Guto Andrade
Local: Cine Roxy, Av. Frei Gaspar, 365, Centro, Shopping Brisamar

Valor: R$ 15,00 - meia-entrada para todos   
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CPFL Cultura
Entre a luxúria e o pudor: cem anos de vida sexual dos brasileiros

Para compreender a história de nosso país não podemos ignorar a vida sexual de seus habitantes ao longo do tempo. No Brasil, particularmente nas décadas de 1920 e 1930, aflora a importância da dimensão sexual nos discursos históricos e sociológicos de Paulo Prado em Retrato do Brasil e de Gilberto Freyre em Casa Grande e Senzala. Tais autores empreendem uma interpretação metódica da identidade brasileira dentro da realidade tropical.
Temos, ao longo da história sexual dos brasileiros, aparentes contradições como a importância da manutenção da virgindade imposta às mulheres e, por outro lado, a extrema liberdade masculina manifestada na frequência aos bordéis e zonas de meretrício.
Os reflexos da revolução sexual em finais dos anos 1960, com as comunidades baseadas no “amor livre”, tem seus vestígios nas décadas seguintes no Brasil. País de clima quente, paraíso tropical, Carnaval. As imagens alegres que expressam licenciosidade, sensualidade e extroversão correspondem à realidade ou trata-se de um mito fabricado?
Transmissão ao vivo a partir das 18h em www.cpflcultura.com.br/aovivo
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quarta-feira, 27 de junho de 2012


Tenham uma excelente quarta-feira.
Hoje tem duelo de pianos na Pinacoteca Benedicto Calixto. Não perca.
Quase 11 anos após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 em Nova York, Estados Unidos, a cidade concluiu, nesta segunda-feira, 25, a construção da primeira torre do novo World Trade Center.
Você sabia que o primeiro grande sucesso musical brasileiro aconteceu de forma inesperada? Trata-se de Dengoso, um maxixe simples, assinado por um desconhecido chamado Renaud.
Hoje é o dia de nascimento do famoso escritor brasileiro Guimarães Rosa.
Espero que vocês gostem dos assuntos.
Até amanhã.
Abraços,
Miriam

Duelo de pianos é destaque na 

Pinacoteca Benedicto Calixto

Mais um programa no seu calendário de eventos, o salão principal do casarão branco será cenário para um duelo entre pianistas. Nesta primeira edição, o desafio será entre os músicos Eduardo Paulino e Newton Zago, em um enfrentamento marcado para esta quarta-feira (27), a partir das 19h30.
A bordo do Steinway de meia cauda, os participantes irão iniciar o espetáculo apresentando duas composições próprias. Em seguida, Paulino e Zago sentarão ao piano alternadamente, executando temas clássicos. A proposta do desafio é a superação do virtuosismo técnico entre os músicos. Ao final, os dois irão executar juntos a Tocata e Fuga em Ré Menor, de Bach, um executando a obra ao piano acústico e o outro em um piano digital.
A programação é aberta ao público que terá a oportunidade de ouvir grandes sucessos e canções autorais em uma noite que tem entrada franca e duas horas de muita animação.

Serviço:
Pinacoteca Benedicto Calixto
Av. Bartolomeu Gusmão, 15 – Boqueirão
Telefone: (13) 3288-2857
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Novo World Trade Center

Quase 11 anos após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 em Nova York, Estados Unidos, a cidade concluiu, nesta segunda-feira, 25, a construção da primeira torre do novo World Trade Center.
A última viga da Torre 4 foi alçada até o ponto mais alto do arranha-céu enquanto, ao fundo, o cantor de gospel BeBe Winans entoava “God bless America” (Deus abençoe a América).

Torre 1 já superou Empire State

A Torre 4, entretanto, só será inaugurada oficialmente no final de 2013. A maior das quatro torres do novo World Trade Center é a Torre 1, que só será finalizada entre o fim de 2013 e o início de 2014. Mas em abril deste ano a Torre 1 já se tornou o maior arranha-céu de Nova York ao superar a altura do Empire State Building.
A Torre 1 terá 541 metros de altura. No sistema de medida norte-americano são 1.776 pés, um simbolismo para o ano da independência dos EUA.
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Maxixe para inglês ouvir

O primeiro grande sucesso musical brasileiro aconteceu de forma inesperada. Trata-se de Dengoso, um maxixe simples, assinado por um desconhecido chamado Renaud, e publicado sem muito alarde pela Casa Vieira Machado, em 1907, no Rio de Janeiro, como mais um entre os vários do gênero que circulavam entre as casas de edição da época.
Graças a uma pesquisa do Instituto Moreira Salles em andamento há oito anos, descobriu-se agora que Renaud era, na verdade, pseudônimo de Ernesto Nazareth. Pelo que se sabe Dengoso foi o único maxixe do compositor e chegou até a fazer sucesso moderado no Brasil, tendo três gravações. Mas a história não para por aí: em pouco tempo, o maxixe atravessou o oceano e ganhou fama em Paris. Neste momento, o gênero musical estava se tornando popular na França, sendo inclusive aceita entre a burguesia francesa (depois de um período em que foi estigmatizado como “a mais baixa das danças”). Também se espalhou pela Itália, Alemanha, Espanha e até mesmo Rússia.

Em algumas edições, 'Dengozo' era chamado de 'parisian maxixe'

A fama foi crescendo até que atingiu seu auge em 1914, quando maxixes brasileiros e estrangeiros eram gravados por diversas bandas americanas e europeias. Entre estas composições, Dengoso era a mais importante: seu número de gravações e execuções ultrapassa qualquer outro maxixe da época, e possivelmente qualquer música brasileira da primeira metade do século 20 no exterior. Segundo o site do Instituto Moreira Salles dedicado aos 150 anos de Nazareth, quando se falava em maxixe em 1914, a melodia que vinha primeiro à mente era o Dengoso, fosse nos EUA ou em Paris.
Segundo a pesquisa, o maxixe Dengoso recebeu pelo menos 31 edições diferentes e 16 gravações entre os anos 1913 e 1917, um número extraordinariamente alto para quaisquer padrões. Chegou até a aparecer em um musical com Fred Astaire e Ginger Rogers (A História de Vernon e Irene Castle, de 1939). O que ainda não se sabe é se, numa época sem internet, Nazareth estava consciente da joia comercial que havia criado – e se chegou a receber royalties por sua composição.

Fonte: Opinião & Notícia
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Clássicos da Literatura Nacional
Hoje é dia do nascimento de Guimarães Rosa

João Guimarães Rosa nasceu em Cordisburgo, Minas Gerais, em 27 de junho de 1908. Foi médico, escritor e diplomata. O autor tornou-se reconhecido mundialmente devido a traços marcantes presentes em sua obra, como a linguagem inovadora, popular e regional e a criação de inúmeros vocábulos a partir de arcaísmos, invenções e intervenções semânticas e sintáticas. A maior parte da sua obra se passa no sertão brasileiro.
Primogênito de sete filhos, aos sete anos Guimarães Rosa começou a estudar diversos idiomas, como francês, alemão, inglês, espanhol, italiano e esperanto. Além de conceituado escritor, ele se formou na faculdade de Medicina e chegou a exercer a profissão até 1934.
Em entrevista concedida a uma prima ele falou sobre seu grande interesse no estudo de idiomas. “Eu falo: português, alemão, francês, inglês, espanhol, italiano, esperanto, um pouco de russo; leio: sueco, holandês, latim e grego (mas com o dicionário agarrado); entendo alguns dialetos alemães; estudei a gramática: do húngaro, do árabe, do sânscrito, do lituano, do polonês, do tupi, do hebraico, do japonês, do checo, do finlandês, do dinamarquês; bisbilhotei um pouco a respeito de outras. Mas tudo mal. E acho que estudar o espírito e o mecanismo de outras línguas ajuda muito à compreensão mais profunda do idioma nacional. Principalmente, porém, estudando-se por divertimento, gosto e distração”
Após passar no concurso do Itamaraty, Guimarães Rosa teve como primeira função no exterior, o cargo de Cônsul-adjunto do Brasil em Hamburgo, na Alemanha, de 1938 a 1942. Durante a Segunda Guerra Mundial, ele ajudou judeus a fugirem para o Brasil ao conceder, ao lado da segunda esposa Aracy de Carvalho Guimarães Rosa, mais vistos do que as cotas legalmente estipuladas. A ação humanitária lhe rendeu no pós-Guerra, o reconhecimento do Estado de Israel.
Guimarães Rosa morreu no dia 19 de novembro de 1967, no Rio de Janeiro, aos 59 anos. Três dias antes, ele havia tomado posse na Academia Brasileira de Letras, para a qual havia sido eleito em 1963 por unanimidade. O motivo da posse demorada foi o medo de que o autor sofreria uma forte emoção. No discurso que fez disse que “a gente morre é para provar que viveu”, quase como uma despedida.
Suas obras foram traduzidas para diversos idiomas.

Principais Obras:
Romance: Grande Sertão: Veredas (1956).
Contos: Sagarana (1946); Corpo de baile (1956); Primeiras estórias (1962); Tutaméia: terceiras estórias (1967); Estas estórias (1969); Ave, palavra (1970).  


terça-feira, 26 de junho de 2012

Um bom dia para todos.
Vamos às novidades de hoje: o autor Leandro Reis está lançando o livro Garras de Grifo, atenção para a promoção de pré-venda.
Veja as “pérolas do vestibular francês”...
Para Roma com Amor é o mais novo filme de Woody Allen, que segue a nova fórmula do diretor de conceber seus filmes inspirado por cidades importantes, como Paris, e agora Roma.
Luz na Crise, 11 de setembro de 2011. Uma viagem sem rumo. As grandes questões que afligem a sociedade contemporânea. Saiba mais. 
Bem por hoje é só. Aguardo você aqui amanhã para mais assuntos.
Abraços,
Miriam

Lançamento do livro Garras de Grifo
Autor Leandro Reis

Garras de Grifo é uma aventura selvagem, repleta de elementos como sofrimento e coragem, na qual a vitória só poderá ser conquistada no fio da espada e com o sangue dos heróis.
As gêmeas, Alexia e Ingrid, nasceram em uma tribo localizada nas inóspitas savanas bárbaras, onde vivem guerreiros ferozes, criaturas sobrenaturais e deuses antigos.
Segunda a tradição, baseada na religiosidade do povo, a criança gêmea mais nova sempre deveria ser sacrificada, e não segui-la causaria um mau augúrio.
Treinadas sob a espada severa de seu pai, elas tiveram sua força e resistência forjadas no suor e na dor. Contudo, todo o treinamento não as preparou para o maior desafio de suas vidas: A ruína de seu povo, causada por ganância e traição.
Essas guerreiras vagarão pelo continente, passando por aventuras épicas, conhecendo locais fantásticos e fazendo aliados improváveis, enquanto lutam pela sua sobrevivência e buscam vingar seu povo.
Distante, um deus as observa. Uma força caótica, que ri ao vê-las lançando-se com fúria cega em uma batalha contra o impossível: derrotá-lo.
Garras de Grifo também se passa no mundo de Grinmelken (criado pelo autor), o mesmo das obras da Trilogia Legado Goldshine, num momento posterior.

Pré-venda somente até o dia 09/07
Os livros estarão disponíveis no dia 19/07
Na Idea Editora
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Pérolas do vestibular francês

Todo ano, somos brindados com algumas pérolas dos vestibulandos brasileiros. Mas se engana quem pensa que as opiniões absurdas em redações são exclusividades da nossa juventude. Como prova, um corretor do “bac”, o vestibular francês, acaba de vazar algumas pérolas escritas na edição 2012. Os temas eram: “Pode existir desejos naturais?” e “trabalhar é mesmo útil?”
Um dos candidatos mostrou que não simpatiza muito com Rousseau e o mito do bom selvagem, e também exibiu um certo preconceito colonial: “Os desejos naturais variam”, escreveu. “Por exemplo, para uma família vivendo na África, os desejos naturais serão dormir e comer, pois a África ainda vive de maneira selvagem. Mas, para um francês bem mais evoluído, será de ter um carro, uma máquina de lavar e um grande closet”.
Rousseau realmente não goza de muita simpatia entre uma camada dos vestibulandos, como comprova o trecho desta outra redação: “Segundo Rousseau, é melhor sonhar seus desejos do que satisfazê-los. É por isso que ele sempre viveu só e infeliz”. Pois é, bem feito para ele!

‘Penço logo existo’

Enquanto um candidato faz malabarismos verbais dignos de um Caetano Veloso (“O desejo é transe sem dente em relação ao corpo”), outro evoca o lado animalesco do homem “O desejo está expresso por uma linguagem. Os homens utilizam as palavras para expressar seu desejo e os animais usam gritos. Mas, quando os seres têm relações sexuais com o objetivo de obter prazer e não com o objetivo de fazer filhos, eles usam gritos porque então o homem é considerado animal”.
Outro prefere reciclar Descartes com erros de ortografia: “Descartes com seu cogito, ou seja, o “penço (sic) logo eu sou” nos mostra que se eu penço (sic) útil eu sou”.
Há também quem tenha opiniões radicais contra o aborto: “O desejo de ter uma criança para uma mulher é natural, dar a vida está na ordem das coisas, é instintivo de ter um progenitor. As mulheres que não querem, ou pior, que escolhem o abominável assassinato ao abortar, são portanto, pervertidas”.
Sobre o tema “trabalho”, alguns vão procurar respostas na Bíblia: “A prova de que o trabalho não é útil é que Jesus Cristo nunca trabalhou. Ele viajou de país em país para difundir o amor, mas nunca trabalhou. Todavia, ninguém foi mais útil do que ele, ninguém o contestará”.
A sutileza não parece ser o forte deste candidato: “Alguns não acham que o trabalho deve ser útil, até se suicidam, aliás, como na France Telecom”, escreveu em alusão à onda de suicídios na estatal francesa. Outros se mostram rebeldes: “Quanto ao senhor, corretor, seria mais útil ajudando o meu pai a construir uma casa do que a corrigir este dever…”
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Para Roma com Amor, 
de Woody Allen

O mais novo filme de Woody Allen segue a nova fórmula do diretor de conceber seus filmes inspirado por cidades importantes, como Paris, e agora Roma. Apesar de não ter o rigor técnico e o controle de filmes como Match Point e até mesmo o último Meia Noite em Paris, Para Roma com Amor é um filme engraçado, que diverte ao mesmo tempo que fala de assuntos contemporâneos.
O filme gira em torno do conceito de celebridade: o funcionário exemplar e tímido Leopoldo (Roberto Begnini), acorda um dia e sem mais nem menos encontra repórteres na porta de sua casa; ele se tornou uma celebridade.
Ao mesmo tempo, um jovem casal sai do interior da Itália para tentar a vida em Roma — ela se perde sozinha andando pela cidade e acaba por encontrar o famoso ator Luca Salta, com quem acaba vivendo um romance.
Enquanto isso, o estudante de arquitetura Jack, que mora em Roma com sua noiva norte-americana, se apaixona pela amiga dela, uma atriz em ascensão que veio de Los Angeles para passar férias na cidade. Alec Baldwin faz um interessante personagem, uma espécie de consciência do rapaz, que comenta os lances do jogo de sedução entre Jack e a bela Monica.
Além de tudo isso, aparece o próprio Woody Allen, bom como sempre, como um diretor de óperas aposentado, que convence um agente funerário, dono de uma extraordinária voz, a seguir a carreira de tenor. Esses pequenos núcleos funcionam de forma paralela, sem interagirem entre si, sempre com as ruas e monumentos de Roma como cenário.
As peripécias amorosas, como não poderia deixar de ser, se juntam ao foco do filme sobre a noção de celebridade. O filme não traz, além de sua estética mais desorganizada – provavelmente fruto da inspiração do diretor com os histriônicos italianos – nada de novo em relação ao que se espera de um Woody Allen. E isso é bom!
É engraçado ver como Allen critica em seu roteiro a personagem Monica (Ellen Page, de Juno), com as mesmas críticas que são feitas a seus filmes: filmes que fazem o espectador se sentir inteligente ao citar determinados cânones do intelectualismo, mas sem nenhuma profundidade, e que divertem de forma aguada, com um humor já ultrapassado.
Diferente dessa opinião, acredito que Woody Allen, com a possibilidade de fazer praticamente um filme por ano, envelhece de forma digna; mais que isso, seus filmes atuais são muito superiores aos antigos. Ele se utiliza de recursos como distanciamento (o ator que se comunica olhando para a câmera), flashbacks, e personagens fantasmas, como é o caso de Alec Baldwin nesse filme, de forma magnífica. Seus filmes têm uma liberdade que não se vê na maioria do cinema que vigora nos grandes circuitos.
Ao focar as celebridades nesse filme, o diretor discute um fenômeno muito antigo, sob uma ótica da atualidade. Enquanto na Grécia clássica, os atletas que venciam as Olimpíadas tinham o direito de ter seus bustos esculpidos e guardados no Partenon, atualmente o célebre é aquele que tem sua imagem multiplicada através das imagens em movimento: nada melhor do que o cinema para tratar disso.
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Luz na Crise

11 de setembro de 2011. Uma viagem sem rumo. As grandes questões que afligem a sociedade contemporânea. Crise econômica, produção simbólica, globalização, identidade. Temas que invadem o pensamento do personagem central.

Título original: Luz na Crise

Direção: Leonardo Brant e Pedro Caldas
Duração: 60 min
Gênero: documentário
Censura: livre


Serviço:
27 de junho, às 17h30, em Campinas. Programação gratuita e por ordem de chegada uma hora antes de cada sessão. A cpfl cultura em Campinas fica na rua Jorge Figueiredo Corrêa, 1632 – Chácara Primavera. Mais informações pelo telefone (19) 3756-8000
O filme terá ainda exibição no mesmo dia às 20h  



segunda-feira, 25 de junho de 2012

Olá leitores do Histórias Fantásticas, um bom dia e uma ótima semana.
A literatura policial é um segmento literário que vem conquistando o público, com fãs que consomem esses livros avidamente. Leia mais sobre o curso Desvendando a Narrativa Policial.
Inspirado no Clube do Blues do Rio de Janeiro, a Mannish Boy Produções e o Studio Rock criaram o Clube do Blues de Santos.
Você conhece o museu do futuro? É uma entidade de interesse público sem fins lucrativos, mantido pelo Instituto de Estudos Avançados em Comunicações (Iecom), para a divulgação da ciência e tecnologia.
Bem, por hoje é só.
Aguardo você aqui amanhã para mais novidades.
Beijo grande,
Miriam

Desvendando a Narrativa Policial

Desde os tempos em que Edgar Allan Poe inaugurou o gênero, a literatura policial é um segmento literário que vem conquistando o público, com fãs que consomem esses livros avidamente. O gênero, que flerta com o thriller e o suspense, ganhou as tvs e cinemas do mundo inteiro e gerou filmes e seriados famosos.
Nesta oficina o aluno conhecerá um pouco da história e da evolução do gênero, analisará textos clássicos, entenderá a estrutura básica para montar sua própria história (seja como conto ou como romance) e preparará seus personagens voltados para as preferências do público de hoje.
Ao final do curso, será publicada uma coletânea  dos alunos pela Terracota editora.

A quem se destina

Escritores, redatores publicitários, jornalistas e blogueiros interessados em saber mais sobre o gênero e trabalhar intensivamente em seus textos.
Vagas disponíveis: 18
Quando: 2 meses, 8 encontros: 4, 11, 18 e 25 de agosto e 1, 15, 22 e 29 de setembro
Horário: Sábados, das 9h30 às 12h30.
Investimento: 1+2 R$225,00 (boleto, cheque) ou em 6 vezes no cartão.
(desconto para ex-alunos e pagamento à vista)
Local: Espaço Terracota – Av. Lins de Vasconcelos, 1886 – Vila Mariana
(saiba como chegar aqui)
Inscrições e Informações: Clique aqui.

Curador

Sérgio Pereira Couto é jornalista e escritor. Colabora regularmente com revistas de história e sites especializados. Foi editor e repórter de revistas de ciência como Ciência Criminal e Discovery Magazine, além de editor-assistente de revistas de tecnologia como PC Brasil e Geek!. Tem textos, artigos e colaborações publicadas nas revistas Galileu e Planeta. É autor de mais de 40 livros, com mais de 120 mil exemplares vendidos somente no Brasil, entre eles os romances Sociedades Secretas, Investigação Criminal, Renascimento, Mentes Criminosas e Help – A Lenda de Um Beatlemaníaco. Divide seu tempo com palestras e cursos sobre os assuntos de seus livros, incluindo Sociedades Secretas, História do Rock, Curiosidades da História e Introdução Básica à Ciência Forense.
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Santos ganha Clube do Blues

Inspirado no Clube do Blues do Rio de Janeiro, a Mannish Boy Produções e o Studio Rock criaram o Clube do Blues de Santos.
A proposta é a mesma da edição da cidade maravilhosa, juntar músicos de blues brasileiros para tocar clássicos do gênero e consolidar um lugar como ponto de encontro entre as pessoas que curtem esse gênero musical.
No Clube do Blues de Santos, o time principal será João Augusto (guitarra e voz), Filippe Dias (guitarra e voz), Jeferson Rodrigues (bateria) e Álvaro Alves (baixo). Mas a intenção é convidar os músicos de blues de São Paulo, Rio de Janeiro e os de outros estados que passarem pela cidade e até internacionais.
O clube de Santos foi criado após uma visita ao Clube do Blues Original no Rio de Janeiro. O valor do couvert é simbólico, R$ 12 reais, e os músicos fazem duas entradas de 40 minutos.
A Mannish Boy Produções já trouxe a Santos alguns dos maiores nomes do blues e do jazz nacionais e internacionais, como Magic Slim, Peter Madcat, Eric Gales, Lynwood Slim, James Wheeler, Shirley King, John Pizzarelli, Freedie Cole, Bad Plus, Stanley Jordan, Kenny Brown, Big Joe Manfra, Blue Jeans, Igor Prado Blues Band, Róbson Fernandes, Maurício Sahady, Ivan Márcio, Giba Byblos, Caviars Blues Band, Big Chico e Big Gilson.  

Serviço:
Jam Session: Clube do Blues de Santos
Data: 26 de junho
Horário: 20h30
Local: Studio Rock Café
Endereço: Av. Marechal Deodoro, 110, Gonzaga, Santos/SP
Valors: R$ 12,00 (couvert).

Próximas jam sessions:
Dias: 10 e 24 de julho; 7 e 21 de agosto; 4 e 18 de setembro; 2, 16 e 30 de outubro; 13 e 27 de novembro e 11 dezembro
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O museu do futuro

O Museu do Futuro é uma entidade de interesse público sem fins lucrativos, mantido pelo Instituto de Estudos Avançados em Comunicações (Iecom), para a divulgação da ciência e tecnologia, que tem como proposta:
  • Promover a difusão do conhecimento científico à comunidade
  • Promover a democratização do acesso à cultura, à ciência e à tecnologia
  • Despertar e desenvolver o espírito científico da população
  • Promover a inclusão social e reduzir a exclusão digital
  • Criar oficinas pedagógicas para capacitação de professores
  • Desenvolver palestras e seminários voltados a estudantes do ensino médio e fundamental
  • Combater o analfabetismo digital e o baixo nível de acesso de comunidades carentes ao ensino de qualidade
  • Organizar, manter e acompanhar exposições e demonstrações, experimentações e feiras de ciências
  • Realizar pesquisas envolvendo problemas relacionados à educação científica, em temas ligados a telecomunicações e sua história
  • Capacitar técnicos, especialistas e pesquisadores para atender suas necessidades
  • Estabelecer intercâmbios com instituições congêneres
  • Incrementar a pesquisa científica básica de campo ou realizada em laboratórios, assim como a pesquisa aplicada
  • Organizar, equipar e manter oficinas e laboratórios para servir de apoio aos seus objetivos
  • Manter uma bibliografia atualizada
  • Divulgar as suas atividades no País no exterior
  • Manter um portal na Internet, associado à página do Iecom
  • Realizar cooperação com o IEEE Foundation, para interligar a Museu do Futuro ao Museu de Engenharia Elétrica mantido pela fundação
  • Promover o desenvolvimento e aplicação do software livre
Estratégia de Ação do Museu do Futuro

O Museu do Futuro tem como estratégia de ação inicial o desenvolvimento de um projeto para recuperação da história das comunicações no Brasil, o apoio ao desenvolvimento tecnológico e atração de alunos para as áreas de ciências e tecnologia e a divulgação dessas áreas.
O Museu do Futuro é um modelo que pode ser exportado para diversas instituições. A instalação do Museu do Futuro nas universidades e institutos de pesquisa conveniados com o Iecom é uma alternativa para preservação da memória, para fomentar a pesquisa na área, manter uma cooperação com outras instituições congêneres, servir como fonte de pesquisa para os alunos, fazer a ligação entre a empresa, a academia e a comunidade, ser uma unidade dinâmica, com acesso a Internet para toda população, facilidades para palestras, cursos e outras atividades culturais.

Projeto do Museu do Futuro em Campina Grande

O projeto, em desenvolvimento, visa a implantação do Museu do Futuro na cidade de Campina Grande, pelo Iecom, instituto ligado à UFCG, em espaço físico a ser cedido pela Prefeitura Municipal de Campina Grande. O Museu será o protótipo para a instalação de outros museus da ciência e tecnologia no País, em instituições conveniadas com o Iecom. O Museu terá uma área de 1.200 m² contando com três auditórios, três laboratórios de pesquisa, um laboratório para recuperação de peças, uma biblioteca, sala de computadores ligados à Internet, dez salas para pesquisadores, lanchonete para o público, sala de recepção e sanitários.
O Museu do Futuro terá um acervo permanente, contando, no princípio, de peças na área de telecomunicações doadas por empresas. O acesso será franqueado ao público excursões serão programadas com as escolas da Paraíba e Estados vizinhos. O acervo do Museu do Futuro será disponibilizado pela Internet, para outras instituições do País e do exterior.