sábado, 12 de maio de 2012


Olá, sabadão com grandes estreias nos cinemas e outras novidades.
Bullying, um problema mundial e que pode ser praticado até por vizinhos, leia mais.
Enfim, o mundo não irá acabar no dia 22 de dezembro, saiba sobre o novo calendário maia descoberto por arqueólogos norte-americanos.
Editora de arte da revista literária The New Yorker desde 1993, Françoise Mouly tem uma relação peculiar com os artistas que desenham as capas da revista. Veja algumas capas polêmicas.
É difícil pensar em um projeto de arquitetura mais controverso que o edifício da CCTV, a sede da Televisão Central da China, em Pequim.
Saiba o que será debatido sobre corpo e saúde no Café Filosófico CPFL.
Finalizando, uma mensagem de Dalai-Lama – O Caminho da Tranquilidade: Quando morremos, nada pode ser levado conosco, com a exceção das sementes lançadas por nosso trabalho e de nosso conhecimento espiritual.
Até amanhã, e um grande beijo a vocês leitores do Histórias Fantásticas.
Miriam

Nanoconto
Bullying

Em casa, o garoto tornara-se agressivo e nervoso, mudando radicalmente seu comportamento.
Na escola, suas roupas e cabelo eram alvo de chacota. 

Bullying é um termo em inglês (bully – “valentão”) utilizado para descrever formas de violência verbais, físicas ou psicológicas, intencionais ou repetitivas praticado por um indivíduo ou um grupo para intimidar o outro individuo incapaz de se defender.
O bullying pode ser dividido em dois tipos: o bullying direto, a forma mais comum entre agressores masculinos; e o bullying indireto, forma mais comum entre as mulheres e crianças, sendo sua característica o isolamento social da vítima obtido por espalhar comentários, recusa em se socializar com a vítima, intimidar outras pessoas que desejam se socializar com a vítima, criticar o modo de vestir ou outros aspectos socialmente significativos como etnia e religião. Além desses meios utilizados pelo agressor, outros também são considerados como agressões como insultar a vítima, ataques físicos, danificar pertences e expressões ameaçadoras.
Por ser um problema mundial, vem ganhando grande espaço em discussões de especialistas em educação e outros profissionais que estão em campanha para diminuir sua incidência nos vários ambientes em que ele acontece ou pode acontecer como escolas, locais de trabalho, em casa,  entre vizinhos, ambientes militares e de política e até mesmo em ambientes públicos.
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Novo calendário maia
  
A descoberta de um novo calendário maia por arqueólogos dos EUA descartou a tão anunciada teoria do fim do mundo para este ano. O calendário, que data do século IX, foi encontrado durante escavações realizadas na cidade de Xultún, na Guatemala.
Trata-se do calendário maia mais antigo documentado até hoje. De acordo com o arqueólogo William Saturno, chefe da expedição, não há qualquer evidência de que o fim do mundo acontecerá neste ano. Essa teoria se baseava nos 13 ciclos do calendário maia, conhecidos como “baktun”, unidade de tempo que equivale a 144 mil dias, o que corresponderia ao último dia de 2012.
Outro arqueólogo que faz parte dos trabalhos, David Stuart, ressalta que “na parede vemos 17 baktuns, o que vai muito além de 2012”. Ainda segundo Stuart, “é importante entender que os maias viam os calendários como ciclos. O final de um baktun é um período importante, não um fim”.

Em busca da harmonia

A parede onde foi encontrado o calendário contém hieróglifos e uma série de cálculos que corresponderiam ao ciclo lunar. Acredita-se que o objetivo desses calendários era buscar a harmonia entre as mudanças celestes e os rituais sagrados.
Os pesquisadores ainda não sabem se o local era uma casa ou um local de trabalho, e se era usado por uma ou por várias pessoas.
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Capas rejeitadas da revista 
‘The New Yorker’

Editora de arte da revista literária The New Yorker desde 1993, Françoise Mouly tem uma relação peculiar com os artistas que desenham as capas da revista. Mouly, co-fundadora da antologia de quadrinhos “Raw” junto com seu marido Art Spiegelman, tem o hábito de pedir aos artistas com quem trabalha – Barry Blitt, Christoph Niemann, Ana Juan, R. Crumb – que não hesitem em mostrar qualquer esboço de uma capa que tenham criado. Isso significa que, sejam piadas sobre a pedofilia ou o Holocausto, os desenhos chegam até ela. O humor de mau gosto é parte essencial do processo, explica: “Às vezes algo está muito provocativo, ou muito machista, ou muito racista, mas o desenho irá inspirar uma linha de pensamento que nos ajuda a desenvolver uma imagem publicável”, diz Mouly.
Até recentemente, você só teria acesso às capas rejeitadas se fosse ao escritório de Mouly, no 20º andar do edifício Conde Nast, em Nova York, e olhasse para os quadros que enfeitam as paredes. Agora, algumas dessas edições desinibidas estão em um novo livro:  Blown Covers: New Yorker Covers You Were Never Meant to See. Confira algumas das capas mais polêmicas que não foram publicadas pela The New Yorker:



Esboço de Christoph Niemann em 2003  sobre os sentimentos  norte-americanos em relação aos franceses durante a preparação para a invasão do Iraque.







Neste esboço rejeitado de Blitt Barry em 2002, Osama Bin Laden avalia projetos propostos para o World Trade Center.






Anita Kunz sugeriu um esboço de Monica Lewinsky chupando um pirulito, feita em 1998 durante o escândalo sexual da Casa Branca envolvendo o então presidente Bill Clinton. O tema do sexo foi desenhado de uma maneira muito infantil, e o pirulito que Mônica lambia era a bandeira dos Estados Unidos.
 



Quando The New Yorker rejeitou este esboço de Art Spiegelman em 1993, ele e Mouly o usaram como cartão de Natal.







Sarah Palin, desenhada aqui prestes a “acionar o botão vermelho”, por John Cuneo, tem sido um dos temas preferidos dos artistas de Nova York.








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China, cidade do futuro

É difícil pensar em um projeto de arquitetura mais controverso que o edifício da CCTV, a sede da Televisão Central da China, em Pequim.
Depois que o holandês Rem Koolhaas, o arquiteto do projeto, apresentou sua maquete em 2003, ele foi atacado por jornalistas ocidentais que o acusaram de glorificar um órgão de propaganda do governo chinês. Alguns anos mais tarde um incêndio no local quase destruiu um prédio vizinho, também projetado por Koolhaas, levando o diretor do projeto e outros 19 à prisão por negligência e atrasando significativamente a construção.
Há algo sobre a aparência do edifício que parece perturbar as pessoas. Quando a construção foi reiniciada após o incêndio, um crítico chinês publicou um artigo dizendo que a forma contorcida do edifício, com um enorme vazio em seu centro, imitava uma imagem pornográfica de uma mulher nua em quatro apoios. O artigo desencadeou uma tempestade de opiniões negativas, forçando Koolhaas a divulgar uma nota desmentindo a suspeita.

Imponência e simbolismo

Apesar das críticas, a sede da CCTV pode ser a maior obra de arquitetura construída no século XX. Koolhaas sempre se interessou em fazer edifícios que expõem as energias conflitantes na sociedade, e o prédio da CCTV é a expressão máxima desse objetivo, começando com o simbolismo de seu exterior.  Monumental e angular, mas ao mesmo tempo estranhamente elusivo e harmônico, o edifício é uma das obras mais sedutoras e poderosas da arquitetura moderna.
O que mais prende a imaginação é a ideia que o edifício representa sobre este período particular da história. Koolhaas criou uma declaração arquitetônica eloquente sobre a forma como a China avança para o futuro e, de um modo mais geral, sobre como é a vida no mundo desenvolvido no início do século 21. O prédio captura nossa época tão bem quanto as grandes obras dos primeiros modernistas capturaram a era em que viveram.
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CAFÉ FILOSÓFICO CPFL

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Estreias dos filmes da semana

Veja os filmes que entraram em cartaz nesta semana.

Battleship – A Batalha dos Mares Ação – (Battleship) EUA, 2011. Direção: Peter Berg. Elenco: Taylor Kitsch, Liam Neeson, Alexander Skarsgard, Rihanna, Brooklyn Decker. Duração: 113 minutos. Classificação: 10 anos. A adaptação ao cinema do jogo de batalha naval da Hasbro coloca uma frota internacional para combater uma invasão alienígena.
Veja o trailler, acesse:

Piratas Pirados! Animação – (The Pirates! Band of Misfits) Reino Unido, 2012. Direção: Peter Lord. Elenco: Hugh Grant, Martin Freeman, Salma Hayek, Jeremy Piven. Duração: 88 minutos. Classificação: livre. O pirata Capitão (Hugh Grant) é um aventureiro, embora nem sempre bem sucedido, terror dos Sete Mares. Seu sonho: derrotar Black Bellamy (Jeremy Piven) e Cutlass Liz (Salma Hayek) e levar o troféu de Pirata do Ano. Para conseguir, o Capitão irá com sua tripulação da exótica Ilha de Sangue às ruas da Londres vitoriana, batalhando contra a Rainha Vitória (Imelda Staunton) e com a preciosa ajuda do jovem Charles Darwin (David Tennant).
Veja o trailler, acesse:

O Exótico Hotel Marigold Comédia – (The Best Exotic Marigold Hotel) Reino Unido, 2011. Direção: John Madden. Elenco: Judi Dench, Maggie Smith, Tom Wilkinson, Dev Patel, Bill Nighy. Duração: 118 min. Classificação: 10 anos. A comédia mostra um grupo de idosos que decide passar sua aposentadoria em um luxuoso resort na Índia, apenas para descobrir que a estrutura do lugar não é o que parecia no folheto.
Veja o trailler, acesse:

Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha Aventura – Brasil, 2012. Direção: Helena Ignez e Ícaro Martins. Elenco: Ney Matogrosso, Maria Luisa Mendonça, Simone Spoladore, André Guerreiro Lopes, Djin Sganzerla. Duração: 83 minutos. Classificação: 14 anos. Estreia em São Paulo. Continuação do clássico filme Bandido da Luz Vermelha, que narra a trajetória do filho do bandido, o criminoso Tudo-ou-nada, na cidade de São Paulo.
Veja o trailler, acesse:






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