quarta-feira, 30 de maio de 2012


Olá, minha viagem, infelizmente, está chegando ao fim, mas compartilho com vocês os últimos momentos.
Veja as fotos da praia de Imbituba (Santa Catarina) e algumas do Museu Ferroviário, que fica no Shopping Estação, em Curitiba, Paraná.
Amanhã ainda postarei mais algumas fotos da viagem, não percam.
Para hoje, tem notícias sobre o Santos Jazz Festival, que sorteia guitarras no evento e uma matéria interessante sobre manuscritos medievais. Finalizando, participe da audiência pública em prol dos programas da TV Cultura, veja mais.
Espero que vocês gostem dos assuntos.
Um grande beijo,
Miriam

 Imbituba, Santa Catarina





















Museu Ferroviário - Shopping Estação/Curitiba, Paraná











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Novidades sobre o Santos Jazz Festival
Sorteio de guitarras

De 14 a 17 de junho Santos será a capital nacional do jazz. O Santos Jazz Festival, em quatro dias, propiciará à população, de forma gratuita, 40 horas de música, 21 shows e 200 músicos envolvidos, mais os workshops. Além disso tudo, haverá o sorteio de seis guitarras personalizadas Eagle EM&T. Para concorrer basta, durante o evento, preencher a ficha de inscrição que ficará disponibilizada nas portas dos teatros Guarany e Coliseu, e da Bolsa do Café.
O festival é patrocinado pela Vale Fertilizantes, através da Lei Rouanet. Tem o apoio  do Governo do Estado de São Paulo, da Escola de Música &Tecnologia (EM&T), do Senac e da Odebrecht Realizações Imobiliárias. Além do apoio institucional  do Museu do Café e do Santos e Região Convention & Visitors Bureau. A realização do Santos Jazz Festival é da DC ProduçõesGPA Cultural e da Associação dos Artistas. A co-realização é da Prefeitura de Santos e a Produção Cultural de Jamir Lopes.

Mais informações em www.santosjazzfestival.com.br.

O Santos Jazz Festival também está nas redes sociais:


Colaboração: André Azenha - Jornalista / Assessor de Imprensa
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Um pouco de história...
Monges medievais reclamavam nas margens de manuscritos

Os monges medievais eram os trabalhadores entediados de sua época, passando horas a fio copiando manuscritos em cadeiras desconfortáveis e salas geladas. Para se divertir, eles às vezes faziam pequenos rabiscos ou comentários descontraídos nas margens dos manuscritos que estavam copiando. Na nova edição da Lapham’s Quarterly, o autor Colin Dickey explica essas admoestações:
“Com suas reclamações rabugentas – “Estou com muito frio”, “Ai, minha mão” – eles se inserem nos textos sagrados e frequentemente, no processo, perturbam a santidade do trabalho que eles estão supostamente copiando: “Agora eu escrevi a coisa toda: pelo amor de Deus me dê uma bebida.”
Essas interjeições adoráveis e joviais repesentam apenas uma pequena amostra da expressão que pode ser encontrada em manuscritos medievais. Como Michael Camille documenta em Images on the Edge: The Margins of Medieval Art, é nesses comentários marginais que aprendemos sobre o mundo medieval tanto quanto – se não mais – do que nos textos em si. A marginalia pode inclur comentários como esses dos nossos monges infelizes, mas também uma enorme variedade de floreios artísticos e rabiscos.

Notas em manuscritos feitas por escribas e copistas medievais

  • Pergaminho novo, tinta vagabunda. Não digo mais nada.
  • Estou com muito frio.
  • Esta é um página difícil e um trabalho de leitura cansativa.
  • Que seja permitido que a voz do leitor honre a pena do escritor.
  • Esta página não foi escrita muito lentamente.
  • Esse pergaminho está peludo.
  • A tinta está rala.
  • Graças a Deus, em breve anoitecerá.
  • Ai minha mão.
  • Agora eu escrevi a coisa toda: pelo amor de Deus me dê uma bebida.
  • Escrever é um trabalho entediante. Encurva as costas, estraga a visão e embrulha o estômago.
  • São Patrício de Armagh, me salve da escrita.
  • Enquanto eu escrevi eu congelei, e o que eu não consegui escrever à luz do sol, eu escrevi à luz de velas.
  • Assim como o porto é bem vindo ao marinheiro, a última linha também o é para o escriba.
  • Isso é triste! Ó pequenino livro! Chegará o dia quando alguém abrirá esta página e dirá, “Essa mão que escreveu isso já não é mais”.


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Audiência Pública em defesa das rádios e TV Cultura


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