quinta-feira, 3 de maio de 2012

Oi amigos, você um dia já pensou que poderia comer um livro depois de terminar a leitura? Veja mais os livros inusitados e interessantes.
Para quem curte fotografia como eu, adorei a notícia pelos jornais televisivos sobre as fotos da cidade de Nova York. Leia mais e visite o site.
Ficção brasileira: missão ou entretenimento? É o tema de hoje do CPFL Cultura, logo mais, às 19 horas.
Que tal um sábado cultural? Veja mais o local e o horário do evento.
Finalizando, deixo uma mensagem para hoje: “quando o sol da esperança escurecer no seu coração, não desanime: tempos melhores virão. E se não vierem, sua fé irá fazer que se tornem bons, dando a você força e coragem para transformar a treva em luz”.
Beijo grande,
Miriam

Livros com design inusitado

Veja que projetos de livros incomuns e inusitados, os livros vão do comestível ao mecânico. É verdade que a maioria acha que todos os livros são um pouco “objetos de arte”, mas estes abaixo vão além dos padrões normais. Cada um é uma peça inovadora e interessante de design, mas também um livro com seu funcionamento normal. Segue alguns dos designs mais loucos aplicados aos livros.

O “Book Mirror”, por John Christie e Rei Ron, publicado pela Circle Press em 1985, é exatamente o que parece. Ele vem completo, com um par de luvas brancas para manipulação e está destinado a ser um livro de descoberta de si mesmo: com o virar das páginas, as mãos são refletidas, e ao olhar de perto, as nossas próprias faces. No ato da mudança de página, a auto-imagem fica distorcida. O livro é a chave de entrada para que a pessoa possa conhecer o seu interior.


Embora possa parecer que nada esteja fora do comum, a tampa da primeira edição do “We’re Getting On” por James Kaelan é feita de papel de semente de vidoeiro – então, quando você terminar de lê-lo, você pode plantá-lo e terá uma árvore.


Sobre livros comestíveis, “Design Criminals” é outro que você pode degustar – só que este é um livro de arte feito inteiramente de açúcar e impresso com tinta vegetal. O livro, de Andreas Phancenik, ganhou o prêmio Brit Insurance Design Awards 
como melhor design.



Um livro que brilha no escuro, criado pelos projetistas croatas Bruketa e Žinić e que só pode se lido a noite – no claro ele se torna totalmente branco.







“The Mechanical Word” é uma série de cinco volumes de livros mecânicos projetados por Karen Bleitz e com poesias de Richard Price. Os leitores viram as manivelas para interagir com os poemas e “revelar as forças escondidas dentro das construções da comunicação”.





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Fotos da cidade de Nova York

Imortalizada no imaginário de muitas pessoas através de fotografias e filmes de artistas como Diane Arbus, Robert Frank, Berenice Abbot e Woody Allen, a cidade de Nova York ganhou um site site  para divulgar 870 mil fotos de seu Arquivo Municipal, lançado dia 24/4.
As fotografias do site são apenas parte de um acervo que conta com mais de dois milhões de imagens que cobrem um período da história da cidade que vai desde meados do século XIX até os anos 1980. Os demais registros serão disponibilizados online à medida que haja verba para terminar o processo de digitalização.
O arquivo não é composto de fotografias famosas, já conhecidas no mundo todo, mas de registros de prédios da cidade, do andamento de obras de infraestrutura ou mesmo a poesia do dia-a-dia urbano, como a paisagem de uma ponte ou como o horizonte ao pôr do sol. Os autores das imagens podem não ser ilustres, mas demonstram grande talento em seus cliques. Entre eles estão muitos detetives da polícia nova-iorquina, cujas imagens de casos não resolvidos agradam fãs do gênero mórbido.
A maior parte do acervo é composta de retratos de edifícios. São 800 mil fotos, datadas dos anos 80, que registram cada um dos prédios dos cinco bairros de Nova York. Outras 1.300 fotos tiradas por fotógrafos locais a serviço da Works Progress Administration, agência criada para por em prática o New Deal, retratam o período da depressão.
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Hoje tem
CPFL Cultura – Ficção Brasileira

Em 1902 dois livros fundamentais para a cultura brasileira foram publicados: Os sertões, de Euclides da Cunha, e Canaã, de Graça Aranha. Dois temas centrais atravessam os livros: a discussão sobre a miscigenação e seus descontentes, assim como a falta de diálogo entre Brasil urbano e Brasil rural. O êxito imediato dos dois títulos ajuda a compreender a força que a ficção teve no Brasil: ao constituir um espaço privilegiado para pensar o país e seus impasses, atribuiu-se à literatura uma missão propriamente civilizatória, empenhada. Contudo, outra forma de ficção também foi esboçada, como se fosse um veio subterrâneo que, sem deixar de ser crítico, não chegou a constituir-se como o cânone da cultura brasileira.
No encontro da série “Invenção do contemporâneo”, a programação para hoje será com João Cezar de Castro Rocha, que aborda o tema Ficção brasileira: missão ou entretenimento?
Hoje, às 19h, Transmissão ao vivo a partir das 18h em 
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Sábado Cultural
Parque da Juventude

Será realizada no dia 05 de maio (sábado), das 13h às 18h, no Parque da Juventude, localizado na Av. Cruzeiro do Sul, 2630 - Tel.: (11) 2251-2706, a exposição do livro “Olhos Vivos, Olhos para a Vida – O caminho da Transformação”.



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