quinta-feira, 31 de maio de 2012


Olá, minha viagem chegou ao fim e compartilho com vocês os últimos momentos. Claro que a viagem teve muitas coisas interessantes que não foram fotografadas. E como falam “o que é bom dura pouco”, é isso aí, não adianta chorar é bola pra frente que as férias estão terminando.
Veja as fotos de Bombas e Bombinhas e Piçarras, em Santa Catarina e o museu Palácio Cruz e Sousa (poeta Simbolista brasileiro).  Tem mais fotos na PÁGINA DIÁRIO DE BORDO, logo mais acima.
Hoje tem Maratona da Leitura com lançamento de livro do autor Augusto Cury, veja mais.
O Humor de Cinema tem programação para hoje e amanhã, veja os shows.
Espero que vocês gostem dos assuntos e amanhã tem mais novidades.
Um grande beijo,
Miriam

Bombas e Bombinhas e Piçarras, em Santa Catarina





MAIS FOTOS NA PÁGINA DIÁRIO DE BORDO

Palácio Cruz e Sousa

No século XVIII o governador Silva Paes iniciou, em data ainda ignorada, a construção de uma nova "Casa de Governo". O prédio aparece numa gravura de 1785, com três secções e dois pavimentos.
Durante quase um século o Palácio foi palco de importantes acontecimentos políticos e militares.
A ação do tempo, a má conservação e as reformas sem critério foram deteriorando o prédio durante o séc. XX. Em 1977 deu-se início a um grande trabalho de restauração do edifício, que passou a denominar-se, em 1979, Palácio Cruz e Sousa, em homenagem ao grande poeta catarinense. Em 1984 o prédio é tombado como patrimônio histórico do Estado e iniciam-se novas obras de restauração que lhe devolvem as características originais da reforma feita por Hercílio Luz em 1898.
Em 1986 o Palácio foi reaberto, passando a sediar o Museu Histórico de Santa Catarina.
Com arquitetura e decoração inspirada no estilo eclético, em especial o neoclássico e o barroco, o museu apresenta acervo fixo repleto de móveis do século XIX, utensílios, objetos de arte e trabalhos de marchetaria (desenhos esculpidos em madeira) nos assoalhos e pinturas das paredes, além do vitral em estilo art-nouvean na sala de jantar da nave central.
Nas platibandas do telhado constam figuras simbólicas modeladas em cimento, dentre os quais destaca o deus Mercúrio.
O andar térreo conta com salas para exposições contemporâneas temporárias: Sala Martinho de Haro e a Sala Quatro, bem como o jardim do palácio é palco de apresentações e exposições de esculturas.
O museu está aberto para visita guiada de grupos de turismo e escolas mediante agendamento.

Serviço:
Museu Histórico de Santa Catarina
Praça XV de Novembro, 227, esquina com Rua Tenente Silveira, Centro,
Florianópolis, Santa Catarina/SC
Telefone: (48) 3028-8091
/3028-8090
Horário de atendimento: De terça a sexta, das 10h às 18h. Sábado, domingo e feriado, das 10h às 16h
Ingressos: R$2,00

Características:

Acesso a portadores de necessidades especiais (rampa de acesso no jardim); segurança e visita guiada.

Cruz e Sousa

João da Cruz e Sousa era Filho de Guilherme da Cruz, mestre pedreiro, e Carolina Eva da Conceição, lavadeira, ambos negros e escravos, alforriados por seu senhor, o coronel Guilherme Xavier de Sousa. Do coronel, o menino João recebeu o último sobrenome e a proteção, tendo vivido em sua casa como filho de criação.
Estudou no Ateneu Provincial Catarinense, de 1871 a 1875, onde aprendeu francês, inglês, latim, grego, matemática e ciências naturais. Aos oito anos, já recitava versos seus, em homenagem a seu protetor.
Em 1881, fundou com Virgílio Várzea e Santos Lostada, o jornal Colombo, no qual proclamavam adesão à Escola Nova (o Parnasianismo). Nesse mesmo ano, viajou pelo Brasil na Companhia Dramática Julieta dos Santos, na função de ponto. Também realizou conferências abolicionistas em várias capitais.
Em 1884, foi nomeado pelo presidente da província de Santa Catarina, Dr. Francisco Luís da Gama Rosa, Promotor de Laguna, função que não pode assumir, pois a nomeação fora impugnada pelos políticos locais. Publicou "Tropos e Fantasias", em colaboração com Virgílio Várzea.
Partiu para o Rio de Janeiro, em 1888, onde só ficou por oito meses, por não conseguir um trabalho que o sustentasse, mas conheceu Nestor Vítor, que seria seu grande amigo e divulgador de sua obra.
Dois anos mais tarde, voltou para o Rio de Janeiro e passou a colaborar com as revistas “lustrada" e "Novidades". No ano seguinte começou a publicar nos jornais: "Folha Popular" e "O Tempo", manifestos simbolistas. Fez parte do grupo "Novos", denominação dos "decadentes" ou simbolistas.
Publicou, em 1893, "Missal" (poemas em prosa) e "Broqueis" (poemas). Com essas obras, consagrou-se como o fundador do Simbolismo brasileiro, por combinar o parnasianismo, o pessimismo, o materialismo à musicalidade simbolista, sob as influências de Baudelaire e Antero de Quental, de quem foi grande leitor.
Casou-se, neste mesmo ano, com Gavita Rosa Gonçalves, com quem teve quatro filhos. Foi nomeado praticante e, posteriormente, arquivista da Central do Brasil. Em 1894, foi diagnosticada a tuberculose que o levou para Sítio (MG), na esperança de uma melhora que não aconteceu. Postumamente, foram lançados seus livros "Evocações" (1898), "Faróis" (1900) e "Últimos Sonetos" (1905), em edições organizadas por Nestor Vítor.


Poesia Cárcere das almas

Ah! Toda a alma num cárcere anda presa, 
Soluçando nas trevas, entre as grades 
Do calabouço olhando imensidades, 
Mares, estrelas, tardes, natureza. 

Tudo se veste de uma igual grandeza 
Quando a alma entre grilhões as liberdades 
Sonha e, sonhando, as imortalidades 
Rasga no etéreo o Espaço da Pureza. 

Ó almas presas, mudas e fechadas 
Nas prisões colossais e abandonadas, 
Da Dor no calabouço, atroz, funéreo! 

Nesses silêncios solitários, graves, 
que chaveiro do Céu possui as chaves 
para abrir-vos as portas do Mistério?! 

MAIS FOTOS NA PÁGINA DIÁRIO DE BORDO
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Maratona de leitura

Acontece hoje, entre 11h e 19h, na livraria Saraiva Shopping Center Norte o lançamento do livro O Colecionador de Lágrimas, do autor Augusto Cury.
No evento, dez fãs de Augusto Cury irão ler em primeira mão o novo livro, em uma maratona de leitura promovida pela Editora Planeta e pela Livraria Saraiva. Além de participarem de um bate-papo com o autor.
Nesta nova obra, que chega às livrarias dia 05/06, o escritor best-seller Augusto Cury constrói um romance histórico-psiquiátrico sobre o drama da II Guerra que leva todos a profundas reflexões. Prepare-se para uma surpreendente viagem pela História.


Serviço:
Lançamento do livro O Colecionador de Lágrimas
Saraiva Shopping Center Norte - Travessa Casalbuono,120 - Vila Guilherme, São Paulo
Telefone: (11) 6222-2110/2001


Saiba mais sobre o livro, acesse:
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Humor de Cinema
O Humor de Cinema do Roxy caiu nas graças do público da Baixada Santista. Além de acontecer todas as quintas-feiras, no Cine Roxy 5 também é realizado às sextas, no Roxy do Shopping Brisamar, em São Vicente. Ambos os dias, o humor inicia às 22h.
Hoje se apresentam no Roxy 5: João Valio, Igor Guimarães e Euclydes Escames. Amanhã será a vez de Euclydes receber Rodrigo Cáceres (Zacarias Cover) e Nando Viana, no Roxy 6, do Brisamar.

Serviço:
Espetáculo “Humor de Cinema” no Roxy 5, Santos
Dia: Hoje (31), às 22h
Com João Valio, Igor Guimarães e Euclydes Escames
Local: Cine Roxy, Avenida Ana Costa, 443, Gonzaga
Valor: R$ 20,00 (meia-entrada)
Todos pagam meia

Espetáculo “Humor de Cinema” no Roxy Brisamar 6, São Vicente
Dia: Sexta-feira (1), às 22h
Com Euclydes Escames, Rodrigo Cáceres (Zacarias Cover) e Nando Viana
Local: Cine Roxy, Av. Frei Gaspar, 365, Centro, Shopping Brisamar
Valor: R$ 15,00 (meia-entrada)
Todos pagam meia

Colaboração: André Azenha - Assessoria de Imprensa  


quarta-feira, 30 de maio de 2012


Olá, minha viagem, infelizmente, está chegando ao fim, mas compartilho com vocês os últimos momentos.
Veja as fotos da praia de Imbituba (Santa Catarina) e algumas do Museu Ferroviário, que fica no Shopping Estação, em Curitiba, Paraná.
Amanhã ainda postarei mais algumas fotos da viagem, não percam.
Para hoje, tem notícias sobre o Santos Jazz Festival, que sorteia guitarras no evento e uma matéria interessante sobre manuscritos medievais. Finalizando, participe da audiência pública em prol dos programas da TV Cultura, veja mais.
Espero que vocês gostem dos assuntos.
Um grande beijo,
Miriam

 Imbituba, Santa Catarina





















Museu Ferroviário - Shopping Estação/Curitiba, Paraná











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Novidades sobre o Santos Jazz Festival
Sorteio de guitarras

De 14 a 17 de junho Santos será a capital nacional do jazz. O Santos Jazz Festival, em quatro dias, propiciará à população, de forma gratuita, 40 horas de música, 21 shows e 200 músicos envolvidos, mais os workshops. Além disso tudo, haverá o sorteio de seis guitarras personalizadas Eagle EM&T. Para concorrer basta, durante o evento, preencher a ficha de inscrição que ficará disponibilizada nas portas dos teatros Guarany e Coliseu, e da Bolsa do Café.
O festival é patrocinado pela Vale Fertilizantes, através da Lei Rouanet. Tem o apoio  do Governo do Estado de São Paulo, da Escola de Música &Tecnologia (EM&T), do Senac e da Odebrecht Realizações Imobiliárias. Além do apoio institucional  do Museu do Café e do Santos e Região Convention & Visitors Bureau. A realização do Santos Jazz Festival é da DC ProduçõesGPA Cultural e da Associação dos Artistas. A co-realização é da Prefeitura de Santos e a Produção Cultural de Jamir Lopes.

Mais informações em www.santosjazzfestival.com.br.

O Santos Jazz Festival também está nas redes sociais:


Colaboração: André Azenha - Jornalista / Assessor de Imprensa
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Um pouco de história...
Monges medievais reclamavam nas margens de manuscritos

Os monges medievais eram os trabalhadores entediados de sua época, passando horas a fio copiando manuscritos em cadeiras desconfortáveis e salas geladas. Para se divertir, eles às vezes faziam pequenos rabiscos ou comentários descontraídos nas margens dos manuscritos que estavam copiando. Na nova edição da Lapham’s Quarterly, o autor Colin Dickey explica essas admoestações:
“Com suas reclamações rabugentas – “Estou com muito frio”, “Ai, minha mão” – eles se inserem nos textos sagrados e frequentemente, no processo, perturbam a santidade do trabalho que eles estão supostamente copiando: “Agora eu escrevi a coisa toda: pelo amor de Deus me dê uma bebida.”
Essas interjeições adoráveis e joviais repesentam apenas uma pequena amostra da expressão que pode ser encontrada em manuscritos medievais. Como Michael Camille documenta em Images on the Edge: The Margins of Medieval Art, é nesses comentários marginais que aprendemos sobre o mundo medieval tanto quanto – se não mais – do que nos textos em si. A marginalia pode inclur comentários como esses dos nossos monges infelizes, mas também uma enorme variedade de floreios artísticos e rabiscos.

Notas em manuscritos feitas por escribas e copistas medievais

  • Pergaminho novo, tinta vagabunda. Não digo mais nada.
  • Estou com muito frio.
  • Esta é um página difícil e um trabalho de leitura cansativa.
  • Que seja permitido que a voz do leitor honre a pena do escritor.
  • Esta página não foi escrita muito lentamente.
  • Esse pergaminho está peludo.
  • A tinta está rala.
  • Graças a Deus, em breve anoitecerá.
  • Ai minha mão.
  • Agora eu escrevi a coisa toda: pelo amor de Deus me dê uma bebida.
  • Escrever é um trabalho entediante. Encurva as costas, estraga a visão e embrulha o estômago.
  • São Patrício de Armagh, me salve da escrita.
  • Enquanto eu escrevi eu congelei, e o que eu não consegui escrever à luz do sol, eu escrevi à luz de velas.
  • Assim como o porto é bem vindo ao marinheiro, a última linha também o é para o escriba.
  • Isso é triste! Ó pequenino livro! Chegará o dia quando alguém abrirá esta página e dirá, “Essa mão que escreveu isso já não é mais”.


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Audiência Pública em defesa das rádios e TV Cultura


terça-feira, 29 de maio de 2012


Um bom dia a vocês leitores do Histórias Fantásticas.
Ainda estou viajando, que chato, não?
Para quem gosta de arte, o Museu Oscar Niemeyer é maravilhoso, um dos mais bonitos que já conheci, vale a pena visitar.
Além do museu, que fica no Paraná, compartilho com vocês mais fotos da Serra do Rio do Rastro (na PÁGINA DIÁRIO DE BORDO) e de São Joaquim, ambos em Santa Catarina.
Espero que vocês gostem.
Um grande beijo,
Miriam



Museu Oscar Niemeyer

história do Museu Oscar Niemeyer teve início em 2002, quando o prédio principal deixou de ser sede de secretarias de Estado para se transformar em museu. O prédio, antes chamado de Edifício Presidente Humberto Castelo Branco, passou por adaptações e ganhou um anexo, popularmente chamado de Olho. Ambos os projetos são de autoria do reconhecido arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer. 
As obras necessárias, com custo estimado em US$ 14 milhões, foram realizadas com recursos do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Inicialmente batizado de NovoMuseu, em 22 de novembro de 2002, o complexo foi inaugurado. Dedicado à exposição de Artes Visuais, Arquitetura e Design, atualmente, o Museu possui 17.744,64 mil metros quadrados de área expositiva potencial.
O acervo inicial surgiu com as obras do Museu de Arte do Paraná (MAP) e com o acervo do extinto Banco do Estado do Paraná (Banestado). Em sua coleção figuram importantes artistas paranaenses e nacionais de vários movimentos. 
Composto por aproximadamente 3 mil peças, o acervo guarda obras dos paranaenses Alfredo Andersen, Theodoro De Bona, Miguel Bakun, Guido Viaro e Helena Wong, além de Tarsila do Amaral, Cândido Portinari, Oscar Niemeyer, Ianelli e Caribé, entre outros.

Exposições em cartaz:

- 1911-2011 – Arte Brasileira e Depois, - na coleção Itaú (até 29/7);
- Antanas Sutkus: Um Olhar Livre (até 1/7);
- MON: Mulheres no Acervo (data indefinida);
- João Filgueiras Lima: A arquitetura de Lelé: fábrica e invenção (até 15/7);
- POTY de todos nós (até 5/8);
- Sergio Camargo: Percurso Escultórico (até 29/7);
- Jorge Zalszupin: Arquitetura, design e reedição (até 24/6).

 Oscar Niemeyer

Famoso, principalmente, pelas curvas impostas a edificações de arquitetura singular em Brasília e pelas formas revolucionárias de seu estilo arquitetônico. Oscar Niemeyer tem um gênio de artista e vê a arquitetura de forma única:
"De um traço nasce a arquitetura. E quando ele é bonito e cria surpresa, ela pode atingir, sendo bem conduzida, o nível superior de uma obra de arte."
Oscar Niemeyer nasceu no Rio de Janeiro, em 1907. Em 1934, diplomou-se em engenheiro arquiteto no Rio de Janeiro. Iniciou sua vida profissional no escritório de Lúcio Costa, o mesmo engenheiro que projetou o Plano-Piloto de Brasília. Projetou o conjunto da Pampulha, em Belo Horizonte, o conjunto Ibirapuera, em São Paulo, os principais prédios de Brasília, na época de sua fundação, o Museu de Arte Contemporânea de Niterói e muitas outras obras importantes, no Brasil e no exterior.

Serviço:
Museu Oscar Niemeyer
Horário: de terça a domingo, das 10h às 18h – acesso gratuito no primeiro domingo de cada mês
Ingressos: R$ 4,00 (adultos), R$ 2,00 (estudantes) e entrada franca para maiores de 60 anos e menores de 12 anos
Endereço: Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico, Curitiba, Paraná

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São Joaquim - Santa Catarina