segunda-feira, 26 de março de 2012

Olá, pessoal, vamos a mais uma semana.... Espero que termine logo. Enquanto isso não acontece, para hoje tem a continuação do conto Criaturas.
Tem também um artigo da Gazeta Online de incentivo à leitura, pois ler faz bem à saúde. Saiba mais sobre isso, veja o que os neurologistas têm a dizer.
Hoje é dia do falecimento do compositor Ludwig van Beethoven, autor da Nona sinfonia, entre outras grandes obras.
Você acha que o desenvolvimento sustentável é uma utopia? O assunto será discutido hoje, no Invenção do Contemporâneo, que vai ao ar na TV Cultura às 0h45 de segunda para terça-feira.
Bem, espero que tenham gostado dos assuntos.
Amanhã tem mais novidades, aguarde.
Beijo grande,
Miriam


Continuação do conto Criaturas

...

Das Ilhas Canárias, os seres eram observados, e da lua, nós também.
Os astrônomos ficaram alarmados mais ainda quando viram que o número dos seres havia aumentado, pois mais criaturas se juntaram as que já estavam lá na lua.
Rapidamente os especialistas avisaram as autoridades sobre isso, que sem sombra de dúvida estavam mais confiantes de que nós deveríamos atacar primeiro.
Situação difícil, pois não se sabia se os mísseis seriam eficazes contra as criaturas e se isso não traria complicações para o clima do planeta ou algo semelhante. Na verdade, era um “tiro no escuro”.
Mesmo assim, foi iniciada a contagem regressiva dos mísseis, que deveriam atacar os serem em pelo menos, 12 horas.
No noticiário do mundo todo só se falava do ataque da terra, do envio dos mísseis e as opiniões eram diversas, religiosas, proféticas, violentas, cautelosas etc. Na verdade, o terror da situação fez com que as pessoas se sentissem vulneráveis e desprotegidas em todos os aspectos.
Da Ilha de Palma o monitoramento à lua era constante; e foi quando os astrônomos, exaustos, à meia-noite, deram o alarme de que os seres não estavam mais pousados na lua.
As criaturas haviam desaparecido de lá...

...

Continua amanhã

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Você sabia que ler faz bem à saúde?

Suas páginas contam histórias, que nos ajudam a viajar. Quem nunca se apaixonou por um livro? O livro, além de ser ótimo para o lazer, ainda pode fazer bem para a sua saúde.
Os neurologistas defendem que a leitura diária, independente da idade, ajuda a cuidar do funcionamento do cérebro, principalmente da memória, a melhorar o sono e a aliviar o estresse diário.
“Ler um bom livro é manter o cérebro ativo. Traz ganhos em qualquer pessoa e em qualquer idade”, frisa a neurologista Vania Brucki, vice-coordenadora do Departamento de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento, da Academia Brasileira de Neurologia.
A leitura ajuda a desenvolver atividades cognitivas, e a aumentar o raciocínio e a capacidade de memorização. Segundo Brucki, vários estudos avaliaram se o cognitivo de idosos intelectualmente ativos em relação aos demais. Os testes apontaram que os que leem tiveram um melhor envelhecimento, até mesmo do cérebro.
“O livro vira um exercício e ajuda a conservar algum aparecimento de quadro de perda cognitiva. A leitura pode postergar o surgimento dos sintomas do Alzheimer, por exemplo”, diz a neurologista.
O que está por trás da leitura é o conceito de reserva cognitiva. Se desde sempre você mantém hábitos de leitura ou outras atividades intelectuais (como palavras-cruzadas e sudoku) cria-se cada vez mais uma “rede” preparada para lidar com imprevistos. Por exemplo: “Se me falta uma palavra, posso usar outra que conheço. Caso contrário, deixo de falar. É o raciocínio rápido”, avalia a médica.

Fonte: Gazeta Online

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FATOS HISTÓRICOS
26 de março

MORTE DE BEETHOVEN

O compositor Ludwig van Beethoven nasceu em Bonn, na Alemanha, em 1770. Seu pai era tenor e seu avô também cantor e mestre de capela. Começou a estudar música com o pai, que tinha o sonho de fazer dele um garoto-prodígio, um novo Mozart, e ganhar muito dinheiro com isso. Em 1778, ele se apresentou em público, ao piano, pela primeira vez. Em 1787, ele foi a Viena, onde tocou para Mozart e talvez tenha tido aulas com ele. Em 1790, ele conheceu Haydn, e em 1792, se mudou para Viena para estudar com ele.
Em 1795, ele tocou em Viena pela primeira vez e em seguida excursionou por Dresden, Berlim e Praga, fazendo sucesso e ganhando fama como pianista. Nessa época publicou suas primeiras obras. Sua obra geralmente é dividida em três períodos. No primeiro, até 1802, ele compôs três concertos para piano, duas sinfonias e alguns quartetos de corda. Nessa época ele já estava começando a sofrer de surdez, o que lhe causava depressão.
No segundo período, Beethoven se mostra otimista perante a adversidade e suas obras têm um tom heróico. A terceira sinfonia, que ele chamou de “Heróica”, tem essa característica e tem também o dobro da duração usual de uma sinfonia na época. Por volta de 1814, termina o período do meio, que contém um rico corpo de obras incluindo as sinfonias 4 a 8, os concertos para piano 4 e 5, a ópera Fidélio e importantes sonatas para piano. Nessa época, a surdez e a saúde se agravavam.
Na última década de vida do compositor nasceram algumas de suas obras mais grandiosas. A nona sinfonia, os seis últimos quartetos de cordas e a Missa em Ré são algumas. Herdeiro de Haydn e Mozart no início, ele se tornou a maior influência na música do século XIX, disputando com Bach e Mozart o título de maior compositor de todos os tempos. Beethoven morreu em 26 de março de 1827, aos 57 anos.

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CPFL Cultura
Invenção do contemporâneo
Desenvolvimento sustentável: uma utopia?


O economista José Eli da Veiga faz um histórico da utilização da expressão desenvolvimento sustentável. Primeiro ele esclarece os significados que cada uma dessas palavras têm e em seguida, sempre de um ponto de vista das ciências econômicas, ele apresenta os desdobramentos do conceito de desenvolvimento sustentável. 
José Eli da Veiga é professor titular do Departamento de Economia da FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade), onde coordena o Núcleo de Socioeconomia Ambiental.
O Invenção do Contemporâneo vai ao ar na TV Cultura às 0h45 de segunda para terça-feira.

Para saber mais sobre o assunto, acesse:




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