segunda-feira, 25 de março de 2019


Navio Negreiro de Castro Alves 
no Cantinho da Poesia

Bom dia e excelente início de semana a todos nós.
A coluna Cantinho da Poesia desta segunda destaca o poema Navio Negreiro, de Castro Alves, em homenagem ao mês da poesia.
O poema é um dos mais conhecidos da literatura brasileira e descreve com expressões terríveis a situação dos africanos arrancados de suas terras, sendo publicado em 1880. 
Abraços,
Míriam
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Stamos em pleno mar... Doudo no espaço 
Brinca o luar — dourada borboleta; 
E as vagas após ele correm... cansam 
Como turba de infantes inquieta.
'Stamos em pleno mar... Do firmamento 
Os astros saltam como espumas de ouro... 
O mar em troca acende as ardentias, 
— Constelações do líquido tesouro...

'Stamos em pleno mar... Dois infinitos 
Ali se estreitam num abraço insano, 
Azuis, dourados, plácidos, sublimes... 
Qual dos dous é o céu? qual o oceano?...
'Stamos em pleno mar. . . Abrindo as velas 
Ao quente arfar das virações marinhas, 
Veleiro brigue corre à flor dos mares, 
Como roçam na vaga as andorinhas...

Donde vem? onde vai?  Das naus errantes 
Quem sabe o rumo se é tão grande o espaço? 
Neste saara os corcéis o pó levantam,  
Galopam, voam, mas não deixam traço.
Bem feliz quem ali pode nest'hora 
Sentir deste painel a majestade! 
Embaixo — o mar em cima — o firmamento... 
E no mar e no céu — a imensidade!

Oh! que doce harmonia traz-me a brisa! 
Que música suave ao longe soa! 
Meu Deus! como é sublime um canto ardente 
Pelas vagas sem fim boiando à toa!
Homens do mar! ó rudes marinheiros, 
Tostados pelo sol dos quatro mundos! 
Crianças que a procela acalentara 
No berço destes pélagos profundos!
Esperai! esperai! deixai que eu beba 
Esta selvagem, livre poesia 
Orquestra — é o mar, que ruge pela proa, 
E o vento, que nas cordas assobia...  

Por que foges assim, barco ligeiro? 
Por que foges do pávido poeta? 
Oh! quem me dera acompanhar-te a esteira 
Que semelha no mar — doudo cometa!
Albatroz!  Albatroz! águia do oceano, 
Tu que dormes das nuvens entre as gazas, 
Sacode as penas, Leviathan do espaço, 
Albatroz!  Albatroz! dá-me estas asas. 
Que importa do nauta o berço, 
Donde é filho, qual seu lar? 
Ama a cadência do verso 
Que lhe ensina o velho mar! 
Cantai! que a morte é divina! 
Resvala o brigue à bolina 
Como golfinho veloz. 
Presa ao mastro da mezena 
Saudosa bandeira acena 

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As vagas que deixa após.
Do Espanhol as cantilenas 
Requebradas de langor, 
Lembram as moças morenas, 
As andaluzas em flor! 
Da Itália o filho indolente 
Canta Veneza dormente, 
— Terra de amor e traição, 
Ou do golfo no regaço 
Relembra os versos de Tasso, 
Junto às lavas do vulcão!

O Inglês — marinheiro frio, 
Que ao nascer no mar se achou, 
(Porque a Inglaterra é um navio, 
Que Deus na Mancha ancorou), 
Rijo entoa pátrias glórias, 
Lembrando, orgulhoso, histórias 
De Nelson e de Aboukir.. . 
O Francês — predestinado — 
Canta os louros do passado 
E os loureiros do porvir!

Os marinheiros Helenos, 
Que a vaga jônia criou, 
Belos piratas morenos 
Do mar que Ulisses cortou, 
Homens que Fídias talhara, 
Vão cantando em noite clara 
Versos que Homero gemeu ... 
Nautas de todas as plagas, 
Vós sabeis achar nas vagas 
As melodias do céu! ... 

Desce do espaço imenso, ó águia do oceano! 
Desce mais ... inda mais... não pode olhar humano 
Como o teu mergulhar no brigue voador! 
Mas que vejo eu aí... Que quadro d'amarguras! 
É canto funeral! ... Que tétricas figuras! ... 
Que cena infame e vil... Meu Deus! Meu Deus! Que horror! 
Era um sonho dantesco... o tombadilho  
Que das luzernas avermelha o brilho. 
Em sangue a se banhar. 

Tinir de ferros... estalar de açoite...  
Legiões de homens negros como a noite, 
Horrendos a dançar...
Negras mulheres, suspendendo às tetas  
Magras crianças, cujas bocas pretas  
Rega o sangue das mães:  
Outras moças, mas nuas e espantadas,  
No turbilhão de espectros arrastadas, 
Em ânsia e mágoa vãs!
E ri-se a orquestra irônica, estridente... 
E da ronda fantástica a serpente  
Faz doudas espirais ... 
Se o velho arqueja, se no chão resvala,  
Ouvem-se gritos... o chicote estala. 
E voam mais e mais...
Presa nos elos de uma só cadeia,  
A multidão faminta cambaleia, 
E chora e dança ali! 

Um de raiva delira, outro enlouquece,  
Outro, que martírios embrutece, 
Cantando, geme e ri!
No entanto o capitão manda a manobra, 
E após fitando o céu que se desdobra, 
Tão puro sobre o mar, 
Diz do fumo entre os densos nevoeiros: 
"Vibrai rijo o chicote, marinheiros! 
Fazei-os mais dançar!..."
E ri-se a orquestra irônica, estridente. . . 
E da ronda fantástica a serpente 
          Faz doudas espirais... 
Qual um sonho dantesco as sombras voam!... 
Gritos, ais, maldições, preces ressoam! 
          E ri-se Satanás!...  

Senhor Deus dos desgraçados! 
Dizei-me vós, Senhor Deus! 
Se é loucura... se é verdade 
Tanto horror perante os céus?! 
Ó mar, por que não apagas 
Co'a esponja de tuas vagas 
De teu manto este borrão?... 
Astros! noites! tempestades! 
Rolai das imensidades! 
Varrei os mares, tufão!
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Quem são estes desgraçados 
Que não encontram em vós 
Mais que o rir calmo da turba 
Que excita a fúria do algoz? 
Quem são?   Se a estrela se cala, 
Se a vaga à pressa resvala 
Como um cúmplice fugaz, 
Perante a noite confusa... 
Dize-o tu, severa Musa, 
Musa libérrima, audaz!...
São os filhos do deserto, 
Onde a terra esposa a luz. 
Onde vive em campo aberto 
A tribo dos homens nus... 
São os guerreiros ousados 
Que com os tigres mosqueados 
Combatem na solidão. 
Ontem simples, fortes, bravos. 
Hoje míseros escravos, 

Sem luz, sem ar, sem razão. . .
São mulheres desgraçadas, 
Como Agar o foi também. 
Que sedentas, alquebradas, 
De longe... bem longe vêm... 
Trazendo com tíbios passos, 
Filhos e algemas nos braços, 
N'alma — lágrimas e fel... 
Como Agar sofrendo tanto, 
Que nem o leite de pranto 
Têm que dar para Ismael.

Lá nas areias infindas, 
Das palmeiras no país, 
Nasceram crianças lindas, 
Viveram moças gentis... 
Passa um dia a caravana, 
Quando a virgem na cabana 
Cisma da noite nos véus ... 
... Adeus, ó choça do monte, 
... Adeus, palmeiras da fonte!... 
... Adeus, amores... adeus!...
Depois, o areal extenso... 
Depois, o oceano de pó. 
Depois no horizonte imenso 
Desertos... desertos só... 
E a fome, o cansaço, a sede... 
Ai! quanto infeliz que cede, 
E cai p'ra não mais s'erguer!... 
Vaga um lugar na cadeia, 
Mas o chacal sobre a areia 
Acha um corpo que roer.
Ontem a Serra Leoa, 
A guerra, a caça ao leão, 
O sono dormido à toa 
Sob as tendas d'amplidão! 
Hoje... o porão negro, fundo, 
Infecto, apertado, imundo, 
Tendo a peste por jaguar... 
E o sono sempre cortado 
Pelo arranco de um finado, 
E o baque de um corpo ao mar...
Ontem plena liberdade, 
A vontade por poder... 
Hoje... cúm'lo de maldade, 
Nem são livres p'ra morrer. . 

Prende-os a mesma corrente 
— Férrea, lúgubre serpente — 
Nas roscas da escravidão. 
E assim zombando da morte, 
Dança a lúgubre coorte 
Ao som do açoute... Irrisão!...
Senhor Deus dos desgraçados! 
Dizei-me vós, Senhor Deus, 
Se eu deliro... ou se é verdade 
Tanto horror perante os céus?!... 
Ó mar, por que não apagas 
Co'a esponja de tuas vagas 
Do teu manto este borrão? 
Astros! noites! tempestades! 
Rolai das imensidades! 
Varrei os mares, tufão! ... 

Existe um povo que a bandeira empresta 
P'ra cobrir tanta infâmia e cobardia!... 
E deixa-a transformar-se nessa festa 
Em manto impuro de bacante fria!... 
Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta, 
Que impudente na gávea tripudia? 
Silêncio.  Musa... chora, e chora tanto 
Que o pavilhão se lave no teu pranto! ...
Auriverde pendão de minha terra, 
Que a brisa do Brasil beija e balança, 
Estandarte que a luz do sol encerra 
E as promessas divinas da esperança... 
Tu que, da liberdade após a guerra, 
Foste hasteado dos heróis na lança 
Antes te houvessem roto na batalha, 
Que servires a um povo de mortalha!...

Fatalidade atroz que a mente esmaga! 
Extingue nesta hora o brigue imundo 
O trilho que Colombo abriu nas vagas, 
Como um íris no pélago profundo! 
Mas é infâmia demais! ... Da etérea plaga 
Levantai-vos, heróis do Novo Mundo! 
Andrada! arranca esse pendão dos ares! 
Colombo! fecha a porta dos teus mares!

domingo, 24 de março de 2019


80 Anos de Batman

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Olá, ontem não tiver condições físicas de postar nada aqui na página. Ufa, férias prá lá de cansativas, como já postei, com reforma em casa ficou tudo uma loucura aqui.
Li notícias na Revista AT e no Barquinho Cultural das atividades ao longo do ano em comemoração aos 80 Anos do Batman que me deixaram louquinha! Já que sou fã desde criança do “Homem Morcego”!

O Batman teve sua primeira aparição na Detective COMICS nº 27, em 30 de março de 1939! Batman é o milionário Bruce Wayne, o socialite que passou a combater o crime e desde então o Cavaleiro das Trevas permanece como um símbolo de determinação, bravura e justiça para gerações de fãs há 80 anos.

Acompanhe na Baixada Santista:

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Vá se programando para grande mostra comemorativa que acontece em junho, no dia 28, às 19 horas, no Museu da Imagem e do Som de Santos (MIS). Na sequência haverá bate-papo sobre o herói e virada cinematográfica.
A exposição faz parte do evento cultural 4º Santos Film Fest, que acontece de 26 de junho a 3 de julho, com atividades gratuitas.
Não perca mais informações ao longo dos meses, mas deixo desde já as dicas para você se programar.
Forte abraço e até amanhã!
Míriam  

sexta-feira, 22 de março de 2019

Agreste, ... agri é est

Olá, dias difíceis com a bendita reforma que parece interminável! Mas está chegando ao fim.
Para esta sexta e sábado tem espetáculo gratuito no Sesi Santos, às 20 horas, acompanhe mais detalhes:

O espetáculo, que já foi apresentando no dia 9, prossegue nos dias 22 e 23 de março, sempre às 20 horas e busca a discussão do amor e o preconceito dentro das relações humanas.
O espetáculo Agreste, ...agri é est, resultado do processo de criação desenvolvido pela turma do Módulo Múltiplas Linguagens do Núcleo de Artes Cênicas do Sesi Santos, reflete sobre as relações humanas por meio de um drama ambientado no semiárido nordestino. 
No sertão, uma história de amor intensamente poética e realista. Contada a partir de relações humanas que se revelam como imagens, a peça narra o drama de um casal de sertanejos que foge para viver seu amor, em uma comunidade do semiárido nordestino. Adaptado da obra Agreste, de Newton Moreno, o espetáculo traz à tona discussões sobre o amor e o preconceito. 

Ficha técnica
Autor: Newton Moreno | Direção e sonoplastia: Yara Lo Martins | Iluminação e cenotecnia: Edilson B. dos Santos | Cenografia: Edilson dos Santos, Yara Lo Martins | Pesquisa Musical: Mauricio Abad Salto | Visagismo: Rafael Ulisses e Yara Lo Martins | Figurinos: Equipe de produção e criação NAC Múltiplas | Confecção: NAC Múltiplas Linguagens | Máscaras: O grupo | Supervisão: Maike Lima e Ana Lucia Correia | Produção de cordéis: Ana Cristina Santos, Cassandra Santana e Wanda Santos | Fotografia: Mayara Lobo | Elenco: Ana Cristina C. dos Santos, Ana Lucia Correia, Deborah Santana de O. Alves, Cassandra V. Santana, Eliacy B. dos Santos, Jeovani Tavares, João Gabriel C. Gomes, Luiza Helena P. da Silva, Maria Aparecida da S. Aguina, Marco Antonio Alegro, Maike Julio de Lima Alves, Nelson A. Dias, Rafael Ulisses A. Gonçalves, Rosangela I. de Freitas, Tayná Kaiane B. Pinto, Wanda A. dos Santos, Yngrid Monyque da S. Gomes. Realização: Sesi Santos-Sesi-SP.

Serviço
Espetáculo Agreste, ...agri é est
Quando: dias 22 e 23/03, às 20h
Local: Sesi Santos – Avenida Nossa Senhora de Fátima, 366, Jardim Santa Maria
Mais informações: (13) 3209-8210
Entrada gratuita
Reserva de ingressos: Meu SESI:

quarta-feira, 20 de março de 2019

Exposição Pelos Ares do piloto Lu Marini

Excelente quarta-feira a todos nós.
Li sobre essa exposição fotográfica que me interessou muito e pretendo conferir. Disponibilizo o assunto. 

Foto Gazeta de Votorantim
A exposição ‘Pelos Ares - 8.375 km de Rios’, do piloto Lu Marini, pode ser conferida até dia 26 de março, gratuitamente no Shopping Parque Balneário, em Santos.
A mostra reúne um precioso material obtido pelo piloto, que é um dos mais importantes expedicionários de paramotor do mundo, além de um simulador de realidade virtual.
O objetivo da exposição é mostrar as belezas naturais, além de conscientizar de forma correta o meio ambiente.
A mostra também traz um simulador de realidade virtual, em que o visitante chegará mais próximo da sensação de voar. O paramotor é uma adaptação do parapente com motorização auxiliar e cujo comando se realiza através de controle aerodinâmico.

Serviço:
‘Pelos Ares - 8.375 km de Rios’, do piloto Lu Marini
Quando: até dia 26.03, com entrada gratuita
Local: Shopping Parque Balneário – Av. Ana Costa, 549, Gonzaga, Santos
Horários: de segunda a sábado, das 10h às 22h, domingos, das 14h às 20h
Telefone: (13) 3284-0360

Lu Marini:
Foto pública Google
Nasceu no dia 8 de outubro de 1976 em Itu, do interior de São Paulo. Formado em Administração de Empresas com MBA em Marketing, consolidou sua carreira profissional nas áreas de consultoria, comunicação e marketing. Com passagem por grandes corporações, fundou a própria empresa em 1990, direcionando suas atividades para marketing e produções. 
Hoje, atua como diretor, produtor e protagonista de diversos documentários para a televisão, entre eles as séries de expedições Rastreando e Pousos e Decolagens. No esporte, é piloto instrutor master de paramotor, recordista continental de altitude e único piloto do mundo a sobrevoar um vulcão em atividade (Popocatépetl/México). Já formou mais de 450 pilotos nos últimos anos, além de ser instrutor da tropa de elite da Marinha do Brasil. 
Com reconhecimento internacional, Lu Marini ganhou espaço nos grandes veículos de comunicação por suas expedições, entre elas os sobrevoos pela rodovia Transamazônica e pelos rios São Francisco e Doce, transmitidas pelo Fantástico, programa exibido na Rede Globo de Televisão.

Fonte: Gazeta de Votorantim 

segunda-feira, 18 de março de 2019


Cantinho da Poesia e Debate: Drummond e a Mineração

Olá, bom início de semana a todos nós.
Março é o mês da Poesia!
Hoje na Coluna Cantinho da Poesia tem dica da mediadora cultural do SESI, Renata Fuentes e também debate no Instituto de Estudos Brasileiros, acompanhe.

Mês da Poesia
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“Considerada como uma das sete artes tradicionais, a Poesia chega a ser confundida com o inicio da própria linguagem. No mundo, o dia da Poesia é celebrado em 21 de março, data que foi instituída pela UNESCO em novembro de 1999 com o propósito de promover e incentivar a leitura, escrita e o ensino da poesia. No Brasil o Dia Nacional de Poesia é 14 de março. A data foi escolhida por se tratar do dia do nascimento do poeta brasileiro Antônio Frederico de Castro Alves, conhecido como defensor da causa abolicionista e da igualdade entre os homens. O poeta faleceu aos 24 anos deixando seu legado através de suas obras”, compartilha Renata Fuentes.

Cantinho da Poesia
Dica de leitura: A Rosa do Povo
Carlos Drummond de Andrade

Considerado um marco na carreira de Carlos Drummond de Andrade, o livro de poemas A Rosa do Povo foi publicado em 1945.
Na obra pode-se sentir a tensão que obrigava o autor a transformar sua poesia em um instrumento de combate aos horrores da II Guerra Mundial e a ditadura de Getúlio Vargas.

Instituto de Estudos Brasileiros debate Drummond e a Mineração

Nesta segunda (18), às 19h, a Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) da USP recebe o debate “Maquinação do Mundo: Drummond e a Mineração”.
O evento faz parte de uma série de debates interdisciplinares do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP com José Miguel Wisnik. O debate contará com os professores Alexandre de Freitas Barbosa (História Econômica), Fernando Paixão (Literatura), Jaime Tadeu Oliva (Geografia), Stelio Marras (Antropologia).
O evento acontece no auditório 1 do IEB na Biblioteca Brasiliana, localizado no 2º andar do prédio. Não é necessária a realização de inscrições prévias e o evento é aberto para todos os públicos.
Local: Praça do Relógio Solar, 342 - Edifício Brasiliana - Cidade Universitária (USP), São Paulo
Mais informações: (11) 2648-1549

Fonte: site universidade de são paulo

Carlos Drummond
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Carlos Drummond de Andrade (1902 - 1987) foi poeta brasileiro, também cronista, contista e tradutor. Sua obra traduz a visão de um individualista comprometido com a realidade social.
Na poética de Carlos Drummond de Andrade, a expressão pessoal evolui numa linha em que a originalidade e a unidade do projeto se confirmam a cada passo. Ao mesmo tempo, também se assiste à construção de uma obra fiel à tradição literária que reúne a paisagem brasileira à poesia culta ibérica e europeia.
Em "Sentimento do mundo" (1940), "José" (1942) e, sobretudo, em "A rosa do povo" (1945), Drummond lançou-se à história contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão para com a vida como um todo. A surpreendente sucessão de obras-primas, nesses livros, indica a plena maturidade do poeta, mantida sempre.
Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.

Fonte: pensador  

domingo, 17 de março de 2019

Exposição I Bienal Latino-Americana com entrada gratuita

Olá, bom domingo a todos nós.
A mostra acontece em São Paulo, com entrada gratuita, acompanhe os detalhes:

Até dia 05 de maio acontece em São Paulo a exposição, com curadoria de Fabrícia Jordão, exibe uma seleção de documentos do acervo do Arquivo Multimeios do CCSP sobre a I Bienal Latino-Americana, realizada em 1978, reunindo vários registros, como o filme da montagem e da abertura da mostra, entre outros documentos. Único evento na trajetória das Bienais de São Paulo dedicado exclusivamente à difusão e à reflexão da produção artística da América do Sul, a I Bienal Latino-Americana produziu relevante discussão acerca da geopolítica das artes e da pertinência de se reivindicar a existência de uma arte latino-americana para a região. 



Serviço:
Exposição I Bienal Latino-Americana
Quando: até dia 05.05 – evento gratuito
Horários: de terça a sexta, das 10h às 20h, sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
Local: no Piso Flávio de Carvalho – Centro Cultural São Paulo – CCSP: Rua Vergueiro, 1000

Mais informações: http://bit.ly/2GPYIp6

Programação completa do Centro Cultural: http://centrocultural.sp.gov.br/site/

sábado, 16 de março de 2019


Universidade de São Paulo oferece curso online e gratuito de Libras

Olá, excelente sábado a todos nós.
Atenção para curso gratuito de Libras.
Abraços,
Míriam

Quem deseja ou necessita aprender a Língua Brasileira de Sinais (Libras) já pode acessar o material disponibilizado online pela Universidade de São Paulo (USP). Gratuito, são dez videoaulas disponíveis na plataforma da universidade.
O Departamento de Linguística da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) pensou no curso a distância como uma forma de a população ter contato com a linguagem de sinais, com conteúdos relacionados à surdez, à educação deste tipo de deficiência e cultura, facilitando a comunicação.



Como funciona?
- Não é necessário fazer inscrição;
- Basta acessar a plataforma Stoa e aproveitar o conteúdo disponível;
- Além disso, o interessado poderá fazer o download dos materiais.

Acesse:


Fonte: site universidade de são paulo

sexta-feira, 15 de março de 2019

Lívia Mattos se apresenta neste sábado no Sesi Santos

Olá, excelente sexta-feira a todos nós.
Neste sábado, às 20 horas, tem show gratuito no Sesi Santos, com a cantora e acordeonista Lívia Mattos, vá se programando!
Abraços,
Míriam 

A acordeonista e cantora apresenta primeiro álbum autoral.
Vinha da Ida é o retrato da trajetória da artista, um show de canções autorais e de sonoridades que coloca acordeom num lugar de busca infinita, através de motes, riifs e ritmos que inspiram a criação, a composição. 
Com sólida caminhada como acordeonista, cantora e circense, Lívia Mattos é destaque na cena musical brasileira contemporânea, pela originalidade em sua concepção artística e sonora, além da versatilidade de suas capacidades, que ampliam o horizonte de suas criações.

O show tem 70 minutos.
Sanfona e voz: Lívia Mattos | Bandolim e guitarra baiana: Caio Vinicius | Bateria: Rafael dos Santos | Tuba: Jefferson Babu

Serviço:
Vinha da Ida, show gratuito de Lívia Mattos
Quando: neste sábado, 16.03 – às 20h
Local: Teatro do Sesi Santos – Av. Nossa Senhora de Fátima, 366, Jardim Santa Maria
Telefone: (13) 3209-8210
Reserva de ingressos gratuitos: MEU SESI: