sexta-feira, 22 de junho de 2018


Dica de leitura: O Monge e o Executivo

Autor: James C. Hunter
Editora: Sextante
Páginas: 139

O livro conta a história de John Daily, um executivo bem sucedido, com uma boa vida e totalmente feliz, só que ele começa a perceber que a vida dele tem mais problemas do que imagina. Seu casamento está acabando, o relacionamento com seus filhos está péssimo e na sua empresa seus funcionários estão em greve.
John sempre pensou que ele sempre estava certo e que nada da sua vida estava errado, só que quando esses problemas acontecem ele
começa a perceber quanto sua vida está desordenada. E depois de muita insistência de sua esposa e de seu pastor ele decide passar uma semana em um retiro num monastério. Lá a vida é totalmente tranquila e equilibrada, onde todos acordam às 5h30 da manhã para participar das reuniões religiosas, além que durante toda a semana ele terá aulas com um monge Simeão. O monge Simeão, e na verdade Leonard Hoffman, um ex-executivo que abandonou tudo depois da morte de sua esposa, e decidiu seguir a vida de monge. Simeão dar aulas de liderança e ensinar como se deve tratar as pessoas, e de que tratar as pessoas com ignorância não levará em nada.
É um livro que aborda a questão de escolhas, da liderança. De que se você respeitar as pessoas, amá-las e tratá-las como amor, você será um bom líder e, acima de tudo, será uma pessoa melhor. Essas aulas desafiam os alunos a enfrentarem e questionarem seus preconceitos, suas dúvidas em relação a vida, e como ser tornar um verdadeiro líder. Simeão nos ensina que a vida é muito mais simples do que pesamos, e que sempre devemos respeitar as pessoas, pois com o respeito, amor, carinho podemos conquistar qualquer coisa. E que o poder é algo que faz você se ludibriar e isso pode fazer você perder sua integridade.
É um livro que te marca do começo ao fim, o autor nos encanta com sua narrativa leve e dinâmica, onde aprendemos sobre a essência da liderança, e de que para ser tornar um bom líder é preciso muita responsabilidade e dedicação. No decorrer da estória John começa a mudar seus pensamentos sobre a vida e aprende a vê o mundo com outros olhos, se tornando um homem melhor.

Consultor-chefe da empresa J.D. Hunter Associates, LLC, uma empresa estadunidense de consultoria de relações de trabalho e treinamento, fundada em 1985. Lastreado nos anos de sua experiência profissional, Hunter, além de consultor, tornou-se também instrutor e palestrante, principalmente na área de liderança funcional e organização de grupos comunitários. Atualmente, ele mora em Michigan (EUA) com sua esposa e filha.

Gostaram da dica de leitura de hoje?
A indicação partiu do leitor Carlos Santos, que leu este livro quando necessitou fazer trabalho de faculdade e gostou.
Obrigada Carlos e continue a nos enviar suas dicas.
Abraços,
Míriam

quinta-feira, 21 de junho de 2018


Dicas da Língua Portuguesa
Uso correto do Hífen

Bom dia amigos e excelente dia.
Para a coluna Dicas da Língua Portuguesa, com a vigência do Novo Acordo Ortográfico é preciso ficar atento também ao uso correto do Hífen.
Acompanhe algumas regras básicas e simples:


Espero que as dicas sejam úteis no dia a dia.
Abraços,
Míriam

quarta-feira, 20 de junho de 2018


Conto: Prometeu

Olá amigos, excelente quarta-feira a todos nós.
Quase me esqueço de disponibilizar aqui na página o conto Prometeu, que faz parte da Revista Conexão Literatura deste mês em homenagem ao aniversário de 200 anos de Frankenstein, rascunhado em junho de 1816.
Espero que gostem de minha humilde homenagem à obra sem igual de Mary Shelley.

Prometeu

Frankenstein comemora 200 anos! A obra, que mistura elementos de terror e ficção científica, foi criação de uma aposta na casa do poeta inglês Lord Byron, em junho de 1816, que lançou o desafio ao grupo de amigos: Mary Godwin (mais tarde Mary Shelley),
John Polidori, Percy Shelley e Claire Clermont.
           
Manhã de ventos fortes atrapalham o sábado na Baixada Santista, dia 19 de maio de 2018, véspera de um grande dia para os atletas que anualmente participam da competição “10 KM Tribuna FM”. Muitos corredores deixaram para treinar até o último momento e o sábado foi de fortes pancadas de chuva, ventos que derrubaram árvores e causaram alagamentos.
Para mim que não preciso treinar a intempérie do tempo não atrapalhou em nada, muito pelo contrário, pois a natureza clamava por água de chuva!
E essa reclusão temporária devido ao mal tempo me levou a arrumar o armário dos livros e logo que comecei a mexer nas prateleiras, caiu-me nas mãos “Frankenstein”, de Mary Shelley, que recentemente completou 200 anos. Dei uma folheada no livro e imaginei como seria o monstro se ela o tivesse escrito no futuro, e tudo aquilo ficou em minha mente, pois fui adormecendo com o clássico nas mãos...
...
De repente, me deparei com a folhinha pendurada na parede que apontava para maio de 2040.
Como? Indaguei surpresa com os olhos arregalados, não pode ser! Será um sonho? E ao mesmo tempo em que não sabia se sonhava ou vivenciava, me vi na rua, e era tanta gente andando que fiquei atordoada.
- Ei moça, onde estamos? Perguntei a uma jovem que passava com mochila nas costas, ela me olhou atravessada, mas respondeu.
- Bebeu? Estamos na Praça da Sé, não tá vendo a igreja? E continuou o seu caminho apressadamente. Mas parou e veio até mim. – Não sei de onde veio, você é estranha, mas digo que tome cuidado não fique dando mole por aqui a noite, ao cair à escuridão, muitas coisas acontecem nesta região, disse ela, que se virou rapidamente e seguiu seu rumo.
Olhei meu relógio e já eram cinco da tarde, o que ela falou me deixou intrigada, mas continuei caminhando por ali. A catedral continuava a mesma ainda naqueles tempos, com andaimes que indicavam reforma. As escadarias cheias de gente sentadas e outras em uma fila logo na entrada. Vi que alguém distribuía pão aos carentes e eram vários, sim, foi aí que me dei conta de quantas pessoas perambulavam sujos e rotos, aos montes pelo chão com olhos fixos no nada, sem lar, despidos de todas as necessidades que uma pessoa precisa, desnudos até a alma. São os esquecidos da sociedade, do mundo, são pessoas que nasceram nas ruas sem futuro, apenas com a luta diária da sobrevivência.
A igreja já começava a fechar as portas e quem não conseguiu o pão pegaria no dia seguinte. A fila de desesperados se dissipara. Achei estranho que as pessoas não pediam esmolas, se acostumaram com a pobreza.
E a escuridão chegou rápido, normal para outono. Comecei a andar pelo entorno da igreja foi quando me deparei com algumas pessoas mutiladas. Aquela cena me fez recordar minha estada, lá pelos anos de 1980, em Sinop, município do estado do Mato Grosso, no centro oeste do Brasil, conhecida também como a Capital do Nortão, mas naqueles tempos, por não ter um sistema de saúde e hospitais adequados para implantes de órgãos, os funcionários que perdiam os membros em acidente de trabalho em serrarias no meio da mata assim continuam. E essas pessoas, o que será que aconteceu com elas? Indaguei de pena e curiosidade.
Vi que andam com muletas, outros com mangas compridas tentando esconder “cotocos” do que sobrou de braços, já dá para imaginar que cena de horror! Eu os segui e essas pessoas se enfileiraram na porta de um lugar esquisito, era uma casa imensa, escura, sem jardim, com muros altos, janelas grandes com grades e fechadas e uma grande porta ao centro. Apenas o número do imóvel, 438, o identificava.
Cena típica de filmes de cinema: levantei o capuz da blusa e me encostei a lateral do muro da casa ficando de espreita observando. De repente a porta se abriu e alguém aos gritos empurra o pessoal da fila, ele queria passagem a todo custo, era mais um mutilado. Passou e saiu da casa, andava rápido com apenas uma perna e muletas. Novamente a fila foi interrompida por alguém que pedia passagem, só que desta vez, o pessoal saiu correndo e dispersou, e não foi por menos. O que vi sair de dentro da casa caminhando devagar e seguro de si é algo assim nunca visto antes! Fiquei rente ao muro o máximo que pude, bem, até poderia ter ido embora, pois em primeiro momento ele não me viu, mas a curiosidade...
Ele vinha devagar. De baixo para cima olhei os detalhes que pude: os pés deveriam ser enormes, pois as botas negras eram imensas. De calça sarja cinza escura as pernas longas se moldavam à troca de passo; o tórax grande coberto por camiseta negra deixava à mostra os braços musculosos e compridos. O cabelo negro ao ombro emoldurava o rosto perfeito com uma enorme cicatriz do lado esquerdo, que começava na boca e terminava no cabelo. Eu nunca havia vislumbrado um homem como ele em seus dois metros de altura. Dava medo só de olhar!
O homem que ele perseguia gritava e tentava correr o máximo que podia. Continuando a mesma passada, ele tirou de dentro do bolso da calça uma espécie de controle, que rapidamente voou atrás do pobre deficiente uma espécie de drone, porém, em determinado momento, soltou certeiramente uma rede, que o prendeu por inteiro, inclusive a perna e o fez cair ao chão. Tranquilamente o grandão foi até ele. Tirou a rede com uma mão e o pobre homem chorou e suplicou, mas de nada adiantou, pois o imenso o ergueu do chão e num piscar de olhos, pressionou nas mãos o crânio do homem, amassando a cabeça como se fosse uma folha de papel.
Aquilo foi demais para mim, e a Coisa percebeu minha presença por meu grito e vômitos. Sem me dar conta ele estava na minha frente...
...
Acordei dentro do lugar estranho, estava com as mãos amarradas e em pé presa por ganchos fincados em minha roupa. Era uma espécie de laboratório. Tudo organizado, claro, limpo e muita tecnologia. Vi o grandão sentado em uma poltrona. Na mesa o morto com a cabeça coberta, menos mal, mais adiante uma mulher mexia em um aparelho finalizando no computador. De costas pergunta:
- Você quem é? Estava nos espionando? – Questiona a mulher que veio até mim. E vi que o grandão não se mexeu e os olhos parados num vazio.
- Não sou ninguém, não estava espionando, nem sei onde estou, disse-lhe. O que é isto aqui? Pra que ele me trouxe? Perguntei.
- Aqui é meu laboratório e Prometeu é nossa obra-prima! Depois de anos de tentativas conseguimos esse sucesso.
- Há, então as tentativas foram com essa pobre gente mutilada? Vocês foram retirando os órgãos para experimentos? Indaguei.
- Não seja ridícula! Disse ela com sotaque germânico se apresentando como espécie de gerente da equipe, mas no local só estava ela e Prometeu.
- Com tanto avanço científico, para que precisaríamos desses corpos magros, doentes e sujos? Eles trabalham para nós e ficaram assim deformados porque no antigo laboratório aconteceu um grande acidente que atingiu essa gente. Prometeu foi concebido da mais alta tecnologia ele é perfeito, com tez humana, cabelos, dentes, orelhas, olhos e lábios humanos, de embriões congelados que passaram a nosso domínio, embriões escolhidos a dedo de pais inteligentes, belos e saudáveis. Esquecidos em clínicas de fertilização, ficamos com eles e foram desenvolvidos para que pudessem servir ao nosso experimento e ao futuro! Já os órgãos internos, cartilagem e ossos com técnicas das mais modernas.
- Por isso a força inumana, disse eu. E vomitei novamente ao pensar nos embriões. O que farão comigo? Fui logo ao assunto, pois palpitava que meu fim estaria próximo.
- Não sei, por sua boa aparência que me parece bem saudável, acho que deixaremos que Prometeu decida.
E num piscar de olhos vi que o grandão voltou os olhos pra mim. Levantou-se e veio em minha direção.
- Não, nãooo! ...
...
Acordei encharcada de suor. Não consegui me levantar, pois estava tonta. Sentei na beirada da cama até me sentir melhor e segura. Logo que melhorei, corri até a folhinha e o ano de 2018 me deu tremenda alegria e leveza de que tudo aquilo foi um sonho terrível, ou melhor, um pesadelo. Respirei aliviada e fui tomar banho para jantar.
Nem mal sai do banheiro e a mãe foi perguntando onde eu havia andado porque a roupa estava muito suja. A blusa com vômito e a calça inclusive com cheiro de urina...  

terça-feira, 19 de junho de 2018


Homenagem a Martins Fontes nesta quarta, no Sesc Santos

Sarau e filme enfocam a vida e a obra do maior poeta santista
Homenagem a Martins Fontes é um tributo ao grande médico e poeta santista José Martins Fontes (1884-1937), ao apresentar alguns de seus textos mais importantes, bem como os aspectos mais relevantes de sua vida.
O evento se realiza no auditório do Sesc Santos, nesta quarta-feira, dia 20 de junho, às 19h30, com entrada gratuita. A primeira parte da homenagem será a exibição do Filme Como É Bom Ser Bom (Ficção/docudrama, 2017, 35 min.), dirigido pelo cineasta Carlos Oliveira.
Já a segunda parte será a realização do Sarau Um Autor na Ciranda Poética – Martins Fontes, coordenado pela professora Clara Sznifer e pelo músico Roberto Soares.
O filme é baseado em fatos reais e mostra um caso de caridade em que o Doutor Martins Fontes cuidou de uma paciente pobre, vendedora de queijadinhas. Como É Bom Ser Bom é uma produção independente que contou com o apoio do FACULT – Fundo Municipal de Assistência à Cultura (2016). Destaca-se a reconstituição de época, que tem figurinos, cenografia e trilha sonora original, ambientados nos anos 1930. O filme mostra também um pouco do lado poeta de Martins Fontes. O título do filme é o mesmo do soneto mais famoso deste autor, sendo também considerado o seu lema de vida.
O Sarau, com duração aproximada de 90 minutos, conta com apresentação performática-musical composta por declamação de poemas, dramatizações, apresentação de canções ao vivo e exibição de conteúdos audiovisuais, tudo relacionado à vida e à obra do autor homenageado. A atividade conta com a participação do público.


Martins Fontes
Como médico, Martins Fontes notabilizou-se como conferencista e foi tisiologista (especializado em tuberculose) da Santa Casa de Misericórdia e da Beneficência Portuguesa. Sua obra literária é volumosa, chegando a mais de setenta títulos publicados, em poesia e prosa, além de algumas de caráter científico. É considerado o melhor poeta de sua geração na lusofonia, e um dos dez melhores na língua portuguesa. Figura como patrono da cadeira nº 26 da Academia Paulista de Letras e da cadeira de nº 17 do Instituto Histórico e Geográfico de Santos.

Serviço
Homenagem a Martins Fontes
Quando: 20/06/2018 (quarta-feira) / Horário: 19h30
Local: Sesc Santos – Auditório Endereço: Rua Conselheiro Ribas, 136, Bairro Aparecida, Santos
Classificação Etária: Livre
Entrada: Gratuita
Ingressos: Individuais e disponíveis para retirada a partir de 1 hora de antecedência na Central de Atendimento
Informações: Tel.: (13) 3278-9800 (Sesc Santos)
Telefone: (13) 99101-6097 (Carlos Oliveira)
E-mail: spectrafilmes@hotmail.com

segunda-feira, 18 de junho de 2018


Ariano Suassuna no Cantinho da Poesia
A viagem, com mote de Fernando Pessoa



Meu sangue, do pragal das Altas Beiras,
boiou no Mar vermelhas Caravelas:
À Nau Catarineta e à Barca Bela
late o Potro castanho de asas Negras.

E aportou. Rosas de ouro, azul Chaveira,
Onça malhada a violar Cadelas,
Depôs sextantes, Astrolábios, velas,
No planalto da Pedra sertaneja.

Hoje, jogral Cigano e tresmalhado,
Vaqueiro de seu couro cravejado.
Com Medalhas de prata, a faiscar,

bebendo o Sol de fogo e o Mundo oco,
meu coração é um Almirante louco
Que abandonou a profissão do Mar.

Ariano Suassuna, “Dez Sonetos com Mote Alheio”. Recife: edição manuscrita e iluminogravura pelo autor, 1980. 

Ariano Suassuna

Ariano Vilar Suassuna (16/06/1927 – 23/07/2014), foi dramaturgo, romancista, ensaísta, poeta e professor. Idealizador do Movimento Armorial e autor das obras Auto da Compadecida e O Romance d'A Pedra do Reino, entre outros.  
Dentre peças, Auto da Compadecida, O Santo e a Porca e O Rico Avarento.
Filmes, O Auto da Compadecida, Os Trapalhões no Auto da Compadecida, A Compadecida.

sábado, 16 de junho de 2018


Fescete 2018

O Festival de Cenas Teatrais (Fescete) 2018 teve início ontem e segue com ampla programação em vários pontos da Cidade de Santos até dia 29 de junho.
Idealizado pela TESCOM, em 1997, desde então é realizado em parceria com a Prefeitura Municipal de Santos, por intermédio da Secretaria Municipal de Cultura, que integra todas as linguagens da arte (dança, música, arte audiovisual, teatro, artes plásticas etc) abrindo espaço a estudantes, amadores e profissionais.


Esta 22ª edição homenageia a atriz, diretora e professora Renata Zhaneta, que coordena a Escola de Artes Cênicas Wilson Geraldo.
Além das cenas nas mostras competitivas mirim, estudantil, adulto e monólogo, até o próximo dia 29, o evento conta com diversas atividades como encontro de palhaçaria, mesa redonda sobre o tema, oficinas e workshops, além do concurso de poesias.
A edição de 2018 conta com duas campanhas solidárias: arrecadação de alimentos enlatados para cestas básicas de família atendidas pelo Grupo de Apoio à Prevenção à Aids (Gapa/BS) e também recolhimento de novelos de lã para o grupo voluntário Quadradinhos de Amor, que costura mantas para a população vulnerável.

Acompanhe a programação completa:





sexta-feira, 15 de junho de 2018


Todos os Homens do Presidente

Diretor:  Alan J. Pakula
Data de Lançamento: 1976
Tempo de duração: 2h18
Gêneros: Drama, Policial
Qual ligação pode haver entre Richard Nixon e homens que invadiram e roubaram a sede do Partido Democrata, nos Estados Unidos? É isso que dois jornalistas do Washington Post revelam ao mundo e que você acompanha em detalhes no filme Todos os Homens do Presidente.
Em 18 de junho de 1972, o jornal norte-americano Washington Post designou os repórteres Robert Woodward e Carl Bernstein para cobrir o que parecia ser um crime comum. Mas, seguindo seu faro jornalístico, os dois descobriram que o inocente assalto, na verdade, era uma operação de instalação de escutas na sede do Partido Democrata.
Foram cerca de 2 anos pesquisando, apurando, buscando as diversas fontes e que culminou na renúncia de Nixon em 1974. Descobriu-se que essa operação era uma dentre outras tantas realizadas por pessoas ligadas direta ou indiretamente ao Partido Republicano e ao presidente.
A investigação dos dois jornalistas foi transformada em livro, que posteriormente resultou nesse belo filme.


Alan J. Pakula:
Nova Iorque, 7 de abril de 1928 — Nova Iorque, 19 de novembro de 1998 - foi diretor, roteirista e produtor de cinema norte-americano. Frequentou a Universidade de Yale onde se formou em Arte Dramática, estreando-se no teatro com uma encenação de Tchekov. Sua filmografia - escassa, mas bastante variada - apresenta vários filmes que tomam por tema assuntos mais ou menos relacionados com a política.

A indicação do filme foi do leitor Carlos Gregório, que enviou a sugestão por e-mail. Gregório também é fã de títulos que retratam a cultura e história de outros países.
Agradecemos ao leitor pela participação.

quinta-feira, 14 de junho de 2018


Dicas da Língua Portuguesa
Como escrever um conto

Bom dia a todos nós.
E para a coluna de hoje, dicas de como escrever um conto para facilitar o desenvolvimento de quem tem interesse em desenvolver uma pequena história ou participar de antologia.
Pesquisei em vários sites, mas gostei da explicação sucinta retirada do lendo.org.
Espero que seja útil, abraços, até amanhã.
Míriam

Como escrever um conto
Afinal, o que é conto?

É uma narrativa curta e que se diferencia dos romances não apenas pelo tamanho, mas também pela sua estrutura: há poucas personagens, nunca analisadas profundamente; há acontecimentos breves, sem grandes complicações de enredo; e há apenas um clímax, no qual a tensão da história atinge seu auge.
No conto, tempo e espaço são elementos secundários, podendo até não existir. Além disso, os próprios acontecimentos podem ser dispensáveis. Há, por exemplo, contos de Machado de Assis ou Tchekov nos quais, simplesmente, não tem nada que acontece. O essencial está no ar, na atmosfera, na forma de narrar, no estilo.


Imagem Google pública
Dicas para escrever um conto

O enredo do conto deve apresentar em linhas gerais, as seguintes fases:
1.   Apresentação
2.   Complicação ou evolução
3.   Clímax
4.   Solução ou desfecho

Evite o uso de repetições fazendo uso de sinônimos. O conto não deve cansar o leitor e superestimar (nem subestimar) sua inteligência. Podemos enganar usando um raciocínio lógico falso que o induza a pensar de uma forma, mas nunca dizer o óbvio.
O título não deve sugerir o conteúdo do conto. Os títulos curtos são sempre melhores e instigantes.
Elimine explicações e descrições que não tenham importância para a história, cortar parágrafos é dar movimento mais dinâmico ao conto.
Deixe de lado verbos de ligação (ser, estar, permanecer, ficar, tornar-se, andar, parecer, virar, continuar, viver) e pronomes reflexivos (sesi e consigo e pronomes oblíquos átomos que assumem essa função: metenos e vos), pois cansam a leitura.

Também evite o uso demasiado de conjunções aditivas (e, nem, mas também, como também, além de (disso, disto, aquilo), tanto quanto, bem como, ademais, outrossim). 

quarta-feira, 13 de junho de 2018


Jurassic World 2 – Reino Ameaçado estreia nesta quinta-feira

Nesta quinta-feira (14) estreia nos cinemas de todo o Brasil o filme Jurassic World 2 – Reino Ameaçado, película que celebra os 25 anos da franquia.


No filme um vulcão põe em risco as vidas dos dinossauros quando Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard) lideram uma campanha para salvar os dinossauros da extinção. Owen está motivado para achar Blue, sua raptor que continua sumida na floresta, e Claire desenvolveu um respeito pelas criaturas e agora fez delas sua missão. A expedição, porém, descobre uma conspiração que pode colocar o planeta inteiro em um perigo não visto desde a era Pré-Histórica.
James Cromwell, Ted LevineRafe SpallToby Jones e Justice Smith estão na produção, ao lado de Chris Pratt e Bryce Dallas Howard. O roteiro é de Colin Trevorrow (diretor de Jurassic World) e Derek Connolly (Kong: A Ilha da Caveira), com direção de J. A. Bayona.
A continuação – Jurassic World 3 está confirmada para lançamento em 11 de junho de 2021.

Assista ao trailer: