quarta-feira, 22 de janeiro de 2020


Poemas de Niterói
Dica de leitura

Olá, bom dia e excelente quarta-feira a todos nós.
Achei interessante a descrição do livro Poemas de Niterói, escrito por Marcos Jorge Nasser no site da Revista Conexão Literatura. Então fica a dica.


Responder como é a vida, com a coragem que os poemas que escreve incita, é a proposta de Marcos Jorge Nasser no seu livro de estreia: Poemas de Niterói - O Inominado (Autografia) – Volume I. O autor não tenta usar atalhos para responder a esta interrogação e com versos bem encadeados e musicais, além de rimas, lança mão de recursos para reforçar a possibilidade de se viver bem e com a alegria.
A inspiração vem da cidade fluminense de Niterói, onde o autor mora desde 1952, quando deixou, aos nove anos, Vitória, no Espírito Santo, onde nasceu. Já nas primeiras páginas, o livro apresenta ao leitor uma voz poética voltada para o cotidiano comum, como se fosse Marcos Nasser o andarilho ou errante pela cidade em que decidiu morar, segundo a avaliação do crítico literário Erick Bernardes.
Poemas de Niterói – O Inominado (Volume I) trabalha a beleza do grotesco nos interstícios do discurso, oferecendo aos leitores um livro contaminado pelo germe de um "eu" crítico e que reforça a marca psicológica existente na sua literatura.

"O sol se
encobre sobre as nuvens. / O sol é resto
de nada" - mas o sol sempre se levanta,
todos os dias, independentemente das
nossas vontades, como uma verdade eternizada,
mesmo que seja "noite pelas ruas,
/ pelo sol". 

Saiba mais sobre o livro e o autor, acesse o site:  





terça-feira, 21 de janeiro de 2020


Conto: O mundo de Alice
Por Míriam Santiago



   A
lice estava sentada no chão de terra batida quando passou correndo um coelho branco com olhos cor-de-rosa dizendo para si mesmo: “Oh puxa! Oh puxa! Eu devo estar muito atrasado! E depois o coelho tirou um relógio do bolso do colete, e olhou para ele, apressando-se.
            A menina levantou-se rapidamente e pôs-se a correr atrás do coelho e ao vê-lo saltar para dentro de uma grande toca de coelho embaixo de uma cerca ela fez o mesmo. A toca dava diretamente em um túnel. E Alice andava devagar, o coelho, por sua vez, estava longe, já que estava atrasado!
            Mesmo no escuro do túnel, que parecia sem fim, sem medo, a menina foi caminhando, pois queria saber onde iria dar. De repente, o buraco foi recebendo uma leve claridade, que foi aumentando até aparecer uma saída.
            Alice ficou estarrecida ao ver a linda paisagem oriunda da estreita passagem de onde viera, e quem veio recebê-la foi o coelho.
            - Alice venha comigo quero te apresentar algumas pessoas.
            E a menina foi respondendo para um coelho. A princípio achou estranho, mas a beleza do lugar a encantou. Em fila, várias crianças uniformizadas, com suas mochilas às costas, lindas e sorridentes. A casa era imensa a perder de vista toda sua extensão.
            - Vamos Alice, quero te mostrar este lugar, falava o coelho, que não mais estava atrasado, já que deixara o relógio de lado.
            - Que lugar é este, nunca estive aqui.
            - Vamos andando, veja que a casa é muito grande e aos fundos, temos várias quadras de jogos, falava e apontava o coelho.
            - Nossa, e não vejo nenhuma criança correndo, tem duas piscinas!
            - É que as crianças estão em aulas, depois é que vão para as quadras, após o horário das aulas, explicava o coelho.
            - Como é seu nome? E porque me trouxe para cá? Argumenta Alice.
            - Me chamo Hélio, e assim que te vi sentada naquele lugar lendo, presumi que quisesse conhecer esta escola, não é legal? Responde o coelho.
            - Mas assim do nada, responde Alice, estou adorando conhecer tudo isso, sai correndo a menina, que nunca estivera em uma escola tão magnífica como aquela; aliás, há alguns anos não frequentava escola alguma.
            E os dois caminharam por todo o espaço. A área tinha belos jardins bem cuidados e floridos, com espaços para balanços, escorregadores e outros brinquedos. Tudo muito limpo, com várias pessoas cuidando do lugar, que sorriam para Alice.
            - Nossa, nunca estive em um lugar assim, e é uma escola, não é um clube, tudo isso para que todas essas crianças possam usufruir, gostaria de estudar aqui, falava Alice a Hélio.
            - Eu sei que é um ambiente novo para você minha cara, vou falar com a diretora, para que possam encaixá-la em uma classe, responde Hélio.
            E os dois caminhavam pelo lugar conversando, tão incomum por ser ele um coelho, e as pessoas não se importavam, tudo parecia um conto de fadas! Era, com certeza, um mundo perfeito do qual ela não pertencia, nunca havia estado, já que sua classe social não permitia, mas ali sentia-se bem-vinda, as pessoas não a expulsavam e sim, sorriam e acenavam para ela. No fundo de seu coração ela sabia que seu mentor coelho e ela não se encaixavam na perfeição, na riqueza e grandiosidade daquele todo, e mesmo assim isso não tinha a menor importância para aquelas pessoas, muito gentis.


            Alice estava tão feliz que mal se cabia. Podia andar sossegada, cheirar o perfume das flores, andar na grama sem que ninguém a enxotasse, se sentia querida, importante, normal.
            - Hélio, minha mãe nunca terá dinheiro para pagar, jamais poderei estudar nesta escola e em nenhuma outra, dizia cabisbaixa a menina.
            - Não fique triste, como te falei, vou dar um jeito para você estudar nesta escola, só desejo vê-la feliz. Você só diz minha mãe, e seu pai?
            - Ele faleceu, quando era vivo tínhamos mais chance, mas depois do acidente, nossa vida mudou.
            - Entendo, bem, vamos andando que ainda temos muito a explorar! Dizia o mentor à frente e a menina atrás saltitando de felicidade, já que o coelho era divertidíssimo e falava muitas coisas engraçadas. Os dois foram ter à cozinha da escola e uma senhora sorridente com um avental muito branco e um turbante azul a segurar os cabelos entregou à Alice um pedaço de bolo de chocolate, que estava delicioso. Há muito tempo não comia um bolo assim.
            - Venha Alice, lá está a diretora, vou apresentá-la para que você inicie seus estudos. E Hélio gritando a frente o nome da mulher, Laura se vira e acena para eles. A bonita e simpática diretora trajava um vestido rodado marrom-claro abaixo do joelho com um avental que complementava a roupa, cabelos penteados e presos à nuca davam um charme a silhueta esguia da mulher, que ficou parada a espera de Alice.
            Ao se aproximar da diretora, que esticara o braço para cumprimentá-la entregando-lhe um livro, um barulho estrondoso balançou a cabeça da menina, que desorientada escuta um som ao longe, alguém grita o seu nome bem devagar, e ao ouvir A L I C E! Ela se dá conta de que é a mãe, era a voz de sua mãe e mal apertara a mão da diretora ela se vira e começa a correr deixando para trás Laura, a diretora e Hélio, o coelho, que grita Adeus Alice!
            A menina então mais veloz do que nunca correra antes na vida vê de longe a abertura do túnel de onde viera e entrar em velocidade no buraco, esbarrando nas paredes em barro, mas ela não perde tempo, já que o som de seu nome parece estar mais próximo de seus ouvidos e num estalo, levantasse do chão!
            - O que foi mãe, você me assustou! Diz a menina.
            - Andei a sua procura e não te encontrava em parte alguma, pensei que tivesse partido! Fala a mãe com rosto sofrido.
            - E eu partiria para onde, não tenho outro lugar senão estar aqui, diz Alice.
            - É que está escurecendo, já fecharam a porta, as pessoas já foram embora e isso aqui é muito grande, fico preocupada com você andando por aí.
            E a menina se dá conta que retornara de sua agradável aventura conduzida por seu mentor coelho a um mundo tão diferente o qual mesmo não pertencendo seria aceita. Olhou ao redor e viu sua realidade, dormia juntamente com mais 50 sem-teto no cemitério da Vila Nova Cachoeirinha, na zona norte de São Paulo. O  abandono do local ao longo dos 350 mil m² do cemitério, o segundo maior de São Paulo, com 21 mil sepulturas e gavetas, parte delas encobertas por um matagal que atinge a altura da cintura de um adulto e foi justamente nesse lugar hostil que elas vieram parar no final de 2017 permanecendo já há um ano ali, juntamente com o resto das pessoas.
            - O que tem nas mãos Alice? Pergunta-lhe a mãe.
            - Um livro de história, diz a menina com lágrimas aos olhos.
            - E onde encontrou esse livro? Deixe-me ver, diz a mãe e a menina mostra a capa: “As Aventuras de Alice no País das Maravilhas”.
A menina abraça o livro com todo o cuidado e segue a mãe que vai a frente com outras mulheres do grupo.               
           


O início e a ideia de aventura do texto se basearam na obra célebreAs Aventuras de Alice no País das Maravilhas”, escrita por Lewis Carroll, pseudônimo de Charles Lutwidge Dodgson, publicada em 4 de julho de 1865.
Lewis Carroll é considerado precursor e um dos maiores impulsionadores da literatura nonsense (tipo de literatura que expressa situação ilógica ou linguagem absurda), um gênero literário que subverte os contos de fadas tradicionais, criando narrativas que não seguem as regras da lógica.
E precisamente nesse caráter de absurdo que parece estar a singularidade da obra, que se tornou um ícone literário e cultural, que tem sido representada e recriada na pintura, no cinema, na moda e nas mais diversas áreas. 

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

O Homem e a Mulher no Cantinho da Poesia

A Coluna Cantinho da Poesia desta semana destaca O Homem e a Mulher, de Victor Hugo, que traduz com harmonia as almas gêmeas homem/mulher.
Enfim, adoro este “poema” (citado em "Autoconhecimento: caminhos para a excelência pessoal" - página 30), é um dos meus favoritos, espero que gostem.
Tenham um excelente início de semana, abraços,
Míriam

O Homem e A Mulher

O homem é a mais elevada das criaturas;
A mulher é o mais sublime dos ideais.
O homem é o cérebro;
A mulher é o coração.
O cérebro fabrica a luz;
O coração, o AMOR.
A luz fecunda, o amor ressuscita.
O homem é forte pela razão;
A mulher é invencível pelas lágrimas.
A razão convence, as lágrimas comovem.
O homem é capaz de todos os heroísmos;
A mulher, de todos os martírios.
O heroísmo enobrece, o martírio sublima.
O homem é um código;
A mulher é um evangelho.
O código corrige; o evangelho aperfeiçoa.
O homem é um templo; a mulher é o sacrário.
Ante o templo nos descobrimos;
Ante o sacrário nos ajoelhamos.
O homem pensa; a mulher sonha.
Pensar é ter, no crânio, uma larva;
Sonhar é ter , na fronte, uma auréola.
O homem é um oceano; a mulher é um lago.
O oceano tem a pérola que adorna;
O lago, a poesia que deslumbra.
O homem é a águia que voa;
A mulher é o rouxinol que canta.
Voar é dominar o espaço;
Cantar é conquistar a alma.
Enfim, o homem está colocado onde termina a terra;
A mulher, onde começa o céu.


Victor Hugo – 26/02/1802 - 22/05/1885

O francês Victor Marie Hugo foi romancista, poeta, dramaturgo, ensaísta, artista, estadista e ativista pelos direitos humanos francês de grande atuação política em seu país.
É autor de Les Misérables e de Notre-Dame de Paris, entre diversas outras obras clássicas de fama e renome mundial, traduzidas por todo o mundo e com grande sucesso no cinema. 

domingo, 19 de janeiro de 2020

Exposição Tarsila para Crianças: um passeio em família

A exposição "Tarsila para Crianças", no Farol Santander, no Centro de São Paulo, utiliza tecnologia sensorial, cenários imersivos e narrativas integradas para retratar o imaginário de seres, cores e formas da pintora modernista Tarsila do Amaral.
Na mostra, é possível passear por cenários de grande beleza e até mesmo interagir com criações da artista, que apresentam e transmitem o significado de suas obras sob a ótica do universo infantil, a partir de sentidos e sensações.
Os andares 19º e 20º do Farol Santander estão divididos em sete estações temáticas. São 490 m² de área expositiva que apresentam a criatividade da artista.


 Serviço:
Exposição Tarsila para Crianças
Quando: até 2 de fevereiro de 2020
Local: Farol Santander
Endereço: Rua João Brícola, 24, Centro de São Paulo
Horários: de terça a domingo, das 9h às 20h
Ingresso: R$ 25

sábado, 18 de janeiro de 2020

Encenação da Fundação da Vila de São Vicente
O espetáculo começa hoje, a partir das 20 horas

A Encenação da Fundação da Vila de São Vicente acontece de sábado (18) a quarta-feira (22), a partir das 20h, na arena montada na Praia do Gonzaguinha, na Biquinha.
Para quem for participar e necessita de mais ingressos, os mesmos devem ser trocados mediante a doação de um pacote ou lata de 400g de leite em pó, que será encaminhado para o Fundo Social de Solidariedade de São Vicente. A troca deve ser feita no Posto de Informações Turísticas (PIT) da Praia do Gonzaguinha, que fica em frente à Praça Tom Jobim, das 12h às 20h.  Estão disponíveis cinco mil convites por dia, com limite de dez por pessoa. Para a estreia os convites estão esgotados.



Elenco:
A dupla sertaneja Maria Cecília e Rodolfo interpretará, respectivamente, Ana Pimentel e Martim Afonso. O casal sertanejo é do Mato Grosso do Sul e, atualmente, vive no Interior de São Paulo. Eles se conheceram na Faculdade de Zootecnia e logo formaram a dupla. Gravaram o primeiro CD “Você Volta”, em 2008. Ao longo da carreira, já fizeram parcerias com grandes cantores sertanejos como Humberto e Ronaldo, Zezé Di Camargo & Luciano e Michel Teló.

Para o papel “O Tempo”, o escolhido foi o ator Júlio Rocha que participa pela terceira vez da Encenação. Conhecido pelos papéis de João Batista, na novela Duas Caras; Edgar, em Caras & Bocas, e Enzo, de Fina Estampa, ele participa nas areias vicentinas.

Rick Moreno é assistente de palco do programa dominical Eliana, do SBT. O modelo será o Cacique Tibiriçá.

João Ramalho será interpretado por Caíque Aguiar, que é ator, modelo e personal trainer. Ele foi finalista de “A Fazenda 10”, reality show da Record.

Já a personagem da Índia Bartira será interpretada pela modelo Marissol Dias. Ela já participa da Encenação há alguns anos. Atualmente, é bailarina do Cantor Leonardo.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Inteligência artificial - IA
Dica de leitura

Bom dia a todos nós, dia chuvoso aqui na Baixada Santista.
No final do mês passado conferi uma entrevista com o Kai-Fu Lee, autor do livro Inteligência artificial. Eu adorei e me interessei pelo assunto. Ontem um colega de trabalho disse que comprou o exemplar e está gostando. Então, fica a dica de leitura, que irei conferir em breve, pois também comprarei o livro.
Abraços, até amanhã.

Em Inteligência artificial, da editora Globo Livros, Kai-Fu Lee, um dos maiores especialistas mundiais em inovação tecnológica e seus efeitos na sociedade, explica, tanto para leitores leigos como para aqueles já versados no tema, como o desenvolvimento sem procedentes de IA já está alterando as nossas vidas e expões quais são as mudanças que poderemos esperar nos próximos anos. 

Um dos criadores da IA como a conhecemos, um dos principais executivos de inovação de empresas como a Apple, Google e Microsoft e, atualmente CEO de um fundo de investimentos na área de tecnologia que está entre os mais bem-sucedidos do mundo, o autor demonstra como a disputa entre Estados Unidos e China pela supremacia em IA está mudando a ordem mundial e a influência desse embate na vida das pessoas comuns. Apesar de vários especialistas afirmarem que a IA irá acabar com muitas das profissões que conhecemos hoje, Kai-Fu Lee argumenta que, assim como outras grandes revoluções ocorridas  na história da humanidade, na verdade, a IA apenas mudará a forma como trabalhamos.

À medida que alguns postos forem de fato extintos, outros serão criados para atender às novas necessidades de uma sociedade cada vez mais informatizada. Máquinas, aplicativos e softwares tornarão as jornadas de trabalho menores e aumentarão a geração de renda, fazendo com que as pessoas tenham cada vez mais tempo para se dedicarem ao lazer.

Kai-Fu Lee
Antes de fundar a Sinovation, ele foi presidente da Google China e executivo de empresas como,  Microsoft e Apple.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020


Coluna Dicas da Língua Portuguesa
Relembrando o uso do itálico

Bom dia a todos e excelente quinta-feira. Sol e muito calor aqui na Baixada Santista.
A coluna desta semana relembra o uso do itálico, que pode ser útil para denotar títulos no texto, destacar palavras. Utilizado também para palavras estrangeiras que ainda não foram integradas à língua portuguesa.
Espero que seja útil, abraços,
Míriam

Relembrando o uso do itálico
O itálico deve ser utilizado em títulos de livros, periódicos, peças, filmes, óperas, músicas, pinturas, esculturas, entre outros citados no texto.
Nomes científicos de espécies; palavras e locuções em outros idiomas e palavras ou expressões latinas citados no texto aos quais se queira dar ênfase também podem vir em itálico.
Já na produção de textos escritos em língua portuguesa, recomenda-se que sejam grafadas em itálico as palavras estrangeiras que ainda não foram incorporadas ao idioma. Nesse sentido, é importante que se conheça uma série de palavras que não se usa o itálico, pois já foram incorporadas à língua portuguesa.




De acordo com o Manual de Comunicação do Senado Federal, não se utiliza itálico nos seguintes estrangeirismos:

A: a posteriori, a priori, abstract, ad hoc, affaire, airbag, antidoping
B: baby, baby-doll, baby-sitter, backup, bacon, banner, barman, bar-mitzvá, beagle, best-seller, bit, blitz, blog, blues, blush, boom, breakfast, brie, briefing, brownie, browser, brunch, buffet, bug, bureau, byte
C: camping, campus, caput, carpaccio, cashmere, chantilly, chat, checklist, check-in, check-out, check-up, cheddar, chef, chester, chip, chop-suey, clipping, close, closet, coffee-break, commodity, copyright, corpus, curry
D: deadline, default, design, designer, desktop, display, doping, download, drink, dumping
E: e-book, e-mail, expert, expertise
F: factoring, fast-food, feedback, feeling, flash, flashback, flat, fondue, freelancer, free shop, freezer, funk
G: gadget, game, gay, gentleman, gigabyte, glamour, golf, gospel, gourmet, grill, gruyère
H: habeas corpus, habeas data, hacker, hall, hamster, happy hour, hardware, hit, hobby
I: iceberg, influenza, in natura, in vitro, input, insight, ipsis litteris 
J: jazz, jeans, jingle, jogging, joystick
K: kart, ketchup, know-how 
L: lady, laptop, laser, lato sensu, leasing, light, link, lobby, log in, log off, log on
M: make-up, marketing, marshmallow, mignon, milk-shake, miss, mister, mouse, muffin
N: nécessaire, net, notebook, nylon
O: off, office-boy, off-line, on-line, outdoor, outlet, overbooking, oxford 
P: paella, patchwork, pedigree, pen drive, per capita, performance, pickles, pickup, piercing, pin-up, pixel, pizza, playback, playboy, playground, pole-position, poodle, pub, punk
Q: quantum, quiche, quorum
R: rack, rafting, ranking, rap, rapper, rave, recall, record, reggae, relax, release, remake, replay, resort, réveillon, revival, rock, round, royalty, rush
S: script, self-service, set, shopping, show, showroom, shoyu, sic, site, slide, slogan, smoking, smartphone, spam, spray, staff, standard, stand-by, status, stretch, stricto sensu, sushi
T: tablet, tailleur, Teflon, telemarketing, ticket, timer, top, tour, trailer, transfer, trash, tsunami
U: underground, upgrade, upload 
V: van, versus, videogame, viking
W: waffle, web, webmaster, wi-fi, whisky, workaholic, workshop
Y: yakisoba, yang, yin, yin-yang, yorkshire-terrier
Z: zoom

Fonte: só português; puc-rio; gramática e imagem pública google 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020


Série SP Retrô: Museu da Cidade: Cripta Imperial Monumento à Independência

Última parada da série SP Retrô, um monumento no bairro do Ipiranga que foi criado para comemorar o centenário da Independência. É possível observar referências à Revolução Pernambucana de 1817, à Inconfidência Mineira de 1789 e às figuras de José Bonifácio de Andrada e Silva, Hipólito da Costa, Diogo Antonio Feijó e Joaquim Gonçalves Ledo, principais articuladores do movimento.
Ao longo dos anos, o monumento sofreu alterações. Em 1954, foi inaugurada uma cripta onde foram depositados os despojos da Imperatriz Leopoldina. Em 1972, consolidou-se a sua sacralização com a vinda dos despojos de D. Pedro I e, posteriormente, em 1984, dos restos mortais de D. Amélia, segunda Imperatriz do Brasil. Por fim, nos anos 2000, alterações arquitetônicas no interior do monumento permitiram novos acessos à Capela Imperial.


Serviço:
Cripta Imperial Monumento à Independência
Local: Praça do Monumento, s/nº, Ipiranga, São Paulo
Horários: de terça a domingo, das 9h às 17h
Entrada: gratuita

Fonte: catraca livre

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Museu da Imagem e do Som abre inscrições para cursos do 1º semestre

O Museu da Imagem e do Som (MIS), na capital paulista, já está com inscrições abertas para sua grade de cursos do primeiro semestre. São diversas opções nas áreas de cinema, fotografia, artes visuais, televisão e música.
Dentre os destaques, estão Mundo Medieval e Renascimento na fantasia (em que a especialista em ficção científica Claudia Fusco discorre, a partir da figura célebre de Leonardo da Vinci, sobre a fantasia e as narrativas de ficção fantástica no cinema, na TV e na literatura). Destaque também para o curso de conservação de discos de vinil (para o público aprender, diretamente do Acervo MIS, a como conservar seus próprios vinis em casa); além dos já consagrados cursos nas áreas de fotografia e história da arte do MIS.
Há também um curso específico sobre a história do gênero musical, tema da megaexposição Musicais no Cinema (em cartaz até 16 de fevereiro): That’s também entertainment, com os críticos e professores Cássio Starlig Carlos e Pedro Maciel Guimarães.
As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas no site do MIS: www.mis-sp.org.br
Os cursos são pagos (com valores que variam de R$ 50 a R$ 350) e as vagas são limitadas. O número de encontros também varia conforme o curso escolhido.
Mais informações também pelo (11) 2117-4777.

Confira, abaixo, as opções por mês e área:

Janeiro
Fotografia: “O básico da fotografia” e “Fotografia para câmeras compactas e smartphones”
Cinema musical: “That’s também entertainment”
Ficção científica e fantasia: “Gênios e genialidade na arte fantástica”
Cinema e TV: “Formatação de roteiro audiovisual” e “Fellini: do realismo poético à criação de seu próprio mundo”

Fevereiro
Artes visuais: “Leonardo, Rafael e Michelangelo: do classicismo da alta renascença ao surgimento do maneirismo” e “Psicologia e Da Vinci”
Ficção científica e fantasia: “Mundo medieval e Renascimento na fantasia”
Música: “Conservação de discos de vinil”
Fotografia: “Fotografia de paisagens”

Março
Artes visuais: “História da arte I”
Fotografia: “Fotografia de Rua”; “Curso completo de fotografia”; e “A fotografia e a rua: diálogos entre arte e documento”
Cinema e TV: “David Lynch – Transformando ideias em imagens”; “Crie sua série de TV: oficina de roteiro”; e “História do cinema e dos movimentos cinematográficos”

Abril
Fotografia: “Fotografia de retrato”
Artes visuais: “História social da Arte – Uma síntese da individuação artística burguesa na era moderna”

Maio
Fotografia: “Como criar, desenvolver e apresentar um portfólio fotográfico?”
Artes visuais: “História da arte no Brasil I”

Junho
Música e TV: “Produzindo um videoclipe”

Fonte: Portal do governo e imagem pública google

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020


“O Último Dia Perfeito”, de Roberto Schima na Coluna Cantinho da Poesia  

Olá, bom dia e excelente início de semana a todos nós.
A Coluna apresenta hoje mais um poema da edição deste mês da Revista Conexão Literatura, espero que gostem.
Abraços, até amanhã,
Míriam